
A febre das discotecas dominou o mercado americano de tal forma que cegou os olhos da crítica e da mídia como um todo. Enquanto na mesma época, nos subterrâneos de Nova Iorque, explodia o movimento punk, que iria levar a Inglaterra a grandes transformações sociais, os americanos simplesmente dançavam ao som dos Bee Gees.
No Brasil, que na época (mais ainda) recebia forte influência da mídia americana, e dava as costas para o resto do mundo, a onda disco também pegou pra valer. A começar pelo esperto Nelson Motta, que fez das garçonetes de uma discoteca na Gávea um grupo de cantoras e dançarinas que não demoraria muito para fazer a abertura da nova novela das oito. Elas eram as Frenéticas, e a novela se chamava “Dancin’ days”, de Gilberto Braga. Depois que tudo virou disco, até Gilberto Gil embarcou na onda da “quanto mais purpurina melhor”, com a música “Realce”.
Mas e o filme? De produção modesta, “Os embalos de sábado à noite” mostra Tony Manero (John Travolta, em seu segundo filme para o cinema), um jovem suburbano, morador do bairro italiano de Nova Iorque, que trabalhava duro durante a semana, e aos sábados ia se divertir numa discoteca. Ao passo que ele se frustra com a família, se realiza como dançarino, chegando a faturar uma grana alta.
A onda disco, sem dúvida um dos momentos menos criativos da música mundial, onde a repetição de estilos, fórmulas e modelos ultrapassados eram a tônica, durou cerca de quatro anos. Além do cinema, impulsionou, claro, a indústria fonográfica, elevando os Bee Gees às paradas de sucesso. O grupo, que estava enfrentando uma fase ruim, voltou a crescer, sendo que as quatro músicas que foram compostas especialmente para o filme se transformaram em mega hits.
Passada a febre, Hollywood ainda investiu em “Grease – Nos tempos da brilhantina” (1978), no qual Travolta contracenou com Olívia Newton-John, e “Os embalos de sábado continuam” (1983), mas, claro, sem repetir o sucesso. Depois, o próprio Travolta sumiu de cena, e só foi resgatado pelas mãos de Quentin Tarantino, em Pulp Fiction” (1992). Na música, ecos desse passado sombrio pode ser encontrado na música eletrônica contemporânea. Há cinco anos, até o U2, medalhão do rock, lançou “Pop”, disco com visual copiado daquela época, mas viu a besteira que fez e voltou atrás.
Nada sobre o Linkin Park nesse site, isso é uma vergonha. Bota alguma coisa de Linkin Park, por favor.
Sou estudante de moda da Univercidade Paranaenses-UNIPAR.
Estou fazendo um trabalho, na Disciplina Psicologia da Moda e o tema proposto para nós é realmente este (Embalos de Sabado a Noite / Discos ), e ao pesquisar encontrei este site a qual relaciona o assunto proposto. Se vocêstiverem alguma mais informação relacionado com este texto proposto por vocês, a qual achei muito interessante e já pode me esclarecer bem, por favor enviem para o meu e-mail citado.
Atenciosamente
Sidnei Santos
Sidnei, manda um e-mail pra mim e diz o que você precisa.
Abraço,
Bragatto