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      <title>Pablog</title>
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      <language>pt</language>
      <copyright>Copyright 2008</copyright>
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         <title>Fast-Forward/Rewind</title>
         <description>Vamos testar o Pablog e ver se ele ainda funciona? Pois sim.

Abandonei este espaço bonito e bem freqüentado, sim. E nem digo que foi por uma boa causa. Foi por preguiça mesmo. De tentar fazer funcionar, de insistir, e nunca dar certo. Aí, não tem paciência que agüente. E o Pablog foi morrendo aos poucos. Triste.

Este post, garanto, não é uma tentativa de reanimação tal qual eles fazem tão bem no House. Aliás, como fiquei tanto tempo sem assistir isso? Ah sim, porque não tinha TV a cabo funcionando bem no meu quarto. E hoje, em carreira-solo, nem TV eu tenho. Que dirá internet (sim, estou roubando o wi-fi do vizinho. Obrigado, seja lá quem for. Custava comprar um roteador de alcance maior, para eu pelo menos conseguir acessar umas páginas mais pesadinhas?). Também não tenho telefone, então sou escravo do celular. A Claro agradece eu ser um bom pagador, talvez um dos melhores que eles têm.

Vivendo essa vida de ermitão neste apartamento mal-estruturado, todo em tons pastéis, aprendi a passar com pouco. E é bem possível, sim, sem sofrer muito. Estou perdendo muitas coisas ao abrir mão dos recursos tecnológicos. Não consigo jogar games online, nem mesmo ver o futebol de quarta-feira de maneira decente (nem bombril na antena está ajudando). Não consigo baixar música, mas pelo menos fico de bem com minha consciência (receber CDs todo santo dia também ajuda, confesso). E é só isso. Na verdade, sinto mais falta de um varal decente para secar roupas de cama úmidas, do que de uma TV de 42 polegadas. Crescer é perigoso, diria aquele livro deprimente de mesmo nome que li na oitava série.

Se bem que não faria mal nenhum ter uma TV de 42 polegadas aqui. Full HD, porque é a última palavra em qualidade visual. Mas esse presente, vou me dar em 2009. Dizem que em janeiro os preços caem, graças à ressaca de pós-Natal. Vou esperar. E os próximos gastos serão destinados a alguns metros quadrados de azulejos, pisos, sacos de areia e cimento, tijolos baianos e um monte de portas-camarão. E alguns metros bem cortados de granito, que é bem mais legal que mármore. Não me pergunte o porquê, foi o seu Antônio, o pedreiro, quem aconselhou. E eu acredito nele.

A vida, aliás, está boa demais, fora esse monte de pó acumulado nos cantos. E eu vou varrendo. Ainda se eu tivesse um tapete pra esconder tudo em baixo...

E a gente logo volta, se a senha continuar funcionando.

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         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2008/12/fastforwardrewind_1.html</link>
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         <pubDate>Wed, 03 Dec 2008 14:11:50 -0300</pubDate>
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         <title>Back to the Past</title>
         <description>Na Alemanha, mais uma vez.

Desta vez - a quarta em 6 anos -, a ocasião era mais especial que simples férias profissionais. O bom amigo Guima decidira se casar com uma alemã nativa, Sissy, que ele conhecera durante um período estudantil na cidade de Flensburg, fronteira da Alemanha com a Dinamarca. O namoro começou no final de 2005 e, após alguns períodos afastados - Guima retornou ao Brasil após o final de seu curso, mas não demorou a se inscrever em outro, na própria Alemanha - agora em outra cidade, Hamburg. Tudo para saciar suas infinitas necessidades intelectuais e, naturalmente, ficar mais próximo da amada.

A oficialização do noivado aconteceu em 2006. O casamento, civil, aconteceu na última sexta-feira, na prefeitura da diminuta Bünenbuttel, onde o casal hoje mora, junto aos pais da noiva.

Fui um dos padrinhos no civil. Pela primeira vez na vida, assinei o meu nome em um documento oficial alemão. Não posso negar que me emocionei com o fato. Não é todo dia que isso acontece.

Difícil descrever em palavras a experiência de conviver alguns dias com a família de Sissy e seus amigos. Fui tratado como príncipe, praticamente. A casa onde fiquei hospedado, construída pelo bisavô da avó da noiva, data de 1898. Como toda boa residência de 110 anos de idade, é enorme. Perdi a conta das salas, saletas e salinhas, reentrâncias e passagens secretas. No segundo andar, contabilizei sete quartos, um maior que o outro. A mim, foi reservado o mais aconchegante, na minha opinião. Ali permaneci durante sete dias. Apesar do frio próximo ao zero grau na madrugada, era possível dormir de janela aberta, graças ao bem-vindo aquecimento central.

