
Além da mudança no som, a exposição exagerada na mídia fez o grupo repensar certas atitudes, o que reflete na concepção do disco como um todo. Desde a capa, passando pelas fotos do encarte e, claro, pelas letras, percebe-se uma banda mais amadurecida e (até) mostrando sinais de evolução que vão além da música, e têm muito de cunho pessoal. Discriminado por parte da mídia e também no meio do rock justamente por “aparecer demais”, o Detonautas fez uma mini turnê de lançamento em várias capitais – para imprensa e convidados - para mostrar as novas músicas.
Nessa entrevista, mesmo feita via e-mail, Tico Santa Cruz não economizou palavras e desandou a falar sobre tudo. As razões para a mudança dentro da banda, a visão que ele tem do trabalho do Detonautas até então, terapias, celebridades, iogas, mercados e leituras. Mas, principalmente, destrincha o disco que, ao que parece, inaugura uma nova fase para a banda. Respire fundo e vá em frente.
Rock em Geral: Há uma mudança generalizada no som do Detonautas nesse disco, a que você atribui isso?
Tico Santa Cruz: Acredito que todos evoluímos um pouco musicalmente. A experiência na estrada traz uma perspectiva diferente. A convivência com nossas limitações, a inquietude de se buscar uma identidade própria e uma sonoridade que nos dê mais prazer. O rock nacional que é divulgado pelas rádios e TVs está muito careta. Achamos que estava na hora de dar o primeiro passo para nos retirarmos dessa mesmice. Por este motivo procurei o Miranda, que me levou até o Edu K.
RG: Quando você avalia o rock nacional como "careta", inclui o Detonautas? Pode citar razões para essa caretice que você identificou?
Tico: Não me refiro ao rock nacional de forma generalizada, até porque não tenho conhecimento de tudo o que esta sendo feito, quando digo que está "careta". Estou me posicionando diante do que é exposto ao grande público através da mídia, TVs e rádios. As bandas soam todas muito parecidas, abordam os mesmos temas, usam as mesmas fórmulas e tornam a cena, que é bem diversificada, uma coisa aparentemente igual. Claro que incluo o Detonautas, não o trabalho atual, mas o que foi vendido para as pessoas que não se aprofundaram no nosso passado. É nítido que o poder do rótulo é tão grande que alguns jornalistas ainda se referem a nós como uma banda de emo, e nunca nos consideramos nem emo, nem hardcore, nem nada disso. Somos uma banda que faz rock em português e pronto. O que observo é que está cada vez mais difícil quebrar a tal barreira dos três minutos que as rádios praticamente impõem, basta se modificar um pouco que você já encontra resistência por parte de algumas FMs que se dizem rádio rock e acham que o som está muito pesado ou que a voz está muito “enterrada”. Sinto falta de elementos diferentes, tanto no que diz respeito à música, quanto ao visual. Ando flertando muito com o hard rock, com o glam rock. O público está sendo condicionado a querer ouvir o que é sempre mais fácil e quando chega para assistir a um show parece que só quer escutar as músicas que fazem "sucesso". Onde está aquela galera que gostava de ir a um show de rock e se entregar às sensações, ao som, as viagens que a música proporciona? Talvez não seja ainda o público que consome o Detonautas, mas a partir de agora eles terão que lidar com essa nossa abordagem.
RG: Como você vê, depois desse disco, os dois anteriores?
Tico: Estive trabalhando isso com a minha analista. A princípio cheguei a olhar para os outros dois com um pouco de desprezo. Tenho sérios problemas com o passado, não sou nem um pouco ligado ao que ficou para trás, mas nesse caso estou me referindo as músicas que fazem parte da história da carreira de uma banda e comecei a encarar tudo que passou como um processo e não como a conclusão. Não poderia ser diferente. O que fizemos foi a verdade daquele momento, sempre fomos honestos em nossas abordagens. Nossas referências eram outras, baseadas exclusivamente no rock nacional dos anos 80 e muita influência de Charlie Brown Jr, Raimundos e O Rappa. Nada mais natural para quem estava diretamente exposto ao que tocava nas FMs. O primeiro disco, antes de ser remixado para ser lançado pela Warner, tinha uma sonoridade interessante, mais suja, mais rock. Mas para entrar na indústria, no começo, é preciso fazer opções e como não tínhamos a menor noção do que se tratava, estávamos dispostos a fazer o que fosse necessário para que nossa música tocasse no rádio. Estamos no Brasil e a mentalidade por aqui ainda é um pouco limitada no que diz respeito a qualidade artística exposta para o povão. Mas a essência das canções sempre nos agradou. O segundo disco, "Roque Marciano", tem boas melodias, letras até um pouco melhores, mas é muito limpinho, muito certinho. Estive ouvindo outro dia e consegui notar o quanto ele foi concebido com uma sonoridade fácil de ser digerida. Fizemos boa parte das músicas na estrada e não tivemos muito tempo para amadurecê-lo. Acho que é esse o "mal do segundo disco". Quando a banda entra no carrossel da indústria e esquece quem está fazendo a roda girar. Ambos fizeram sucesso, não tenho do que reclamar. Aprendemos muito com o Fernando Magalhães e com o Tom Capone (que produziram os discos), sem estas etapas nunca poderíamos chegar a este terceiro momento.
