« dezembro 2005 | Main | fevereiro 2006 »

30 de janeiro de 2006

Escolha aqui o nome da sua banda nordestina descolada que mistura música, teatro, poesia e cultura popular

- Sarapatel do Estômago Queimado

- Bordel do Corno Deslavado

- Otoniel do Carmo Penteado

- Jezebel e o Cavalo Avantajado

- Luiza Mel do Cachorro Estropiado

- Borel Morro do Pó Esquentado

- Gabriel Arcanjo do Abadá Encarnado

- Luiza Ambiel do Banheiro Azulejado

- Menestrel do Roskoff Queimado

- Cornel é Nome de Cabra Coitado

cordel.jpg
Ederenildes On The Rocks, líder e vocalista da banda Gineceu do Cravo Despelado. O clique sem Mach 3 é de Messias Jardan.

29 de janeiro de 2006

Nada é tão ruim que os pais não possam deixar pior

Quando criança - e até hoje, confesso - sempre me liguei às minhas pequenas coisas materiais. Brinquedos, gibis, figurinhas do Ploc Monster, tesouros sem preços. Com meus filhos noto a mesma coisa. Infelizmente, assim como era - ainda sou -, eles também são meio desleixados. Vivem perdendo as coisas. Entendo a dor deles quando isso acontece, mas, com a paternidade passei a ter um papel meio chato nessas horas. A gente sempre acha que quando pai seremos os melhores amigos dos filhos. Isso é importante, mas não basta apenas a amizade. Muitas vezes temos que ser um pé no saco para podar esses caras. É necessário, mas, que é ruim, é!

Antônio "Meu Santo" tem cinco anos e está na alfabetização. Uma semana antes do início das aulas ele ganhou como brinde de uma sandália um relógio todo estilizado, algo que, para uma criança, é irresistível. Ele andava pra cima e pra baixo com a traquitana. Não era de pulso, nem de parede. Não dava para prender em nada. Levava sempre o dito cujo na mão.

- Antônio, coloca o relógio na mochila para não perder.
- Não precisa.
- Filho, faz o que tô te dizendo. No final da aula, quando vier te buscar, tu pegas de novo.
- Poxa Tylon, já disse que não precisa. Vou colocar no escaninho.

São sete horas da manhã de uma segunda-feira e o domingo terminou tarde. Não me alongo na conversa. Volto pra casa. Um monte de coisas por fazer. Pagar contas. Devolver o filme na locadora. Confirmar se disse alguma besteira na noite passada no bar e me inteirar sobre o que vou escrever à tarde pro jornal do dia seguinte.

Onze horas. No primeiro dia de aula ele sai mais cedo. Lá estou no horário certo. Rapaz, o que tem de mãe e professora bonita naquele colégio não tá no gibi! Às vezes chego até mais cedo. Entro na sala.

- Antônio, teu pai chegou - depois de alguns anos com os mesmos colegas já sou conhecido pela garotada.
- Vamo nessa "Meu Santo" que o carro tá em fila dupla.
- Não tô encontrando meu relógio.
- Olha na mochila.
- Não tá aqui.
- Mas eu disse pra tu guardares ma mochila. Fizestes isso?
- Não.
- Por que não?
- Porque eu queria mostrar pos meus colegas.
- Então tá perdido.
- Eu vou achar.
- Eu disse pra tu guardares. Eu te avisei. Devia ter feito isso.
- Peraí que tô procurando, caramba!
- Achei. Estava no escaninho de um colega - comemorou professora.

Fomos embora. Ainda no carro de volta à minha casa, ouvindo Os Flutuantes, lembrei de uma tira do Calvin & Haroldo no qual ele comenta justamente isso e que termina com o comentário que dá título a esse texto.

Meu pai repetia pra mim como um mantra que ele era meu melhor amigo. Nunca tive porque desacreditar. Com a adolescência começaram as opiniões diferentes entre nós dois. Nunca tivemos maiores problemas, mas é normal que nem sempre a gente concorde. Não mudou o fato dele ter sido o primeiro grande amigo e continuar sendo até hoje.

