

Quando um artista se dá bem no mercado musical brasileiro logo no primeiro disco a expectativa pelo segundo faz dele mais importante do que já seria. Se esse artista é do rock, veio do underground e superou barreiras, a coisa é ainda mais intensa. A novata Pitty amadureceu mil anos em dois, mas não abriu mão de suas convicções. Sua segunda investida veio mais pesada e visceral, já no nome: “Anacrônico”. Assim como no disco de estréia fez sucesso a improvável “Máscara”, uma música longa com diferentes andamentos e trechos com letras em inglês, desta vez ela arrombou as portas da mídia com o riff mais pesado dos últimos tempos a tocar numa rádio comercial, justamente o da faixa-título.
Esses últimos tempos não têm sido fáceis para Pitty. Ela não sai da mídia, faz shows a torto e a direito e vive a receber prêmios, no mainstream e no underground. O último foi na recém inaugurada categoria “Ídolo MTV”, sob o aplauso de quem já foi a um de seus shows, sempre lotados de pré-adolescentes. Ao mesmo tempo, participa de listas na Internet e tenta ter uma vida razoavelmente normal, apesar das mudanças.
Não foi fácil falar com a cantora, mas ela acabou nos atendendo, via e-mail. Numa entrevista esclarecedora, Pitty entrega o “conceito não declarado” de “Anacrônico”, o disco, detalha como funciona a banda por trás de seu nome (Martin, guitarras; Duda, bateria; e Joe, baixo), confirma referências antes apenas sugeridas, e diz o que respondeu ao convite para fazer uma sessão de fotos para uma revista masculina.
Rock em Geral: Como foi a gravação de “Anacrônico”, se compararmos com a do “Admirável Chip Novo”? Naquela oportunidade havia só uma fita com algumas músicas ao violão. Nesse disco vocês já chegaram com as idéias consolidadas?
Pitty: Para o “Anacrônico” também havia muitas coisas só com voz e violão. Acho que isso faz parte do meu processo. Mas, como já estávamos na estrada há dois anos, havia também algumas coisas desenvolvidas, embora a base dele continue sendo canções - voz e violão - adaptadas e arranjadas depois por todos nós juntos, para o formato da banda.
RG: Esse disco é bem mais pesado que o anterior, em letra e música, mesmo nas músicas mais lentas. Foi uma premissa fazer assim ou tudo se decidiu durante as gravações?
Pitty: Nós nunca verbalizamos nada sobre o disco, isso é o que foi melhor. Jamais sentamos antes para conversar e dissemos: esse disco tem que ser mais pesado, tem que ser assim ou assado... Eu simplesmente mostrava as músicas para os meninos e nós íamos tocando, cada um acrescentando alguma coisa, discutindo as idéias na hora. Deixando a música falar e a característica de cada um aparecer e se somar a dos outros. Ou fazíamos uma jam session, gravávamos tudo e depois escutávamos e selecionávamos partes. Ter um estúdio, um laboratório, nesse caso, ajudou bastante. Penso que música é liberdade, e queria que o processo fosse o mais orgânico possível, sem fórmulas, sem compromissos pré- estabelecidos. Acabou que ficou mais pesado, mas acho que isso é fruto tanto do nosso entrosamento pelo tempo de estrada quanto pelo conhecimento que nós fomos adquirindo com o tempo; de tirar dos equipamentos a sonoridade que nós queríamos, desde o primeiro disco, mas não tínhamos como. Quanto às letras, foi um lance natural também, o momento, as reflexões pertinentes a essa época de agora.
RG: Essas músicas foram todas compostas entre a gravação do disco anterior e esse, ou tem alguma coisa antiga no repertório?
Pitty: Tem algumas antigas. “Anacrônico”, por exemplo, é do finalzinho do Inkoma (banda em que Pitty cantava antes da carreira solo), quando eu já estava sozinha nessa fase de transição. E muita coisa veio no meio de um disco e outro, até por isso o considero anacrônico, as músicas são recentes e antigas, e ainda assim continuam cabendo em qualquer tempo.
RG: “No Escuro“ é praticamente uma música do Nirvana, no formato, arranjo, etc. A idéia era prestar um tributo mesmo?
Pitty: É total uma homenagem. Quando eu cheguei com o violão para mostrá-la aos meninos, antes de tocar eu disse: galera, essa é uma canção grunge. Queria mesmo que ela passasse essa sensação. Não só com relação ao Nirvana, mas a cena de Seattle como um todo, que foi fundamental na minha formação musical. Com quase a mesma harmonia de “No Escuro” é possível tocar umas duas músicas do L7, por exemplo. E no formato eu quis acentuar isso também, por isso é de propósito o violãozinho no começo, a explosão depois, o tom intimista e meio arrastado da voz, os gritos do final.