RG: No disco novo percebe-se referências a muito do que se faz na música atualmente, na área do rock. Vocês procuraram se interar disso antes (ou mesmo durante) o processo de composição das músicas desse disco?
Tico: Eu até tenho essa mania de estar antenado com o momento contemporâneo e tentar extrair coisas disso, mas com o Edu por perto sempre que eu falava: "maneiro, isso está me lembrando Killers ou Bloc Party", ele me dizia: "engano seu, minhas referências são Duran Duran ou Gang of Four". Em alguns momentos as influências do Cure aparecem através das levadas do Fábio. Ouvimos juntos muitas coisas como Zeppelin, Doors, The Who, os clássicos clichês, mas cada um foi fazer uma pesquisa própria para novas abordagens e isso foi o que nos deu uma certa base para criarmos nossas canções. Começamos esse processo de audição logo depois que entrou "Tênis Roque" nas rádios. Chegamos a conclusão que, ou dávamos um passo adiante ou estaríamos fadados a uma atrofia musical. Minhas bandas do coração são Stone Temple Pilots, Porno For Pyros, Jane's Addiction e tudo em que se mete Perry Farrel, Red Hot, Queens Of The Stone Age, Nirvana, Alice In Chains. Tenho uma veia grunge e outra glam.
RG: "No Escuro o Sangue Escorre", "Dia Comum" e "Quem Sou Eu?", por exemplo, tem muito do chamado novo rock, que se inspira nos anos 80. É por aí mesmo?
Tico: "Dia Comum", sim. As outras duas não.
RG: "Não Reclame Mais" é puro hard rock anos 70, referência de um outro grupo de bandas, como Backyard Babies, por exemplo. Fale como essa música foi feita.
Tico: "Não Reclame Mais" saiu visceral desde o começo. Renato fez um riff de uma música antiga do Detonautas que nunca foi usada. Imediatamente o Tchello e o Fábio começaram a tocar e estávamos gravando tudo. Ficou um clima livre onde cada um inseria o que tivesse a fim e nesse momento comecei a gritar algumas frases. Nem cheguei a escrever o que estava gritando, depois de tudo ouvimos a gravação e montei meus gritos da forma que achei mais interessante. Não escrevi nada, é o tipo da música que sai pela música. O rock pelo rock, sem se preocupar se está bonitinha ou poética.
RG: “Sonhos Verdes" é um rock seco à Strokes, concorda? Fale sobre essa música:
Tico: Não concordo. "Sonhos Verdes" foi uma viagem que tive depois de assistir ao filme "Trainspotting". Começou também de uma levada que o Renato estava experimentando sozinho. Ouvi e comecei a escrever. É uma das letras que mais gosto porque tem uma conotação bem diferente do que é interpretado pelas pessoas. Nem tudo que fazemos é tipo alguma coisa que está em foco pela cena. Não buscamos copiar ou imitar uma outra banda. Nossa intenção é colocar para fora o que estávamos sentindo, sem a preocupação de parecer necessariamente com alguém. Sou bem honesto em relação a isso. Originalidade não consiste em fazer o que ninguém fez antes, mas em fazer exatamente o que você pensa por si mesmo.
O público está sendo condicionado a querer ouvir o que é sempre mais fácil e quando chega
para assistir a um show parece que só quer escutar as músicas que fazem "sucesso". Onde está aquela galera que gostava de ir a um show de rock e se entregar às sensações, ao som, as viagens que a música proporciona?
RG: Já a épica "Insone", que vem de Led Zeppelin, serve como contraponto a essas novidades?
Tico: "Insone" veio de uma viagem entre o Tchello e Fábio no fim de um dia cansativo de ensaios. Estávamos com o ouvido doendo de tanto tocar uma música que acabou não entrando no repertório que se chamava "Medo Real", pesada pra caralho. Eles começaram uma levadinha e fui cantarolando qualquer coisa. Muitas dessas coisas que cantei sem escrever são reflexos de uma outra direção que tomei na minha vida. Desenvolvi o gosto pela literatura. Não tenho feito outra coisa ultimamente que não só ouvir música e ler bons livros. “Insone” faz muitas referências a Friedrich Nietzsche, ao eterno retorno, ao que é real ou não. Mas estou gostando de saber que ao olhar para o novo som do Detonautas você consegue enxergar coisas mais intensas e bandas clássicas como Zeppelin, sinal de que realmente estamos alcançando um efeito esquizóide em relação as antigas comparações com CBJ e CPM 22, entre outras. Vejo isso como um ponto positivo.
RG: As faixas 12 e 13 parecem que começam depois que o disco acabou, depois de "Insone", e realmente destoam totalmente do disco. Elas são antigas, em relação ao material do disco?
Tico: Sim e não. Sim, elas destoam do disco, são outras faces que abordamos, uma com o Netto cantando e o Renato tocando piano. Achamos a música boa e optamos por incluí-la mesmo sendo um pouco diferente do restante. Somos sempre a favor de uma música interessante ainda que ela seja contraditória em relação ao repertório. A outra, "Um Pouco Só do Seu Veneno", eu mostrei no último dia de gravações e fizemos um arranjo de violão e voz. Nesse dia estávamos eu e Edu, que tocou os violões. Não, não são antigas.