Procuro fazer o mesmo com meus filhos. Sempre repito a eles que sou um amigo, mas fica difícil para eles acreditarem quando sou obrigado a ser um pouco rígido. Não basta apenas camaradagem. Isso eles terão com os amigos. Além disso, tenho que muitas vezes podá-los. O caminho que a gente julga correto quase nunca é o mais atraente. Isso é uma merda. Eu tento não deixar as coisas piores, mas infelizmente não posso só ser amigo deles.

OBS: Esse é o segundo texto em que falo sobre meus filhos, ambos sem muita graça. O primeiro se perdeu com a falta de backup do provedor antigo do gardenal. Acho que vou postá-lo novamente.

Calvin e Haroldo.jpg

Não encontrei a tira que menciono no texto, mas o amigo retratista Messias Jardan descolou essa que fala do mesmo tema.

26 de janeiro de 2006

Oh, Glória!

Uma das coisas que me irritam são comportamentos exagerados. Não vejo a menor graça nas pessoas que querem ser o alvo das atenções ou que não páram de falar ou citar certos assuntos, seja fofoca, futebol, novela ou qualquer que seja o tema. Um dos que mais me tira do sério é religião. Não professo nehuma delas, mas respeito todas. O que não suporto é quando querem me enfiar goela abaixo as idéias de Deus, santos, profetas, Buda, milagres e toda a sorte de misticismo. Das religiões só gosto dos pecados e do Diabo, já que ele é o pai do Rock'n Roll. O que vem a seguir talvez nem tenha tanto a ver com a seriedade que o assunto evoca, mas me tirou do sério.

Recentemente um episódio envolvendo dois times de futebol me chamou a atenção. Pimeiro foi o tradicional América do Rio de Janeiro. Desde o final do ano passado a equipe mais simpática da cidade passa por uma tentativa de profissionalização e revitalização. À frente está o ex-jogador Jorginho, lateral-direito campeão mundial em 94 nos EUA. Nada mais justo. Foi lá que ele começou a carreira. No entanto, semana passada ele veio com um papo horrível. Um dos precursores dos famigerados Atletas de Cristo, ele sugeriu a mudança do mascote do clube de Diabo para um Águia.

Antes dos comentários cito logo o caso do outro clube, o paulista América de Rio Preto. Assim como o original, lá o mascote é um símbolo dos infernos, se bem que nesse caso é o singelo Brasinha, o diabinho de fraldas das histórias em quadrinhos. Um dirigente, que é evangélico (não é perseguição), acha que o símbolo traz uma imagem ruim ao clube.

Antes de mais nada, sem entrar no mérito das religiões, essas duas propostas são de uma extrema babaquice e chega a ser até revoltante. Vá lá que o público que assiste ao Jornal Nacional é formado por clones do Homer Simpson, mas nem todos são estúpidos.

São poucos os casos de mascotes legais no Brasil, a maioria vai pela chatice como mosqueteiros, águias, leões, peixes, raposas e a fins. Abrir mão do Senhor das Trevas, de ter o Capiroto como patrono é inimaginável para mim. Que se crie uma liga gospel.

Além do mais, seria jogar no lixo anos e anos de tradição e isso é algo que não se desperdiça. Com o tempo as pessoas se identificam com o clube e nem ligam se o símbolo vai de encontro às suas convicções. Futebol é, antes de tudo, diversão. Confusões como essas tiram um pouco da graça. Tomara que não vá para frente.

Brasinha.jpg

Messias Jardan entende tudo de HQ e acha que isso é o máximo. Pra deixar claro como é metido só chama o Brasinha pelo nome original dado pelo criador Alfred Harvey: Hot Stuff, the Little Devil.

23 de janeiro de 2006

Lançado o Instituto Nacional de Fiscalização de Piadas e Trocadilhos

Mossoró (RN, RS ou RR?) - Chatíssimo coquetel de lançamento marcou o início das atividades do Inafispitroca - Instituto Nacional de Fiscalização de Piadas e Trocadilhos. O evento ocorreu na última sexta-feira no Aeroclube de Mossoró reunindo funcionários do novo instituto, políticos, religiosos, formadores de opinião e algumas meninas cantoras de Petrópolis.