E a casa tem sotão, cheio de bagunças e ratoeiras, e porão com estoque de geléias feitas em casa, garrafas vazias e ferramentas de todos os tipos. Alemães adoram uma bricolagem. Do lado de fora, um estábulo gigante para os três cavalos da família (sim, eles criam cavalos) e, ao lado, o mais gigantesco ainda depósito de batatas (sim, eles plantam batatas - literalmente). Logo em frente, a garagem do trator, localizada logo em frente a uma bomba de diesel particular (funciona com senha). O terreno total da casa mais parece uma vila antiga, de tão espaçoso. Os carros, diversos, ficam estacionados em frente a um outro galpão, que acredito guardar mais que as bicicletas da família. E vale dizer que não há portões ou segurança. As cercas de madeira estão lá mais por decoração do que por medidas restritivas. 

O vilarejo onde se localiza a casa, pelo que entendi, não possui mais de 120 pessoas - somando todos os moradores de suas cercanias. Estradas longas e sem curvas, cercadas de campos amplos e plantações indefinidas, pontuadas por árvores de copas nuas (o inverno, parece, ainda não acabou por aqui).

Poderia continuar descrevendo as cidades minúsculas com suas casinhas de Lego, a inesquecível festa pós-casamento (cheia de discursos emocionados), a reação dos convidados alemães à minha caipirinha, mas a preguiça abissal que me impede de escrever aqui com mais freqüência também não me permite continuar. Talvez uma outra hora. Não agora. Porque já estou em Barcelona, e o tempo melhorou.</description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2008/04/back_to_the_past.html</link>
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         <pubDate>Wed, 16 Apr 2008 14:26:33 -0300</pubDate>
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         <title>Vivo</title>
         <description>Alguém aí se lembra de mim?</description>
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         <pubDate>Wed, 26 Mar 2008 22:20:59 -0300</pubDate>
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         <title>Impressões</title>
         <description>Voltando de um bar em Perdizes pelo túnel que liga a Dr. Arnaldo à Paulista, olhei para cima e vi.

As primeiras luzes de Natal.

Hoje, contei mentalmente, é dia 12. Já passava da meia-noite. Poderia ser considerado 13.

42 dias para o Natal. E as luzes daquele prédio próximo à Consolação já brilhavam. Enxerguei um trenó. Uma rena. Um Nicolau. E umas estrelas de cores variadas. E o sinal abriu, e segui em frente.

Não vai demorar para o espírito contaminar o resto da avenida. E da cidade. E a televisão. E as pessoas. 

E isso deve significar que o ano praticamente já acabou. Você já havia notado?

Eu confesso que não. Ando meio ocupado para olhar para cima o tempo todo.</description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/11/impressoes.html</link>
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         <pubDate>Tue, 13 Nov 2007 00:59:01 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Road Trip</title>
         <description><![CDATA[Como sou bastante preguiçoso, vou reciclar um post que publiquei no meu blog "profissional" (nem vou me dar ao luxo de colocar o link...)

Estou em <strong>Las Vegas</strong> agora. Primeira vez na vida. Achando tudo esquisito, cafona e divertido.

Não vim exatamente para jogar, mas não dão para evitar a vontade... ontem, o ônibus que eu estava passou em frente ao <b>Villagio</b> e estacionou na porta do <b>Paris</b>. Ambos são hotéis equipados com mega-cassinos ridiculamente suntuosos. Juro, foi uma daquelas vezes que você acha que está dentro de um filme ruim. Não, o <b>Ocean's Eleven</b> não passou pela cabeça. Tá bom, talvez só um pouquinho.

Ontem foi o primeiro dia do festival <a href="http://www.vegoose.com">Vegoose</a> (um trocadilho de Vegas com Goose, já que estamos perto do Halloween). Me surpreendi ao notar que eu era um dos poucos caras vestidos normalmente entre os milhares de espectadores. Parece que a onda do Vegoose é ir fantasiado, como em um baile de monstros. E como americanos exageram em tudo que podem... dá para ter uma idéia do que presenciei ali. Queria ter tirado mais fotos, mas fiquei constrangido só de olhar... mas tinha desde gente fantasiada de Flintstones até robôs feitos de caixotes de papelão, garotinhas seminuas a la dominatrix e índios, muitos índios. E claro, monstros, zumbis, personagens de quadrinhos. Tudo kitsch e bizarro. Em que mundo estou mesmo? Ah é, em Las Vegas.