RG: Tem uma versão em espanhol escondida no disco... Conte como foi gravá-la e qual o interesse do Detonautas no mercado latino:
Tico: A versão em espanhol foi quase uma obra do "acaso" se é que podemos encarar as coisas desse jeito. Eu tinha acabado de ler um livro do Caco Barcelos que chama-se "O Abusado", e estava com a história na minha cabeça. Um belo dia uma amiga minha que é diretora de cinema apareceu no estúdio de surpresa e estávamos num intervalo. Eu e Cléston estávamos brincando com uma batida de hip hop, já que no disco não tínhamos a intenção de incluir esse elemento, e fui cantando e escrevendo um rap a respeito da vida criminosa. Ela ouviu tudo em silêncio e quando acabamos me perguntou sobre o que era a música. Então expliquei e ela ficou perplexa por que seu documentário falava exatamente desse assunto. Perguntei de brincadeira de não queria que fizéssemos para o filme e ela disse que seria muito interessante. Então chamei todo mundo, peguei uma guitarra, fiz um riff e cantei o rap por cima, eles fizeram um arranjo maneiro e gravamos. Como o filme é estrangeiro e tem uma linguagem que mistura inglês e espanhol, ela pediu para que gravasse desse jeito. Fiquei seis horas com um peruano do meu lado me corrigindo palavra por palavra para que ficasse o mais fiel ao idioma escolhido. O documentário chama-se "Hijos de la Guerra" e fala sobre as gangues de El Salvador que estão invadindo os Estados Unidos.
RG: Com tanto produtor de rock por aí, por que escolheram o Edu K, que só produz discos eventualmente?
Tico: Porque queríamos algo fora do convencional, fora do vício do mercado e que pudesse nos levar a uma sonoridade diferente. Com a perda do Tom Capone, procuramos alguém que tivesse uma filosofia de vida parecida e fomos parar no Carlos Eduardo Miranda, que nos indicou o Edu. Liguei para ele e perguntei se topava fazer uma experiência. Ele me perguntou se tinha algum lugar para dormir e algo para comer, quando respondi que isso não seria problema ele embarcou para o Rio e fizemos o disco juntos.
RG: Foi fácil trabalhar com ele, que tem uma personalidade mutante?
Tico: Fácil não foi, mas foi enriquecedor. O Edu pensa muito rápido e quando chegou a primeira coisa que me disse é que já sabia como seria o disco. Nos esbarramos no começo, nossas personalidades são muito parecidas e os conflitos ocorreram, mas todos estávamos dispostos a fazer o melhor trabalho possível e contornamos o que poderia nos criar problemas com muito diálogo e muito respeito. Tenho um amor muito grande pelo Edu, ele poderia ter sido meu irmão mais velho. O considero um cara genial, “fodão” e imprevisível.
RG: Depois de tanta exposição em rádio e TV, o Detonautas passou a não ser bem visto pela crítica, de uma forma geral. Como convencer essas pessoas que o som de vocês mudou bastante?
Tico: Acho a palavra convencer forte demais. Quando você quer convencer alguém é porque não está seguro do que esta fazendo. Já tentamos convencer muito as pessoas, mas hoje temos um pouco mais de maturidade para entender que elas não devem ser convencidas, mas convidadas a escutar o que estamos fazendo e tirar suas próprias conclusões. Convencer fica parecendo que estamos tentando passar algo que não é a nossa verdade.
RG: Vou mudar então: como mostrar para essas pessoas que o som de vocês mudou bastante?
Tico: Elas terão que escutar o disco ou assistir a um show, não tem outro jeito.
RG: Uma vez ouvi você dizer que boa parte da crítica sequer escuta o disco de vocês antes de analisar. Você ainda acha isso?
Tico: Acho que esse disco gerou alguma curiosidade. Nós nos propusemos a convidar as pessoas para nos ouvirem tocando o disco ao vivo, para que daí pudessem tirar suas impressões, isso fez com que muita gente que sempre falou mal do DRC prestasse um pouco mais de atenção. Naturalmente o amadurecimento da banda e a proposta diferente dos outros trabalhos acabaram nos levando a críticas positivas e isso é importante para o Detonautas, principalmente para que as pessoas percebam que estamos buscando melhorar e não tão somente repetir as fórmulas que nos dariam um "sucesso" mais simples. Já cheguei a achar realmente que fomos rotulados sem sermos ouvidos. Talvez por isso resolvemos mostrar cara a cara a nossa nova proposta.
RG: Você vê preconceito por parte da crítica com grupos que tocam no rádio, vendem bem, enfim, são populares?
Tico: Não tenho certeza, mas muita gente de renome que conheço sempre diz uma frase que Tom Jobim mencionou certa vez: "Fazer sucesso no Brasil é pecado". Acho que a princípio pode existir o preconceito, mas quem se propõe a expor sua arte deve estar sujeito a lidar com isso e se possível reverter, que é o que estamos tentando fazer. Veja bem, estamos tentando reverter o preconceito, para que nos ouçam antes de nos julgar, ainda que depois de nos ouvir digam que é uma bosta.
