Mundo ainda não acabou, dizem especialistas
São Paulo (172 quilômetros de lentidão, novo recorde para o horário) - Apesar das bolhas no pé de Ronaldo e da transferência da endiabrada Suzane von Richthofen para um prédio ao lado da casa deste colaborador que vos escreve em São Paulo, o mundo não acabou. Pelo menos é o que está constatando até o momento uma pesquisa inglesa que será encerrada às 23:59 de hoje, 06/06/2006, o dia da besta.
A pesquisa monitora possíveis sinais do encerramento do planeta por todo o globo. Na concentração da seleção brasileira na Alemanha a segurança foi reforçada, pois no dia da besta teme-se um ataque do zagueiro-bel-zebu-não-convocado Roque Júnior. Boatos dão conta que o ex-xerife da pequena área nacional estaria formando uma perigosa banda de reggae-universitário com o perverso nome de “um, dois, três, lagarti Jah!”.
Outro ponto de monitoramento do fim da existência, os times do Rio de Janeiro, não preocupam os especialistas devido à paralisação do campeonato brasileiro para a copa. Como é de amplo conhecimento, times cariocas ameaçando ganhar algum campeonato importante ou na ponta da tabela são anomalias bestiais que podem indicar aproximação do juízo final. “O Botafogo está na zona de rebaixamento, Flamengo e Vasco não ameaçam ninguém, nossa preocupação maior é o Fluminense, mas creio em uma queda para logo”, opina Bel Marques, vocalista da banda Chiclete com Banana e representante brasileiro na Comissão Internacional de Estudos Sobre o Fim do Mundo (COMINTERFUNDO). O baiano tem experiência no assunto, pois ele mesmo já tentou acabar com o mundo na época do boom do axé, no início dos anos 90. “Mas hoje estou redimido, desisti do mundo, me contento em acabar só com ouvidos”.
Ressaca Moral acompanha de perto o dia 06/06/2006 e só terminará seu plantão após dar a notícia do fim. São 128 mil jornalistas espalhados por toda Mossoró (RN) e correspondentes no Togo, Trinidad Tobago, Turquia e em todos os países que começam com a vogal T de Tamanduá, animal que possui 8 letras em seu nome e que, se somadas ao número 658, chegaremos ao apavorante resultado de 666.

Messias Jardan, assim como o autor deste post, não se intimidou com a provocação de Wilson Cremonese e resolveu postar no dia da Besta. A insofismável imagem retrata o exato momento em que Suzane Von Histroichkovivh chegava ao prédio que fica ao lado da residência de Doda Vilhena, único ressaquista moral residente na zona sul de São Paulo (RN) e que não come ninguém há mais de um mês.