O Homem Baile
14 de outubro de 2007
Incubus:
pouco tempo de bola em jogo

Show do ancestral emo peca pela falta de continuidade

A noite encravada no feriadão prometia. Com o show do Incubus agendado com grande antecedência, um bom público compareceu ao Citibank Hall, no Rio, para uma festa que tinha tudo para dar certo, a não ser que a própria banda se encarregasse de estragar tudo. E foi exatamente o que aconteceu. Ou quase isso, porque, na melhor das hipóteses, a performance do Incubus foi cheia de altos e baixos.

O erro já começa na escolha do repertório, que favorece momentos de calmaria e outros mais agitados. Positivamente, uma música como “Nice To Know You” não parece ser a melhor para se iniciar um show de rock, e nem “Wish You Were Here” – a segunda -, apesar desta ter um refrão altamente pop. O pior é que entre elas um intervalo – sabe-se lá para que – dura uma eternidade, fato que se repetiria até o final do set entre boa parte das músicas. O vocalista Brandon Boyd até tenta articular algumas palavras em português, mas o expediente não surte efeito. O show só começa pra valer mesmo é com “Circles”, na qual nota-se com mais clareza a importância do DJ Kilmore no palco. A boa “Anna Molly” se encarrega de fazer a dobradinha que é o primeiro grande momento da noite.

O show depende, então, da participação dos fãs mais fiéis, aqueles que cantam todas as músicas e explodem de emoção ao ouvir metade da primeira nota de cada música. Para sorte do Incubus e do espetáculo em si, eles são numerosos, o que garante muitos pulos e momentos de farta emoção. É o que acontece, por exemplo, em “Redefine”, no hit “Megalomaniac” e na última música do bis, “A Kiss To Send Us Off”. Outras se destacariam pelo toque de virtuose, dado, sobretudo, pelo guitarrista Mike Einzinger e pelo baixista Ben Kenney, caso de “Dig” e de “Sick Sad Little World”, com um solo de baixo daqueles. O patético se faz presente quando Brandon desanda a batucar num atabaque excêntrico: totalmente desnecessário.

Olhando bem, o histórico do Incubus até sugere a tal falta de diálogo entre as diversas partes do show. Afinal a banda vem do hardcore, flertou/influenciou o emo, se transformou numa coisa virtuose – sob influência do Primus – e indigesta – do Faith No More – e ainda assim conquistou um generoso lugar ao sol da música pop. Daí a boa quantidade de fãs no Citibank Hall no show de ontem ter garantido o cachê e a alegria de todos. Porque se a banda dependesse do desempenho no palco para chegar aonde de chegou, a vaca já teria ido para o brejo há muito tempo.

em novembro 8, 2007 12:55 PM [Daniel]

Parabéns, você provou não saber porra nenhuma de música ;)



em novembro 15, 2007 04:33 PM [Paulo]

Batuque desnecessário? Já ouviu o "Science"? Todos batuques lá são desnecessários?

Belo exemplo de como se faz uma crítica sem saber e entender de nada, parabéns :)



em novembro 15, 2007 05:27 PM [Felip]

Parabéns, você provou não saber porra nenhuma de música ;) [2]

Sem mais.



em novembro 15, 2007 06:57 PM [Karina]

Só existe uma palavra que define esse monte de porcarias que vc escreveu: Ridículo.
Não daria pra esperar nada de bom de alguém que não conhece o som da banda e é pago pra publicar sua opinião sobre o que não conhece!



em novembro 15, 2007 10:50 PM [Leandro]

Bom, os fãs gostaram e muito. Então da próxima vez, você que não sabe porra nenhuma da banda, não comenta, porque senão vai falar merda de novo!!



em novembro 15, 2007 11:05 PM [daniel]

Você não pode levar em consideração seu gosto pessoal ao fazer um projeto de crítica. Me parece que você odeia a música do Incubus, mas nem por isso você deve desmerecer o Kilmore ou o atabaque do Brandon. Afinal, quem é você pra falar?
Se ao menos entendesse de música teria patamar para falar algo valioso, e não apenas vomitar comentários vazios de embasamento musical e jornalístico.



em novembro 16, 2007 12:58 PM [Renata]

Hahaha, só rindo mesmo



em novembro 16, 2007 01:04 PM [Thiago]

Pô, velho? Emo? Que tal ouvir mais um pouco de Incubus? Pega lá os 4 primeiros cds. Não me entenda mal, só que "emo" você forçou, sei lá, se falasse do funk-rock, se comparasse até com Red Hot... Dava pra levar...

Enfim

Abraços



em novembro 16, 2007 01:44 PM [mariana]

Teu cachê também depende de críticas? Porque, se for assim, não sei como a vaca ainda não foi pro brejo. ;D



em novembro 18, 2007 03:20 PM [Ivan Marques]

Tá precisando do remédio que dá nome ao domínio do site...

Aliás, você é formado em alguma coisa? Porque o mínimo que se pode esperar de uma pessoa que vai a um show de uma banda que ela não conhece é pesquisa.



em novembro 18, 2007 11:35 PM [Fernanda]

Vai ver Teatro Mágico então, rapaz.



em novembro 20, 2007 12:45 PM [Jorge]

Você não merece comentar um show do Incubus!
Vai falar sobre Calypso e etc, é mais a tua praia. Rock tá pra você, não.



em novembro 20, 2007 04:02 PM [pedro]

Parabéns, você provou não saber porra nenhuma de música ;)[3]



em novembro 26, 2007 05:39 PM [Luiza]

Essa sua resenha medíocre é que é totalmente desnecessária. E mais uma coisa, se escreve "Einziger" o sobrenome.



ESCREVA UM COMENTÁRIO

Nome
Email
Site
Salvar informações pessoais?
Sim       Não
Comentário (you may use HTML tags for style)















desenvolvido por
Gabriel Lupi / zupa.net

ilustrações por
Flávio Flock


© 2005 - 2006 - Rock em Geral: gardenal.org/rockemgeral
Os textos publicados em Rock é Rock Mesmo podem ser reproduzidos total ou parcialmente, desde que sejam citados fonte, autoria e endreço do site. O sistema de comentários disponibilizado aos leitores do Rock em Geral é exclusivamente para a publicação de opiniões e comentários relacionados ao conteúdo deste site. Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema, assim como os links oferecidos, não refletem, necessariamente, a opinião de seu autor. Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso, e podem ser excluídos, a critério do autor do site.