RG: Vocês pensam nisso na hora de compor? Se tal música é boa para o rádio, se uma outra não é...
Tico: Sim, pensamos nisso. Pensamos de uma forma diferente hoje. Neste disco em especial pensamos o seguinte: esta música tem cinco minutos, está fora dos padrões das rádios, mas acho que podemos tentar fazê-la tocar porque é uma música que consideramos interessante e queremos oferecer qualidade ao público. Ao contrário de se colocar num quadro negro a fórmula do sucesso das FMs, que é em média três minutos e trinta segundos, parte A... Refrão... Parte B... Refrão... Especial... Refrão e fim. Sabemos que algumas músicas podem ter mais o perfil do que se é consumido e cabe a nós ousar desafiar os padrões e inserir uma maneira diferente de se fazer sucesso. Pretensão? Talvez, mas que está um saco ouvir rádio hoje no Brasil, está.
RG: Apesar de tratar de psicodelia, o disco tem a capa em preto e branco. Fale dela e também do encarte, que inclui os integrantes (aí sim) num típico cenário psicodélico/hippie/setentista:
Tico: O encarte foi feito pelo meu professor de ioga, Mestre Edi. Além de guru ele é um excelente desenhista, e eu já havia feito contato com suas obras. O convidei para fazer o trabalho e ele desenhou aquela linda borboleta. A borboleta tem o significado óbvio e especial da transformação que é o que estamos buscando com este disco. Nosso conceito se resume em não entregar tudo de bandeja. Para se encontrar a psicodelia é preciso entrar nesse universo, e partindo desse princípio é que ela não está disposta de cara na capa. No interior fomos fiéis a proposta e fomos para um lugar onde montamos a parte lúdica do conceito. Todas as vestimentas utilizadas ali são nossas e o que fizemos foi só retratar com elementos externos um pouco do que representa o espírito da música que estamos fazendo. Não podemos esquecer que existe uma magia na arte e que é esta magia que faz com que as pessoas se interessem por um artista. Este lado também faz parte de nós. Já não me identifico mais com aquele perfil “street”. Me permito poder usar roupas diferentes e buscar isso na raiz. Não vejo mal nenhum. Esse é um dos pontos pelo qual me identifico muito com o Edu, o não congelamento.
RG: No início da entrevista você citou sua terapia, depois disse ler muito e agora falou em ioga. Esses elementos não pareciam fazer parte do Tico do início do Detonautas, cheio de músculos e tatuagens. Você foi adquirindo esse novo perfil intelectualizado/zen com o tempo, ou o estereótipo de antes é que escondia essas características?
Tico: Eu não fazia ioga e nem terapia, mas não é porque tenho muitas tatuagens ou porque gosto de praticar esportes e, conseqüentemente tenho um tipo físico que normalmente é associado a coisas fúteis ou superficiais, que não tivesse interesses intelectuais. Passei por três faculdades que não conclui: Ciências Sociais, Comunicação e Ed. Física. Minha personalidade é questionadora desde que me entendo por gente e a vida inteira gostei de escrever. Escrevi peças de teatro quando ainda era um adolescente e participei de festivais independentes de artes cênicas nas escolas. Tenho um livro não acabado e alimento o “Clube da Insônia”, meu blog, há dois anos, com textos variados, onde exercito poesia, filosofia, sacanagem, etc. Pretendo publicá-lo no futuro. As pessoas costumam - e isso é natural - julgar os outros pela imagem. Tem gente que acha que sou muito agressivo, outros pensam que sou bandido, marginal, por causa do meu "estereótipo". Não me considero um estereótipo de nada. Eu sempre me identifiquei com esse tipo, sempre gostei e admirei bandas que têm estas características, como Red Hot, STP, Jane's Addiction, Iggy Pop, Guns, N' Roses. Bandas que se preocupam com o visual, que abusam das tatuagens, que seus vocalistas e ou membros tocam sem camisa, porque tenho uma sensação de liberdade e me identifico com o estilo. Isto é uma forma de se expor ao mundo e quantas personalidades e pessoas deixam de fazer contato ou até mesmo de se complementarem por este pré-julgamento que acaba afastando o que há de mais importante num ser humano que é o caráter, sua personalidade e sua inteligência. Conheço muitos caras que fazem tipo: usam óculos, cabelos bonitinhos, roupas elegantes, andam com livros debaixo do braço e são extremamente idiotas e estúpidos. Passam uma imagem de intelectual para proteger exatamente sua fragilidade nesta área. Neste aspecto não me importo muito se alguém vai deixar de me ouvir ou de querer saber o que penso por uma questão estética. Esse tipo de gente que se julga capaz de deter uma previsão a respeito de alguém porque supõe que o objeto do seu julgamento não se faz interessante por não ter características físicas padronizadas não me interessa. Se você tem idéias próprias, mesmo que sejam poucas, tem que compreender que estará sempre encontrando caras feias, gente que vai querer diminuí-lo, de "fazer você entender" que não tem nada a dizer. Que você deve evitar o cara porque ele é viado, maluco ou maconheiro, ou macumbeiro, ou punheteiro, mal educado ou qualquer merda dessa. Eles reduzem o mundo a umas poucas pessoas híbridas, chatas e perfeitas. E assim querem transformar você num bundão. Depois que passam 28 anos martelando isso na sua cabeça e você acaba ficando isolado e pobre, perde uma coisa que de muita preciosa na vida que é a diversidade, aceitar que não somos iguais e que se fosse assim a vida seria um porre. É claro que a medida que o tempo passa vamos evoluindo, crescendo, pelo menos é o que eu busco, mas sempre vou olhar para trás e ver que posso melhorar e é essa busca que me leva pra frente. Continuo tatuado e musculoso, continuo cantando sem camisa, mas agora consegui um pouco da atenção das pessoas e pode ser que elas se interessem em ouvir o que tenho para dizer e assim pode ser que mudem de opinião (ou não) a meu respeito. Mas isso pouco importa, desde que façam com conhecimento de causa.