Os shows sim, foram sensacionais. Um esquema meio <a href=http://www.rollingstone.com.br/materia.aspx?idItem=82&titulo=Coachella%3a+festa+no+deserto"" target="blank">Coachella</a>, três palcos, céu aberto, calor na moringa, canseira e correria totais para conseguir ver tudo. E foi isto que eu vi:

<b>Mastodon</b>, os novos reis do metal furioso. Eles tambem estavam na onda do Halloween: tocaram fantasiados. Gozado;
<b>Public Enemy</b>, mandando um fuck para George Bush e seus amigos; 
O indie pop teatral do <b>The Shins</b> - tambem fantasiados, de arlequins do inferno, acho; 
A singalesa funkeira <b>M.I.A.</b> (os gringos pronunciam "em-ai-ei", e não "maia"); 
O favorito da casa <b>Queens of the Stone Age</b>, abrindo com "No One Knows", muito punch e peso. Josh Homme é foda; 
O imortal <b>Iggy Pop</b> com os <b>Stooges</b>, chamando todo mundo pro palco em "Real Cool Time", quebrando tudo, quase pelado;
E o não menos inacreditável <b>Daft Punk</b> e sua trilha sonora para um futuro não tão distante. Quase chorei de emoção.

Sei lá como, sobrevivi até o final disto. Hoje tem mais: 
<b>Muse</b> (que ninguém gosta, mas estou bem curioso);
Mais um monte de nomes do rap (e o <b>Infected Mushroom</b>, mais legal);
E o <b>Rage Against the Machine</b> fechando a noite. 

Isso porque pego um avião amanhã às 6h30... ninguém dorme!

Meus dias anteriores aqui foram assim:

Quase me atraso para o check in, mas cheguei em tempo. E me ferrei. Quase que nem chego a voar, mas voei. Quase que nem chego a entrar no país, mas entrei (via Houston - o aeroporto, não por coincidência, se chama George Bush). Quase perdi o vôo de conexão - quase nada, acabei perdendo mesmo. E quase fui esquecido por duas horas no aeroporto - também sem "quase" aqui. Eu fui mesmo.

Poderia ficar um post inteiro descrevendo os problemas que tive e deverei ter nos próximos dias, mas vamos pensar positivo e valorizar as coisas legais. Rolou um lançamento interessante que pude participar. No evento, vários shows, entre eles o <b>Crystal Method</b>, <b>Cut Chemistry</b>, o <b>Common</b> e o <b>Linkin Park</b>. Não sei dizer se gosto, mas respeito. Foi legal vê-los em um lugar que não deveria ter mais de 400 pessoas... a banda, pelo menos, parecia feliz de estar tocando ali. O cachê deve ter sido ótimo, suponho. E o show, acredite ou não, foi ótimo. E eu nem curto Linkin Park. Mas a sua filha provavelmente gosta.

E é isso. Amanhã, vou pra outro lugar, que acho que nem posso revelar ainda. E depois, outro, e outro. E um dia, se a companhia aérea assim permitir, eu volto.

Mas deixa eu ir lá curtir Vegas. Fazer uma fezinha, talvez?]]></description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/10/road-trip.html</link>
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         <pubDate>Sun, 28 Oct 2007 15:40:16 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>1, 2... 1, 2</title>
         <description>Este é um teste para mostrar que o Gardenal e seus blogs ainda podem funcionar...

Mas eu volto logo com mais e mais.</description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/08/1_2_1_2.html</link>
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         <pubDate>Sat, 25 Aug 2007 17:58:45 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>When I&apos;m 29</title>
         <description><![CDATA[Então...

... aliás, não é só paulista que começa frase com "então", conforme um gaúcho me alertou. Aliás, é um período bom para analisar diferentes sotaques. Oportunidades não estão faltando. 

Esse mês foi quase uma semana no Rio. No fim do mês, tem debate em Belém. Em setembro, debate em Goiânia. E o caos aéreo rola em tempo real, no céu, na tevê e no aeroporto. Sorte, nunca peguei nenhum atraso. Nem desastre.

Por falar em TV, os micos televisivos foram muitos nos últimos meses. Teve desde <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3y9BKx7Lho0">abraço do Faustão </a> a aparição relâmpago no Vitrine. Daí, seis horas de comentários ao vivo no Live Earth transmitido pelo Multishow. Uma entrevista longa e ao vivo em um programa de auditório do JBTV no Dia Mundial do Rock. E uma outra entrevista pro Multishow, que ainda não deve ter ido ao ar. Tudo por conta do trabalho diário, claro.

O qual está interessante, apesar de tudo. Não dá para reclamar. Seria injusto.

Agora, só falta tirar férias. Porque viajar a trabalho não é férias. <em>Where to este ano?</em>, eis a questão.

Enquanto isso, os amigos se casam. Desde fevereiro, foram seis casamentos. Destes, fui padrinho em três. Até o fim do ano, rolam mais dois. Serei padrinho em um. 