O Inafispitroca surge para regulamentar a criação, redação e publicação de piadas, trocadilhos e tiradas espirituosas em geral de todo o país. Fiscais da entidade podem surgir a qualquer momento e nas mais variadas situações para coibir a ação de malas engraçadinhos que tanto importunam a vida da população. “Estamos de olho no Zorra Total e na Denise Fraga”, disse em indisfarçável tom de não-deboche o Diretor Geral da entidade, Severo Aspartame.

Quando perguntados sobre o que seria de fato engraçado e liberado para o riso geral da sociedade, os fiscais respondem com um ar de mistério. “A listagem do que é ou não permitido está em constante mudança, mas podemos barrar desde o João Kleber às referências de Monty Python, como os cavaleiros que dizem ni”, completa Jediane Biscoito, Subsecretária de Piadas Familiares e de Churrascos entre Amigos.

O Inafispitroca começa com escritórios em cidades críticas, onde a mesmice das piadas é alarmante. Pelotas, Campinas, Pau Grande, a própria Mossoró e todo o estado do Piauí são alguns dos locais a receberem as primeiras unidades da nova instituição.

inafispitroca5.jpg
O músico Moraes Moreira é um dos primeiros opositores do Inafispitroca. O conhecido bordão “Por que parou? Parou por que?” foi retirado de uma de suas músicas e já está na mira dos fiscais do instituto. O ruminante clique é de Messias Jardan.

13 de janeiro de 2006

Músicas de varejo

A música em templos de consumo como shoppings ou supermercados deveria ser apenas um detalhe de conforto tal qual o ar condicionado: na temperatura correta passa imperceptível, mas ao mesmo tempo é essencial para o bem estar do cliente na loja.

Se eu fosse responsável pela programação musical de locais de público tão variado, optaria pelo mais fácil: jazz e variações instrumentais de nomenclaturas diversas, quase música de elevador, quase imperceptível, nada de vocais. Um cliente cantarolando música do sistema de som é mau sinal, pois além de estar se distraindo das compras, o fato dele gostar da canção a ponto de cantá-la, quer dizer que a música agrada a alguém, ou seja, se agrada um, com certeza desagrada outro. Ou você conhece artista unânime?

Andando no shopping ouvi três pérolas nas caixas que me despertaram pena da esposa ou do marido do programador musical do shopping. Imagina o que a figura escuta aos domingos em casa no churrascão.

“Cio da terra” de Chico Buarque e Milton Nascimento me pegou de surpresa na fila do caixa eletrônico. Enquanto amaldiçoava três gerações do cara de dois metros na minha frente (que resolveu utilizar todas as funções possíveis do terminal de auto-atendimento) eu pensava o que diabos Milton colocou na cachaça de Chico para conseguir que ele gravasse algo tão chato. Debulhar o trigo / Recolher cada bago do trigo / Forjar no trigo o milagre do pão / E se fartar de pão. Socorro!

Caminhando em direção à praça de alimentação foi a vez da “Espanhola”, que infelizmente não é aquela que se faz em momentos de máxima intimidade, e sim a de Flávio Venturini, sucesso de motel e em bares voz e violão. Te amo Espanhola / Te amo Espanhola / Se for chorar / Te amo. E eu achando que shoppings pensavam apenas no conteúdo da minha carteira. Na verdade a programação musical ruim é uma chance que estão nos oferecendo. “Se continuar aqui vamos tocar Espanhola! Já pra casa, menino! Poupe seu dinheiro e sua paciência!”.