RG: A letra de “Anacrônico” parece um retrato de tudo que aconteceu com você entre a gravação do primeiro disco e do segundo, e as palavras “mudança” e “outro(a)” aparecem várias vezes. Como você avalia esse período, na sua vida pessoal?
Pitty: Na verdade essa música foi escrita bem antes de eu imaginar qualquer coisa, mas como esse tema (mudança, reflexão dos novos valores e pessoas ao redor, etc) é bastante atemporal e abrangente, ela cabe nessa situação também. Sim, muitas coisas mudaram por conta da banda ter despontado, outra rotina, outras prioridades. Mas as coisas mudariam de qualquer forma, se não fosse para esse lado seria pra outro, haja vista que estamos todos em constante processo de mutação. Ter uma banda no underground e viver de música são duas coisas bem diferentes, e, claro, assim como tudo na vida, as duas têm lados bons e ruins.
RG: Nesse sentido, que idéia exatamente você quis passar no refrão?
Pitty: A de que nada dura para sempre, a de que o mundo gira, a de que coisas velhas precisam dar lugar a novas, e que tudo se renova. Que a gente precisa sempre ter cuidado e atenção com todos ao nosso redor porque as posições se invertem, porque o jogo vira. E que a gente não sabe para que lado ele vai virar amanhã. A síntese talvez seja renovação.
RG: Parece que “Memórias” trata mais ou menos do mesmo assunto; ela é uma espécie de “Anacrônico 2”?
Pitty: Acho que não. “Memórias” é uma coletânea de frases que propõem uma reflexão sobre atitudes e lembranças passadas, e de como isso influencia o hoje.
RG: Em “Brinquedo Torto”, na frase “eu me vendo como um brinquedo torto”, o “vendo” é do verbo “ver” ou “vender”?

Pitty: Os dois. Quando eu estava escrevendo, pensei exatamente no duplo sentido. Eu me vejo e eu me vendo, e os dois cabem na idéia da música toda. O “ver” porque às vezes é assim que eu me sinto, um brinquedinho meio torto que de freak e esquisito passou a ser legal; e “vender” porque, embora eu deseje utopicamente que a arte seja só uma forma de expressão, libertação e conscientização, esse é também é o meu trabalho, minha forma de subsistência. Infelizmente vivemos num mundo aonde tudo precisa ser vendido e comprado. Estamos todos “vendendo” nosso trabalho, seja você como jornalista, seja o balconista da padaria. Somos obrigados a vender e a comprar para podermos existir.
RG: Essa também pertence à “série Anacrônico”?
Pitty: Todas pertencem. Esse disco, se for analisado mais profundamente, tem um conceito não declarado, uma ordem cronológica das situações contadas. A seqüência das músicas foi pensada para este fim, por exemplo. Começa com "Saideira", propondo uma história, se desenvolve por caminhos que envolvem mudanças, questionamentos, desencontros, busca do que é real, e acaba com uma pergunta, baseada em Lacan (Jacques Lacan, psicanalista francês seguidor da linha Freudiana). Quando acharmos que já temos tudo, o que vamos querer depois?
RG: Por que você acha que o público mais novo, de pré-adolescentes, se identifica tanto com as suas músicas? As letras não parecem direcionadas para esse público...
Pitty: Não são mesmo. Até hoje me pergunto isso, e tento desenvolver algumas teorias para entender, mas o fato é que não consigo. Talvez porque nessa fase sejam despertados os primeiros desejos de auto-afirmação e entendimento das relações e da sociedade, dos valores impostos, coisas que estão presentes nas letras.
RG: Sendo assim, por que incluir uma música com letra em inglês?
Pitty: Simplesmente porque ela apareceu assim e eu respeitei isso. Eu sou levada pela música como ela vem, não o contrário. Ouvindo muito jazz e blues, comecei a dedilhar essa música no violão e fui cantarolando coisas em inglês. Quando vi, já estava pronta. Até pensei em transpor para o português para ficar dentro do mesmo universo, mas depois achei que não valia a pena e a deixei ficar como nasceu.
RG: Como anda a banda hoje, depois da troca de guitarristas? Foi fácil a transição para o Martin?