RG: Conta aquela história que circulou na Internet de que você não teria sido convidado para área VIP do show dos Stones e teria ficado fulo da vida...
Tico: Foi assim que chegou até você? Pra você ver como no Brasil a mentalidade é mesquinha e estúpida. O que fiz foi uma sátira a respeito dos VIPs que sempre são convidados para qualquer evento. Show de pagode, axé, ilusionismo, desfile das escolas de samba, qualquer merda... Estão lá as figurinhas carimbadas, que só aparecem para comer e beber de graça e fazer presença nos canais de TV que cobrem as fofocas do momento. Quem ficou com quem, quem comeu quem... Quem traiu quem... E assim é que são vendidos os eventos para o público. Quando escrevi meu texto estava me questionando se não poderiam convidar para os shows de rock, bandas, artistas e pessoas que gostam, admiram e fazem parte desse universo e que às vezes são ignorados porque não vão dar o mesmo Ibope aos organizadores dos tais camarotes. É claro que eu gostaria de ter sido convidado, porque seria difícil para mim assistir com tranqüilidade ao show lá no meio do público. Não porque me ache melhor que ninguém, mas porque todo mundo sabe que as pessoas querem tirar uma foto, pegar um autógrafo, trocar uma idéia e no fim o que acontece? Não consigo assistir a porra do show. Fui inspirado por uma "reportagem" que passou no TV Fama onde os repórteres perguntavam aos VIPs qual a música que eles mais gostavam dos Stones e todos disseram "Satisfaction". Todos mostraram suas carinhas saudáveis e risonhas exatamente iguais as que mostram nas micaretas, etc. Eles não podem gostar de rock, então? Podem, e não teria problema nenhum compartilhar com essas figuras o camarote, desde que fossem levadas em consideração as pessoas e os artistas que vivem isso, que respiram isso, que realmente gostam do rock e que são barrados na porta se não forem convidados pelos promotores de eventos que também se tornaram celebridades. Não tenho medo de expor minha opinião. Mesmo que os idiotas resolvam distorcer a intenção original. No fundo o que acontece é que fica um monte de mosquito rondando a bosta e nenhum tem cara de pau de dizer ao que veio e parto do princípio de que se falo e sou ouvido vou falar o que penso. Foi assim também com outros textos que coloquei no Blog do Detonautas. No fundo sou um mosquito que não tem vergonha de me atolar até o pescoço nessa merda toda. Logo bato minhas asinhas e vou passear por ai.
RG: Essa história chegou pra mim através de um e-mail de um leitor do site, que pediu que eu a publicasse, mas eu não me interessei. Afinal, por que você mesmo (ou alguém que trabalhe para o Detonautas) não ligou para o tal organizador da área vip e pediu uma credencial? Passa o link do blog?
Tico: Minha intenção não era reclamar que não fora convidado e sim fazer uma sátira ou uma ironia as celebridades de plantão. Mas acho que devo ter me expressado mal, talvez não tenha competência para ser irônico. Mas o texto está aqui (procurar post do dia 19 de fevereiro) e pode ser lido e entendido como quiserem.
Sabemos que algumas músicas podem ter mais o perfil do que se é consumido e cabe a nós
ousar desafiar os padrões e inserir uma maneira diferente de se fazer sucesso. Pretensão?
Talvez, mas que está um saco ouvir rádio hoje no Brasil, está.
Olá!
Eu como fiel fã do Detonautas, apoio o Tico em tudo!
Corretissimo tudo que ele falou!
O Tico geralmente é mal interpretado mesmo!
Vou resgatar uma coisa centenária aqui. Ano passado quando a banda canadense Simple Plan veio ao Brasil, o Tico fez uma critica dizendo que os brasileiros tinham a mania de prevalecer/favorecer o que vinha de fora, citando o exemplo de como foi a organização (luzes, horario, etc) do show do Simple Plan em um festival de musica!
Pra que?
Até hoje ouço criticas a banda (DRC) por causa disso, vindo dos fãs da banda.
E eu sou meio estressadinha, defendo o DRC com unhas e dentes! rs
Bom é isso!
Não sei se meu comentario serviu pra alguma coisa (creio eu que não)!
Uma dica:
Ouçam o disco "Psicodeliamorsexo&distorçao"!
Muito bom! Provavelmente diferente do que seus ouvidos abtolados estão acostumados a ouvir!
Se abra para o novo, e mude para a melhor!