Beto Guedes no caminho do estacionamento, “Paisagem da Janela” era a bola da vez. Da janela lateral do quarto de dormir / Vejo uma igreja um sinal de glória / Vejo um muro branco e o vôo de um pássaro. Era a deixa para sair correndo, mas a pequena fila para pagar o estacionamento prolongou meu sofrimento auricular. Tentei distrair pensando em outras coisas, como o grande número de amigas mulheres que posam para fotos fazendo pose de “As Panteras” e depois exibem a imagem em seus fotologs ou álbuns do Orkut.

sa_guarabyra.jpg
Sá e Guarabyra gostam de Beto Guedes, Flávio Venturini e jiló com charque. Deu pra ti baixo astral? Chama o Messias Jardan e tchau! O repelente clique é dele, claro.

Campeonato dos Santos: Parte II

No começo do ano passado um editor do jornal onde trabalho me avisou que teria que participar de uma coluna de humor no caderno de Esporte. Os textos teriam sempre que remeter ao futebol. Teria que escrever a crônica central a cada quinzena. Procurei lembrar das histórias que meu pai e meus tios contavam. Essa foi a última que escrevi, acho.

Novamente o campeonato dos santos da Costa Maratauíra volta a ser notícia. O ocorrido a ser descrito aconteceu na pré-temporada de 1976. Todos queriam barrar o inédito tetracampeonato do São Nicolau, os "Danados do Furo do Pai Pedro". Foram três conquistas consecutivas com campanhas impecáveis. Isso gerou uma ciumeira danada no pessoal do Santa Edwiges. Os quadricolores eram, até então, os únicos detentores de quatro conquistas seguidas.

Mas estava difícil. O São Nicolau tinha um escrete admirável, com pelo menos cinco craques absolutos. Zé Bimboca no gol, Mariano, o "Ruivo", na quarta-zaga, e os irmãos Esmeraldo, Gabrielo e Ludmilo no ataque. Uma linha infernal, em especial esse último, dono de uma cabeçada mortífera.

O último amistoso antes da primeira rodada era justamente entre Edwiges e Nicolau. Tava todo mundo por lá. Até o beato Guariba, considerado um homem santo pelas redondezas, deu o ar da graça.

Começa o jogo e deu o esperado. O quadricolor tinha um time bem armado, mas sem nenhum destaque individual. Os "Danados" mandavam no jogo. De quatro cruzamentos dois chegaram à cabeça de Ludmilo, o "Matador Cruel", que não perdoou.

Mal começou o segundo tempo e o "Cruel" marcou mais um. Adivinha como? O Santa Edwiges teve dois atletas expulsos por jogadas violentas. E vejam bem, jogada violenta no interior é fratura exposta pra cima.

Os perdedores já estavam sem paciência. Tiveram a seu favor um lateral ainda no campo de defesa. A bola foi lá pro mato e nessas ocasiões mandavam sempre o Mílvio, um lateral-esquerdo com mais garganta que futebol. Lá foi ele puto da vida.

O Mílvio não conseguia encontrar a bola e isso só fazia aumentar a raiva. "Bora besta, cadê tu?!" Foi então que ele pegou um susto com um bicho nos pés dele. Mesmo metido a valentão ele não segurou um "Úúúúiiiiiiiii". Era um tatu-bola. Foi aí que a mente doentia dele entrou em ação.

Lá estava o Mílvio de volta. De propósito ele arremessou o lateral em direção à própria meta, onde estava o Ludmilo. Centroavante esperto, ele se antecipou ao goleiro e cabeceou. De longe se ouviu dois gritos. Um do jogador com a cabeça quebrada e outro do tatu, que saiu correndo.

Deu uma confusão! Pra variar foi gol, mas com o desfalque do matador nas primeiras rodadas o São Nicolau ficou sem pontos preciosos e perdeu o campeonato, que ficou com o surpreendente São Expedito, os "Impossíveis".

