Os (quase) Papas mais históricos do mundo
Adis-Adis Babawana - Um caso perdido. Na verdade o cardeal africano nunca chegou nem perto de ser papável, mas ele se inscreveu nas três últimas eleições pra o cargo. Um iludido. Apesar do bom coração e de ter sido inocentado em todas as acusações de canibalismo em seu país natal, o Burundi, Adis-Adis se esquece que na igreja católica só há lugar para um preto de responsa e ele é São Benedito. Amigo de infância de Cruzmaltino Bandeco, o religioso se tornou os olhos, os ouvidos e o tato do Ressaca Moral no Vaticano. Teve papel fundamental na cobertura da morte de João Paulo II e na eleição de Bento 386, na qual teve o voto anulado ao escrever o próprio nome na cédula eleitoral.
Pepino - Esse quase chegou lá. Aliás, segundo alguns historiadores da religião, foi um dos grandes pecados da instituição não tê-lo como Santo Padre. Sagaz, justo, culto, carismático, estudioso, amado pelo povo, era o candidato ideal. Mas, estávamos no século XIV e, como se sabe, nessa época a igreja estava infestada de gente da pior qualidade. Desgostoso com as sete perdas consecutivas na escolha do Papa (na época quem ocupava o cargo não durava muito), ele se auto-isolou na ilha italiana de Capri e largou a batina. Como era muito famoso, não demorou muito para casar e constituir família, da qual veio e o famosíssimo pepino de Capri. Muitos dizem que teria sido esse o maior pecado da igreja ao não torná-lo papa.
Frei Damião - A simples menção do nome do religioso italiano que adotou o Brasil como lar causou comoção em várias metrópoles do país, especialmente em Mossoró. Considerado santo pelos nordestinos, o frei realmente era gente da melhor qualidade. Homem do povo e amado, de fato, um santo em vida. Mas, tinha um grave problema que nunca foi tolerado pelos manda-chuvas de Roma: a corcunda. Apesar de se formado em Teologia Dogmática, Filosofia e Direito Canônico pela Universidade Gregoriana, os cardeais não viam com bons olhos aquela mochila eterna que Damião tinha nas costas. Parecia um dromedário, o coitado.
Torquemada - O espanhol Tomás de Torquemada era o cara na época que a igreja católica não dava refresco pros hereges. Neguinho que viesse com papo de querer se divorciar era logo queimado. Quem espirrava na missa ia pra forca. Mulher que levantasse a cabeça na rua levava logo uma pedrada. Não tinha esse papo de confissão. - Padre, eu pequei - dizia a fiel.
- Entonces toma hijo de puta - respondia Torquemada antes de cortar a cabeça de quem bobeava a fazer coisas erradas.
Em 1468 teve uma eleição para papa e o espanhol foi chamado. Ficou sabendo que haveria um pleito ele ficou indignado. Deixou o Vaticano xingando a todos de "¿Eres fresco?". Tivesse sido eleito as coisas teriam sido diferente. Ah, se teriam.
O Ressaca Moral cobrirá com exclusividade a visita de Bento 386 ao Brasil no final de maio.

O atual papa, Bento 386 (esq.), num descontraído encontro com o Papai Noel (dir.) dois meses antes do Natal do ano passado. O bom velinho estava de agasalho esporte se preparando para o esforço hercúleo de entregar presentes a todas as boas crianças do planeta. O click ecumênico é de Messias Jardan.
Comentários
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escrito por: Acyclovir em 11/05/2008 às 10:45
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escrito por: Acyclovir em 11/05/2008 às 10:44
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escrito por: accutane em 11/05/2008 às 07:29
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escrito por: accutane em 11/05/2008 às 07:28
Vlad, o Twingo na verdade era da Renault. O velho esquema frances: pequeno e feio pra cacete com sua frente inspirada no Allan Proust.
escrito por: Friko em 10/04/2007 às 14:55
faltou dizer que, segundo tylon maues, o perfil de frei damiao teria inspirado o design do twingo, aquele carro da wolksvagen.
escrito por: Vlad em 8/04/2007 às 18:32