
O quarteto responsável pelo instrumental é bastante técnico, sabe onde está se metendo, e é aí que a vocalista Sammliz faz sua morada, com uma voz firme, de timbre forte e com – ao que parece – bastante personalidade. A moça não faz o tipo agudo histérico ou grave sujão, mas se impões de um jeito que lhe é próprio, mesmo quando a suavidade da música pede, como em alguns trechos de “Messalina Blues”, por exemplo. Na maior parte do tempo, no entanto, é a firmeza sua principal marca. A nervosa “Apocalipse” e “Vingança”, com baixo e guitarras em eterno duelo, são outras duas boas músicas, e que também realçam letras nem tão óbvias como se encontra no pop rock nacional. O ponto baixo da demo vem na infeliz mistura com os tais “ritmos regionais”, notadamente em “Pão e Círculo”. Não que isso diminua a banda musicalmente falando – a tal música nem é ruim, muito ao contrário – mas pelo perigo que esse caminho sugere.
O desafio para o Madame Saatan é converter todos esses predicados em algo um pouco mais fácil de se digerir, no sentido pop da coisa. Senão, periga a banda ser o máximo, sem cativar tanta gente quanto a qualidade musical apresentada merece.
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A melhor banda do mundo, ao vivo é melhor ainda
t+v
Vi a primeira vez na MTV e simplesmente venerei o Estilo Pauleira Brazuca de ser natural e melódico ao mesmo tempo, com vocal femenino, noto que tá surgindo muitas bandas com Gatas nos Vocais - o que é exótico pra nós homens e familiar pras mulheres do Brasil afora. PARABENS & SUCESSO! OBS: Querendo traduzir o site pro inglês e espanhol é só dizer. Dados no meu site.