Beijos.
Otima entrevista!
BOA NOITE!
O NOVO CD FICOU DIFERENTE SIM, SENTI A DIFERENÇA A PRIMEIRA VEZ QUE OUVI, MAS LOGO FUI ME APAIXONANDO E APRENDENDO COM O NOVO SOM, AS MUDANÇAS SÃO BEM NÍTIDAS. AS MÚSICAS FAZEM VIAJAR E ADORO OUVI-LAS.
BOA SORTE!!!!
O CD novo está totalmente demais, completamente diversificado, mais maduro, muito mais rock'n roll, onde nos deparamos com diversas músicas que nos fazem viajar a apreciar cada vez mais o rock bem feito, feito pra quem é do rock, feito de uma forma diferenciada, justamente por serem os Detonautas... Tico, saudades velho... Se cuida... Espero que esteja bem.
Renato (RTICO)
Olá !
Adorei a entrevista com o Tico!
Esse cara é foda! Sempre Honesto, Direto e Fiel aos seus ideiais!
Amo o Detonautas e sou fã deles com muito orgulho!
O fato do Tico ser mal interpretado não é novidade... Talvez algumas pessoas se limitem demais ao ler os textos dele... E não chegam ao x da questão... Ou então não gostam de ouvir as opiniões e verdade dos outros!
O novo CD é maravilhoso! Roquenrol puro! Amei!
Parabéns pela entrevista !
Tico, você tem algo em comum comigo, ambos somos mal entendidos pelo que falamos, ou se pensamos diferente de algumas pessoas que so querem estar na moda. Cara, você e a banda estão de parabéns, a nova fase está muito boa novamente. Parabéns
Tico, você é sem noção, de tudo que você escreveu não tenho nada a discordar!! Abraços!!
Parabéns ao Tico pela autenticidade e clareza nas respostas.
É importante para as pessoas saberem como funciona esse negócio de "fazer uma música".
Com relação as mudanças, acredito que a arte seja exatamente isso: os artistas passarem na sua obra, neste caso, a música, o que os elementos da banda estão sentindo naquele momento. E como nós, humanos, estamos em constante transformação, com certeza, o 4º CD do DRC será, também, diferente deste 3º.
O importante: ... sempre buscando o "melhor de cada um,,,"
Além das músicas, parabéns pela capa, tá demais!!!
Os Dets estão realmente de parabéns pelo novo cd, não por ser fã, mas é porque ouço e analiso cada música, tento compreender e porque curto dar a minha crítica, boa ou não... Existe sim uma ou outra música que não me simpatizo, mas o cd psicodeliamorsexo&distorção, está realmente lindo, diz o que todos nós gostaríamos de um dia colocar pra fora e não conseguimos pelo simples fato de existir o falso moralismo em nosso amado país....
Acho que Detonauta veio pra ficar, eles mostram verdade e amor no que fazem e é isso o que importa, fazer o que se ama com transparência...
BOAS ENERGIAS PRA NÓS...
bjos!!!!
Bom, amei a entrevista, adoro o simples fato do Tico ser esse cara foda, que não tá nem aí pro que vão dizer, e fala o que pensa, da sua opinião, sempre o Tico é muito mal interpretado pelo que diz, concordo com a Clara Rocker, pelo fato das pessoas se limitarem a ler os textos do Tico e não chegarem realmente ao x da questão. Sobre o novo CD, está foda demais, a banda amadureceu muito e as canções vêem diferentes tanto nas letras como no som, cada uma com o seu real sentido. Na hora de ouvir o CD é preciso entrar no momento, nesse universo de sons de Psicodeliamorsexo&distorção, dessa forma você entenderá e perceberá o quanto esse novo trabalho do Detonautas está muito bem produzido e vêm com uma nova fase, um novo jeito, uma nova forma da banda fazer seu som=)
Beijos| Tudo de Bom.
Oi a todos
A entrevista está otima, muito bem escrita PARABENS A TODOS VCS!!!
psicodeliamorsexoedistorçao está muito diferente dos cds anteriores, está perfeito....
Não to dizendo isso só porque amo DRC, mas sim porque todos gostaram desse novo album...
Tenho certeza que até dezembro esse álbum ja terá passado de 1 000 000 de copias vendidas...
Viva o rock
Drc sempre
Parabens a todos
Tudo de bom pra vocês
Espero, sinceramente, que a banda tenha tomado um outro direcionamento musical, porque até agora o que conheço da banda é um monte de música ruim. Vejam o exemplo do Los Hermanos. Romperam com um tipo de som e entraram por um caminho bem diferente em seu segundo cd, e agora é uma das bandas mais prestigiadas do Brasil. Torço mesmo por vocês. Abraço.
Oi, amei a entrevista, quem ler vai ter certeza de que o Detonautas não é uma banda para dar dinheiro as gravadoras, e sim uma banda que dá o melhor de si no palco, agita a galera e faz um som de responsa! Gostei de saber que o CD tem um ovo de páscoa, pois já o ouvi mais de dez vezes e nunca tinha escutado. E queria também dizer que o CD tá muito bom, realmente a banda mudou para mellhor. Tô louca para assistir o novo show deles. Um abraço!!!