Tag Cloud

Quanto maior o tamanho da fonte, mais frequente o assunto.
007 abalo sismico aborrecimentos ACM Ades-Ades Babawana Alcione Amar é amasso Ambientalismo amigo_secreto Ana Carolina aquecimento Argentina arnaldo jabor arte artes plásticas astrologia astrologia joão bidu astronauta auto-ajuda axé Azaração bafo bahia baianidade bandidagem banheiro BBB behaviorismo belem Belém Bento 386 Betão Bill Clinton Biotônico Fontoura Blog do Doda blogosfera boca do lixo Bola de Praia Boneca Inflável Boteco Brasil Brasil 2014 Brasileirinhas brega Britney Spears Caetano Veloso Calypso calça cáqui calça xadrez carnaval cartoons cartuns caçador de pipas celebridades cerveja Charles Bronson Chico Buarque China Ciganos cinema Cirque du Soleil ciência Clint Eastwood Clodovil condominio conspiração Contos Copa do Mundo Copa2014 Cordel do Fogo Encantado Coroas Cosplay cotovelo covardia crianças criminalidade crítica crônica cultura curumim cárcere cáries cãozinho Rogério Flausino Deborah Blando decoração dentes Dercy Gonçalves dicas Didi Mocó Dignidade diogo mainardi Djavan Drogas economia eleições Emprego Encosto engarrafamento entretenimento entrevista escola Escorpião esportes Espíritos ET EUA evolução expressões Eymael Fafá de Belém fantasias fenômenos fernanda youg Ficção Científica Fidel filmes trash Flamengo Flash folk Fotografia fracasso Freddy Krueger Frutas Cítricas Futebol futebol Futebol Arte futuro Gael García garotas de programa Garotinho gastrite gastronomia gato Flávio Gato Flávio gay gengivite gente batalhadora Geração de Renda Geração de renda Gilberto Gil glamour Glande GLBT Globo GLS Guarda-Livros guia Guitar Wolf Hello Kitty Hermes Trimegisto heróis Higuita hinos Hollywood Hugo Chávez imprensa indie ingenuidade insetos iphone IPod Iron Maiden j_quest chico_buarque armani verissimo nutella u2 amarante jabá James Bond Java jegue Jesus te ama Jogos Pan-Americanos John Wayn Jorge Vercilo jornalismo lado negro da força laika Lenine Lhama Linux Liqüidificador literatura lixo Los Hermanos los pirata Lost Luana Piovani Luta-Livre maconha mallu_magalhaes manchetes Marcos Frota marketing Mata Atlântica meio-ambiente mercearia mercosul metal metrossexual michael jackson miguxos Mijo Milf minas gerais Miranda MIT mobilizações moda morte Mossoroft Mossoró Mossoró (RN) MP3 MP4 MSN mulheres música Música Natal nelson ned Nova Schin novelas obama Obscenidades Onanismo opinião padre voador pandolfismo Panqueique Pantanal Papa Parazão Passagem Coelhinho paulo cesar pereio Paulo Coelho Paysandu peixe grande pen-drive Petróleo Photshop Piratas do Caribe placas Playboy pochete podcast poesia polêmica polícia Polícia política porno Pornochanchada povo Poção Preta Gil probidade programa do jo progresso psiquiatria Psoríase publicidade punk rock Puxadinho puxação de saco racismo Raivinhas receita de brownie reggae religião ressaca moral Ressacas richter Rio de Janeiro Rio Grande do Sul roberto justus Robgol rock Rock'n Roll Rodrigo Santoro Romário Ronsley Roupa Nova Régis Resing Rímel salmão samambaia Sandy & Júnior saúde Se Rasgum second life Second Life segredinho selton_melo Sensualidade Separatismo seriados sexo Sexo Seguro Sindicalismo software livre Spam Star Wars Steve Mcqueen são paulo talentos infantis Tarzan teatro tecnologia televisão tendências terceira idade terremoto terror Terrorismo terrorismo Tibete toyart tremor tráfico Tunak Turismo Turismo e Geração de Renda Turma da Mônica ursinho knut Ursinhos Carinhosos USA Valentina videogame violência virgindade Vivi Fernandes Viviane Araújo vodka Waldez Weng Weng wii Zagallo zoofilia zumbis Ídolos álcool índio ônibus ôôûmm

Engov

Os links abrem em uma nova janela.

Ressacas Anteriores