Pitty: Assustadoramente fácil. Achei que ia enfrentar uma batalha maior para encontrar outro guitarrista que se encaixasse no som com perfeição, que tivesse as mesmas influências, e o Martin caiu como uma luva. Além de ser um puta guitarrista e arranjador, ele ouve coisas que nós amamos, e é uma pessoa ótima de se lidar. Gentil e generoso musicalmente, sem ego, sem vaidade; fator fundamental para se estar nisso aqui. Ele foi imprescindível na formatação das músicas, tem idéias maravilhosas e soma o tempo todo. Ele é dos grandes incentivadores do fato de eu tocar mais guitarra nesse disco. Mesmo quando eu achava que não ia conseguir ou executar direito, ele, com toda paciência do mundo, me dava força e me ensinava como fazer. E foi assim, sem esperar, que nós ficamos mais coesos, mais unidos. Os meninos se adoram e se respeitam, e a coisa é mais “um por todos” do que nunca.
RG: Fale sobre o projeto gráfico do disco, quem fez, etc. Foi você que encomendou o tema das ilustrações? O que elas representam?
Pitty: Quem fez foi Edinho Sampaio, um artista plástico baiano muito amigo meu, e grande guitarrista da Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta. Eu o conheço há muito tempo e sempre o achei talentosíssimo, sempre quis trabalhar com ele. Nesse segundo disco quis fugir da caretice de “cara na capa”, e ele foi a escolha mais perfeita. Conversamos muito sobre o tema, sobre anacronismo, e ele criou as "drongas", essas meninas da capa que são garotas de hoje, mas com um toque retrô (ou de ontem com um toque futurista), com uma malícia não declarada, uma inocência pervertida. E são esquisitinhas, com gengiva, olhos e dentes estranhos. Pessoas estranhas, mas interessantes.
RG: No som que você faz se nota muitas referências ao metal de vanguarda dos anos 90, mas de lá pra cá muita coisa aconteceu. Você continua ligada no cenário da música pesada? Cite as bandas que você tem ouvido nos últimos tempos:
Pitty: Sempre, é uma das vertentes que eu me amarro. Os anos 90 mudaram minha vida, fui contemporânea daquilo tudo. Mas ouço muita coisa antiga e nova, é uma mistura sem fim. De Black Sabbath e Dead Kennedys a In Flames e System of a Down. Aí acordo um dia e quero ouvir Velvet (Underground), ou Etta James, ou Cartola. Mars Volta, Muse e Queens of The Stone Age estão sempre presentes também, assim como Faith No More. Do Brasil tem duas pesadas que eu gosto muito, Sangria (BA) e Claustrofobia (SP). E tô curiosa pra ouvir o novo do Sepultura também.
RG: Existe uma produção exagerada envolvida num show da Pitty hoje em dia (carros, uniformes de recepcionistas e até cardápios customizados), isso sem falar na produção de palco. Isso é uma coisa que ainda passa pela sua mão, ou você hoje é mais parte do processo do que consegue tomar conta dele?
Pitty: Tudo passa pela minha mão, é herança do underground, onde se faz de tudo, e acho que para ter coerência no discurso é bom que seja assim. Mas, claro, existem pessoas extremamente competentes e de acordo com nossa filosofia trabalhando conosco, cada um executa uma parte. A confiança e o fato de saber que essas pessoas sabem quem nós somos e o que queremos me deixa tranqüila, até porque é impossível fazer tudo sozinho.
RG: Você interfere no planejamento de uma turnê, para evitar que marquem mais shows do que você consiga realizar?
Pitty: Tudo é decidido em conjunto o máximo possível, e estou atenta quanto a isso, não só pela exaustão física e psicológica, mas principalmente para que a coisa jamais fique burocrática, para que o show não se torne um trabalho do tipo “bater cartão de ponto”. É fundamental manter acesa a coisa da empolgação com cada show em particular. Qualidade, não quantidade. Tudo isso é avaliado na hora de montar a turnê.
RG: Apesar dos compromissos de uma artista grande no mercado, você sempre está postando mensagens no site e costuma participar de listas na Internet. É mais um hobby, curiosidade ou até uma nostalgia da época pré-sucesso?
Pitty: Eu gosto de estar em contato com as pessoas que curtem nosso som, para que seja uma troca, uma horda, uma família. Não acredito em pedestal nem em culto a celebridade. E sempre gostei muito de escrever, em diários de papel e agora virtuais. Isso me aproxima dos outros e principalmente de mim mesma.