O novo trabalho é ÓTIMO!!! Mas tenho que confessar que ao ouvir pela primeira vez fiquei um tanto quanto confusa, pensei: "Esse não é o som que costumava vir do DRC!!", mas depois, sozinha, com calma, com a mente aberta, fui ouvindo faixa por faixa e em algumas ouvi duas ou mais vezes consecutivas para analisar e entender melhor. Aquele "novo" som foi me cativando, me envolvendo que hoje não dá mais para parar de ouvir.
DRC, muito sucesso pra vocês e contem comigo!!!
Paz e sorte, fiquem com Deus. Ele está comigo.
Bjs
Adorei o novo CD deles, estou ansiosa para conferir esse trabalho de perto, mas uma coisa gostaria de saber, se o livro já está pronto e como posso adquiri-lo. Beijos DRC Joice Ma/AM
"Pô eu não vou ser puxa saco, mas... Curto muito vocês" Quem ler essas besteiras que vou falar!!!!!!!! Cara fique sabendo que o que mais eu queria era tocar um vez no ensaio de vocês!!!!!!!!!!! Eu tenho um violão e só o que eu toco são músicas suas, tanto no baixo quanto... Eu moro um pouco longe daí, mas fazer o quê? Eu tava com uma perna quebrada e não tinha o que fazer, e minha mãe comprou um violão usado para mim e fiquei 30 dias com o gesso no pé e 30 dias com o violão no pé da cama!!!!!!! Acho que você tá pensando o que é que tem a ver!!!!!!! Eu aprendi só, sozinho a tocar... Peguei uma revista com cifras e treinei duro!!!!!! Valeu a pena, além dos primeiros dias torei umas 4 cordas... Mas hoje só o que curto é o rock. Que pena que não tenho guitarra pra levar um solo, mas é isso aí, o que eu queria era apenas fazer um ensaio com vocês, pois quem diz "Quem não faz, não precisa me ensinar como fazer...
Eu não tenho tempo para esse jogo, eu faço o que eu quero,
eu sigo os meus desejos e é assim que tem que ser...."
Tô aí, moro em Parelhas/RN, e é isso... Visite meu orkut " Carlos Felipe da Matta "
Os Detonautas são demais! Adoro todos os integrantes da banda, acho a maneira deles de incentivar o rock nacional muito boa... Sou apaixonada pelo Tico... Sou super fã da banda!!! Mandei pixar um quarto da minha casa todo com o nome da banda, nas paredes também tem documentários, fotos... Acho o Tico LINDOOO! É inadimissível que falem mal dos Detonautas perto de mim... Fiz também uma tatuagem com o nome da banda nas costas, pois amo muito os integrantes!
Beijos!
Marihellen Christina Souza Vieira Mayer.
Fala, Tico... Bom eu como um cara que curto o DRC pra caralho, tô com o Tico... O mal da sociedade é se acomodar, e é por isso que temos os governantes que temos, as escolas que temos, e toda essa merda da sociedade.
Acho que se o mundo olhasse para os erros e tentasse melhorar, qum sabe não íamos consertar pelo menos uma boa parte da razão pela qual estamos aqui, para podermos evoluir...
Grande abraço, Tico e a galera do Rock em Geral
O Tico é demais, gosto dele porque faz o que gosta, independente se os outros vão aceitar ou não, me conquistou e hoje o admiro pra caralho por sua causa. Hoje a música é muito importante pra mim, comecei a tocar violão e a 1º música que aprendi foi do DRC ("Quando o Sol Se For"), amo o Tico e o DRC em geral. Beijos, viva o Rock Nacional...
É nós...
Joice Ma/Am
OI FOFILIS ,VOCÊS DERAM UM SHOW NO NOVO CD, AS MÚSICAS ''SONHOS VERDES'' ,''DIA COMUM'' E ''INSONE'' DÃO PRA VIAJAR E ''NÃO RECLAME MAIS'' PRA GRITAR.
BEIJOS E MAIS BEIJUS. TICO VOCÊ É LINDO, TE AMO, ESSAS MÚSICAS SÃO BOAS, MAS NÃO BARRAM ''OLHOS CERTOS'', A MAIS FOFA QUE JÁ FIZERAM. THIARA 100% RC
Evolução... Essa é a palavra que define esse novo e ótimo trabalho, diga-se de passagem...
Os meninos amadureceram, em termos musicais e pessoais, conquistaram um público fiel, amigos de todo o Brasil que trocam idéias e apóiam a banda, seja onde for... E creio eu que seja este o maior sucesso dos Detonautas Roque Clube, e não a vendagem de CDs (isso é consequência do bom trabalho)...
Eu aprecio a nossa união (não total, afinal nada é perfeito), de fãs/amigos + banda/produção. Isso que é legal.
E claro, é visível a diferença da sonoridade dos outros CDs pra esse...
Eu só tenho que agradecer pelo carinho dos amigos DRCs e desejar sucesso sempre, afinal é isso que desejamos a quem gostamos, não?
Beijos.
FUI! e viva o roque! =^.^=
OI, SOU ALLAN, FUI NO SHOW AQUI EM MONTES CLAROS E CURTI E CURTO OS DETONALTAS, VALEU PELA SUA PESSOA TICO, MAIS, VALEU PELO WHISKY ESTAVA ÓTIMO. CURTO VOCÊS, CONTINUEMI ASSIM, VALEU!
