
O erro já começa na escolha do repertório, que favorece momentos de calmaria e outros mais agitados. Positivamente, uma música como “Nice To Know You” não parece ser a melhor para se iniciar um show de rock, e nem “Wish You Were Here” – a segunda -, apesar desta ter um refrão altamente pop. O pior é que entre elas um intervalo – sabe-se lá para que – dura uma eternidade, fato que se repetiria até o final do set entre boa parte das músicas. O vocalista Brandon Boyd até tenta articular algumas palavras em português, mas o expediente não surte efeito. O show só começa pra valer mesmo é com “Circles”, na qual nota-se com mais clareza a importância do DJ Kilmore no palco. A boa “Anna Molly” se encarrega de fazer a dobradinha que é o primeiro grande momento da noite.
O show depende, então, da participação dos fãs mais fiéis, aqueles que cantam todas as músicas e explodem de emoção ao ouvir metade da primeira nota de cada música. Para sorte do Incubus e do espetáculo em si, eles são numerosos, o que garante muitos pulos e momentos de farta emoção. É o que acontece, por exemplo, em “Redefine”, no hit “Megalomaniac” e na última música do bis, “A Kiss To Send Us Off”. Outras se destacariam pelo toque de virtuose, dado, sobretudo, pelo guitarrista Mike Einzinger e pelo baixista Ben Kenney, caso de “Dig” e de “Sick Sad Little World”, com um solo de baixo daqueles. O patético se faz presente quando Brandon desanda a batucar num atabaque excêntrico: totalmente desnecessário.
Olhando bem, o histórico do Incubus até sugere a tal falta de diálogo entre as diversas partes do show. Afinal a banda vem do hardcore, flertou/influenciou o emo, se transformou numa coisa virtuose – sob influência do Primus – e indigesta – do Faith No More – e ainda assim conquistou um generoso lugar ao sol da música pop. Daí a boa quantidade de fãs no Citibank Hall no show de ontem ter garantido o cachê e a alegria de todos. Porque se a banda dependesse do desempenho no palco para chegar aonde de chegou, a vaca já teria ido para o brejo há muito tempo.
Batuque desnecessário? Já ouviu o "Science"? Todos batuques lá são desnecessários?
Belo exemplo de como se faz uma crítica sem saber e entender de nada, parabéns :)
Parabéns, você provou não saber porra nenhuma de música ;) [2]
Sem mais.
Só existe uma palavra que define esse monte de porcarias que vc escreveu: Ridículo.
Não daria pra esperar nada de bom de alguém que não conhece o som da banda e é pago pra publicar sua opinião sobre o que não conhece!
Bom, os fãs gostaram e muito. Então da próxima vez, você que não sabe porra nenhuma da banda, não comenta, porque senão vai falar merda de novo!!
Você não pode levar em consideração seu gosto pessoal ao fazer um projeto de crítica. Me parece que você odeia a música do Incubus, mas nem por isso você deve desmerecer o Kilmore ou o atabaque do Brandon. Afinal, quem é você pra falar?
Se ao menos entendesse de música teria patamar para falar algo valioso, e não apenas vomitar comentários vazios de embasamento musical e jornalístico.
Hahaha, só rindo mesmo
Pô, velho? Emo? Que tal ouvir mais um pouco de Incubus? Pega lá os 4 primeiros cds. Não me entenda mal, só que "emo" você forçou, sei lá, se falasse do funk-rock, se comparasse até com Red Hot... Dava pra levar...
Enfim
Abraços
Teu cachê também depende de críticas? Porque, se for assim, não sei como a vaca ainda não foi pro brejo. ;D
Tá precisando do remédio que dá nome ao domínio do site...
Aliás, você é formado em alguma coisa? Porque o mínimo que se pode esperar de uma pessoa que vai a um show de uma banda que ela não conhece é pesquisa.
Vai ver Teatro Mágico então, rapaz.
Você não merece comentar um show do Incubus!
Vai falar sobre Calypso e etc, é mais a tua praia. Rock tá pra você, não.
Parabéns, você provou não saber porra nenhuma de música ;)[3]
Essa sua resenha medíocre é que é totalmente desnecessária. E mais uma coisa, se escreve "Einziger" o sobrenome.