RG: É verdade que você foi convidada para fazer uma sessão de fotos para uma revista masculina? Toparia fazer?
Pitty: Fui, mas não topei. Não viajo em me expor dessa forma, não, quero falar de música, de idéias, de livros. Não tenho nenhum problema com sexualidade ou sensualidade, mas detesto a banalização da mulher e o machismo que ainda impera. Minha vaidade não passa por isso. E ser mais um pedaço de carne nesse açougue é bem fácil, não precisa nem ser bonito. A questão é que dura cinco minutos e já esta cheio de embalagem bonita e vazia por aí.
Pitty, eu te amo. Eu queria ter todo dinheiro do mundo para fazer um show seu!
Pitty, você é linda...
Quantos DVDs você lançou?
É verdade quer você tem um CD chamado Lado Z?
Te amo te amo te amo
Já fui em 5 shows e não tive a oportunidade de falar com você, manda uma mensaem pra mim. Te amo muit : Deus no céu e Pitty na terra,
Eu sou qria dizer que a Pitty é foda. I love her e toda a sua banda
É Pitty na cabeça, tá ligado?
Pitty, vc é 1000, suas musicas são fodas, te curto pra caralho, e agora com o CD Anacrônico que ficou foda não ouvir o seu som.. Como diz você, ROCK È BOM E EU GOSTO! Valeu!
O novo CD tá muito bom, Pitty é a melhor cantora de rock deste país.
Pitty, você é linda, eu te adoro muito, gosto muito das suas músicas. Até minha irmã toca uma no teclado.
Beijo
Te adoro muito
Pô, nem tem o que dizer
A Pitty é tudo, ela é foda...
Canta muito
Eu amo ela demais
A Pitty é show! A rainha do rock
Pô, cara, tu é muito massa
Te adoro demais!
Fui...
Acho esse site muito rock, eu adoro a PITTY, ela é puro rock
Eu amo a Pitty! Ela é linda!
Amo todas as músicas dela! Pitty na veia, na cabeça e no coração!
Quiero decir que me gusta tu musica, esta a toda madre tus rolaz,,,,,kisiera k pudieraz venir a Mexiko para poder
conocerte ,,,,ers una chingona te felicito
good bye
Eu amo a Pitty... Não só ela, mas a banda!
É isso aí... Rock é bom demais
Pitty te adoro te acho super inteligente e além de tudo é simplesmente a melhor cantora da atualidade.
Sou eternamente Pitty!
Oi! a Pitty é demais, para mim ela é tudo !
Beijos para todos que curtem a Pitty
adoreiiiiiiiiiii
Oi! Eu so do Uruguay... A Pitty é demais!
Aguante Dead Kennedys!
Pitty eu gosto de você!
A Pitty é mesmo irada...
Ela é mais 10...
Poxa, tô até sem comentários
Pô, a Pitty é demais... Admiro muito ela e toda a banda...
Eles conquistam cada vez mais o público com esse jeito único de se... De agir... Sem se preocupar com o que os outros vão pensar ou dizer a seu respeito... Curto a Pitty desde seu primeiro clipe na MTV...
Considero a Pitty uma verdadeira ídola.. Tenho um sonho de ter uma banda... E ser como ter meu próprio estilo... Meu jeito sem se importar com os críticos, com a mídia...
Pô Pitty você é dez... Amo você demais... Que o sucesso cresça mais e mais na vida de vocês... de coração.....
beijos... De sua fã...
Olá cara, ficou muito bom essa entrevista com a Pitty, clara tudo com ela fica ótimo, espero em breve um dia conhecê-la pessoalmente.
Cara ficou muuuuuuito fóda, arrasou mesmo, adorei. Espero que o próximo seja sobre o Ratos de Porão!
Beijos, valeu.
Nancyta
Amo a Pitty, só para saberem
Nossa, nem sei o que dizer... Gosto muito da Pitty e sou muito fã!
Tá tudo muito show!
Amei isso, aliás tudo que fazem pra Pitty é ótimo e lindo
Muito bom, ela como sempre muito boa com as palavras, sabendo descrever exatamente o que pensa!
Precisamos realmente de artistas conscientes como esses... Não digo só dela, mas da banda inteira!
Quem é fã sabe do que eu tô falando!
Bah, muito tri essas info da Pitty e sua banda!
Abraços fui!
Este site é do caralho, muito maneiro...
VALEU!!!