Parabens Tico, gostaria de dizer que sempre estou lendo seus textos no site e que de alguma forma eles me enriquecem e garantem a certa opçao pela minha forte personalidade... (Sua personalidade é foda e são pessoas verdadeiras assim que merecem o respeito nesse pais) .Sou músico há 8 anos e tenho uma banda que pretende alcançar o cenário do rock nacional , alem de ser um fã forte do rock nacional, o que já é uma ajuda para quem quer viver de música no Brasil. Admiro muito vocês e seus trabalhos, acho que nós, seres humanos não podemos renegar pelo que passamos, é sempre importante. Esse novo CD tá foda e se entrar no site da minha banda está como o CD influencia para mim no momento. Me identifikei demais. Moro aqui na Barra (RJ) e além de fã seu como músico sou seu fã como pessoa... Seria incrível um dia trocar uma idéia com você e pegar um pouco de sua experiência, porqie acredito muito na minha banda e nas minhas músicas. Também faço com honestidade e muito trabalho. Meus parabéns por me forncer inspiraçao tanto na música como na performance. Parabéns, e quero muito viajar nesse novo show, que deve tá porradaço!
aLeX aCaSo
Putz, muito da hora essa entrevista... Curti muito... O Tico me parece ser um cara muito foda! Gostaria muito de poder trocar idéia com ele algum dia... Sempre DRC... ABS...
Pow! O DRC fez um puta álbum, um som pesado, envolvente. Conseguiram mesclar como ninguem a influência de várias bandas e desenvolver isso muito bem ao longo desse CD (Insone e Dia Comum são muito foda!). Parabéns aos Detonautas e que Rodrigo Netto onde quer que esteja se orgulhe cada dia desse trabalho maravilhoso que voces fazem! Valeu!!
O novo CD, psicodeliamorsexoedistorção realmente é diferente dos anteriores, mas dá pra sentir verdade na proposta da banda, pois deixaram o lado mais pop e mostraram o lado cru dos DRC, com certeza o mais rock`n`roll dos três cds e na minha opinião o melhor, DETONAUTAS ROQUE CLUBE, VIDA LONGA.
Bem, sou uma grande fã dos Detonautas, amo muito mesmo todos eles e acredito que todo esse sucesso que eles fazem é consequencia de grande luta, determinação...
Com certeza de onde Rodrigo Netto está ele vê e aplaude vcs..
Um grande beijo e muito sucesso galera!!!!
Aê...
Estrevista muito foda!!!
É isso aê, o Tico arrebentou!
Viva o DRC porra!
Rock'n'roll na veia!
Abs
Eu adoro essa banda, o gingado do rock brasileiro, eu adoro o estilo dele, eu amo essa banda
O terceiro CD tá magnífico... Adorei as melodias a 2a música é perfeita...
Eles só mostram que nasceram pra fazer um som de boa qualidade...
Oi, eu curto muito Detonaltas e gostaria de ouvir a música nova .
Curto muito essa banda, músicas maravilhosas, som de qualidade mesmo. Curto muito mesmo...
Porra, essa banda é do caralho! Sou fã número 1!
Falou!
Cara, eu ouço Detonaltas desde quando me conheço por gente, essa banda e do caralho!!!
Detonautas sempre inovando!
O novo CD, "O Retorno de Saturno", lançado no começo desse ano é diferente de todos, com uma sonoridade mais tranquila e menos distorção... Músicas muito boas!
É isso que faz do Detonautas uma banda diferenciada no Brasil, exemplo de amadurecimento. Não podemos ficar presos nessas modinhas...
Seguimos em frente...
Bom, do som novo do Detonaltas salvei só a musica que leva o nome do CD. Se bem que eles estão numa gravadora que é muito capitalista e gosta de altos índices de venda. O Gabriel, o Pensador, que é amigo do Tico, também trabalhou lá por 5 anos e teve que mudar muito o seu esttilo ficando mais pop. Mas nunca perdendo o gênio que sempre foi.
Hoje em dia pra fazer sucesso não há receita. A gente tenta acertar errando e errando tenta acertar.
Se bem que, como diz um pedaço de uma musica de outra banda que não tem nada a ver, "Nem tudo está perdido. Tudo em paz no reino da quimica". E nesse mundo de hoje tem que ser um bom alquimista musical. Para transformar o chumbo que pensa em nossos ouvidos virarem ouro em nossas mentes.
Falou Galera!
Já faz uma cara que eu curto o som dos Detonautas, coleciono todos os CDs. Sou muito fã dos caras, o Tico tem um jeito que eu admiro muito: é a humildade. Todos os discos foram massa, só que até hoje eu ainda fico com o primeiro disco, porque ele fez parte de um momento histórico na minha vida. Eu era um cara sofredor,
levava crítica da galera só pelo fato de curtir rock. Detonautas é sem duvida a melhor banda de rock do Brasil, eu me inspirei no estilo do Tico para fazer meu orkut, não é é a toa que o sobrenome é detona.
É isso aí, confira as fotos, é nois, Detonautas na veia!