Eu amei, queria ter um mais não posso comprar
Esse site é legal, suas fotos são d+
Amo a Pitty, pra mim ele é a melhor cantora do mundo inteiro. As músicas dela são as melhores músicas que existem nesse planeta! Não consigo ficar um dia sequer sem ouvir pelo menos três músicas dela que são: "Na Sua Estante", "Ttemporal" e Deja Vu". O show que ela fez em Santo André foi o máximo!!!
Pitty, te amo muito!!!
Eu amo a Pitty, sou uma super fã da cantora e adorei o site.
Entro em todos os sites dela e até sou sócia de uma delas.
Tchau, Juliana
Adorei esse CD, mas acho que deveria ser mais pesado ainda com musicas mais violentas
Eu amo a Pitty, e a música dela também, ela é uma das poucas pessoas que sabem fazer música ainda, ela tem seu ponto de vista próprio, e não vai pelos outros ou pela moda. Linda, inteligente, sem dúvida ela é uma super cantora.
Olá, esse texto tá muito legal. Eu sou fã n°1 da Pitty, eu amo ela.
Quando puderem, passem no meu flog e comentem também.
Abraços
Nossa que matéria foda, amei....
O som da Pitty é muito chique, sem falar da banda que toca muito e as letras que nos fazem refletir, que pra nossa alegria não é mais uma cantora romântica, dessas que ninguém merece.
Olá, passei para dizer que Pitty e eterna!
Valeu Galera!
Eu amo a Pitty!
E essa materia está muito legal!
Me informem mais sobre essas matérias sobre a Pitty!
Simplesmente perfeito
Nossa!... Eu adorei o site... Muito legal... Amei... Sou uma fã da Pitty... Seja lá quem foi que fez esse site, mas eu amei...
Bjus
Gosto muito das letras, melodias e arranjos das músicas da Pitty. A propósito, muitos me acham parecida com ela que meu apelido é Pitty.
Muito legal
Bom, o q tenho a dizer é muito simples e quem curte sabe do que eu tô falando...
Pitty é simplismente maravilhosa, eu me identifico muito com ela... Sei lá, pelo jeito espontâneo, diferente, sem ligar pra comentários dos outros... Vive constantemente... Simplesmente eu adoro a Pitty......
Po, eu adorei, o site ta show, eu amo a Pitty e é bom ver que aqui tem muita gente que sente a mesma coisa, valeu.
O som da banda é porrada, e Pitty canta com a alma, e claro! ela uma gata!
O som da banda é porrada, e Pitty canta com a alma, e claro! ela uma gata!
Amo a Pitty e acho ela linda de fudê.
Já fui em varios shows dela e curti pra caralho, foi de fudê!!!!!!!!!!
.olá.
eu amo a Pitty.
ela é demais.
muito talentosa.
pra mim ela
é a Deusa do Rock
Nacional.
AMO A PITTY.
Beijossss..
10000000%Pitty...+
Oi! A Pitty sabe o que diz em suas canções. Eu sou uma grande fã dela, gostaria que ela continuasse a escrever canções assim. A música preferida é "Teto de Vidro", ela fala sobre tudo da minha vida. Cada letra, o toque, tudo. Espero que continue sempre assim! Beijo enorme
Queria saber os dias e local de show da Pitty.
Obrigado!!!
Eu nem tenho o que falar da Pitty, ela é demais, canta pra caramba e ainda por cima é linda...
Amo a Pitty, sou apaixonada por ela, pois ela trouxe o melhor do rock, e ela sabe cantar, tem capacidade, nao mente, nao faz playback e nao precisa de dublê porque tem capacidade.
A Pitty e muito linda, eu amo ela
Bah! Sou gaúcha e adoro essa baiana. Ela mostra que lugar da mulherada é no mundo mesmo, sem preconceito e machismo. Estamos contigo Pitty, tu és nossa voz, a voz feminina.
PS: não sou feminista tá?!
GOSTEI MUITO DESTE NOVO BLOG É MUITO DEZ ADOREI
Esse site é muito foda!
A Pitty é muito massa, admiro muito ela, canta pra caralho...
Muito, muito, muito massa!
Pitty, você é o que estava faltando para o rock brasileiro. Gostava muito do Ratos de Porão (não é uma comparação), curtia muito o João Gorgo que cantava em português e é o que falta neste seguimento. Fazer um bom som e cantar em inglês, todos fazem. Você superou, pois tua banda é muito boa, você canta muito bem, sua voz é doce, é muito bom te escutar. O que é dificil é não se apaixonar por você. Beijos!
Esse site é muito foda mesmo!
Bjsss