E também vão embora do país. Este ano, um casal já foi. Em agosto, vão mais dois, mais uma sozinha, cada quais para continentes diferentes. Em outubro, mais dois casais e mais um sozinho, que vai para formar um casal. Sem contar os diversos que já estão por lá. De Melbourne a Londres, de Paris a San Francisco, de La Coruña a Lisboa, de Berlim a Buenos Aires, de Barcelona a Chicago. 
Um dia todos voltam, dizem.

Todas as pessoas acima estão na casa dos 30, pra mais ou pra menos. E eu também. Sinal dos tempos? E que tempos são esses exatamente?

Pelo menos, já tenho onde morar. Pelo menos.

Não estou em crise. Só constatando. 
Aliás, isso me fez bem. Devo retornar mais vezes por aqui. 



]]></description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/07/when-im-29.html</link>
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         <pubDate>Sun, 22 Jul 2007 04:46:00 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>High Times</title>
         <description>Agora voltarei a escrever. Estava fora do ar não só por vadiagem - um defeito técnico também me impedia de postar. Coisas da tecnologia. Está tudo normal, aparentemente.

A caminho do Rio, se a crise aérea deixar. Eu estou duvidando que ela irá deixar. Para o Prêmio Multishow. E daí volto pra lá no sábado, pro Live Earth. E na semana seguinte... deixa rolar.

Corro, daqui a pouco volto.</description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/07/high_times.html</link>
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         <pubDate>Tue, 03 Jul 2007 12:33:25 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>Contra a máquina</title>
         <description>Postando direto do Coachella. Aqui o Wifi funciona, e bem. 
Dia movimentado. Rolou um bate-papo descompromissado com o vocalista do Kaiser Chiefs, uma entrevista improvisada com o Adriano Cintra do CSS e uma conversa legal com o rei do mashup, o Girl Talk.

Hoje, já teve Mika, Tapes ´n Tapes, Grizzly Bear e Explosions in the Sky. Daqui um pouco tem Klaxons, Cansei de Ser Sexy, Kaiser Chiefs, Air, Damien Rice, Happy Mondays, Lily Allen. E daqui umas 6 horas, mais ou menos, sobe ao palco uns caras que um dia se chamaram Rage Against the Machine.

Pensei que fosse estar mais cansado do que estou... o sol não dá trégua, mas um ventinho insiste em soprar. Talvez eu vá resistir a essa maratona, no fim das contas. Ontem, no fim do segundo dia, após o show do Red Hot Chilli peppers, eu estava quase arregando e pedindo pra sair. Hoje, acho que aguento mais um pouco. Só um pouco mais.

Terça eu volto.</description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/04/contra_a_maquina.html</link>
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         <pubDate>Sun, 29 Apr 2007 22:08:34 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>Coachella o meu, que eu Coachello o teu</title>
         <description><![CDATA[Acabei de voltar de uma pequena maratona. Foi o primeiro dia do festival <a href="http://www.Coachella.com">Coachella</a>, no meio de um deserto seco e incandescente na Califórnia. Palmeiras frondosas cercam o campo de polo que abrigou o evento. Cinco palcos, mais uma porção de atrações no meio disso tudo. Estimadas 60 mil pessoas, vagando de lá para cá em busca de um lugar à sombra, água fresca e um pouco de música. É o velho oeste autêntico, sem muitos índios ou cowboys.

O som estava ótimo. O duro é o pouquíssimo tempo para conseguir assistir a tudo que se quer. Perdi mais shows hoje do que ganhei. Paguei mico e fui ao palco errado. E abri mão de ver uns dois shows por pura preguiça. Ou exaustão mesmo, porque não é mole. Em certo  momento, na hora de enfrentar a fila de entrada, chuto que a temperatura chegava perto dos 38 graus. Só faltou o mar ali perto. 

Hoje, rolou The Noisettes (porrada), Satellite Party (a nova banda do Perry Farrell), Of Montreal (afetado), Amy Winehouse (bombando), Arctic Monkeys (incrível), Jarvis Cocker (do Pulp, pra meninas), Jesus & Mary Chain (de volta, emocionou), Interpol (sério), Peeping Tom (Mike Patton vive), Björk (diva descalça) e Gogol Bordello (melhor show até agora). Sem contar os que eu perdi (me dei ao luxo de não ver o Sonic Youth).

Amanhã tem Red Hot, Arcade Fire e The Good, The Bad and the Queen, além de mais 40 atrações. E domingo, Kaiser Chiefs, Lily Allen, Happy Mondays, Klaxons, Air, Placebo, Mika. E um tal de Rage Against the Machine, não sei se alguém aí já ouviu falar.

Amanhã coloco umas fotos aqui. Já são 3 da manhã, e só agora o pessoal do hotel resolveu nos devolver o quarto. Longa história.]]></description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/04/coachella_o_meu_que_eu_coachel.html</link>
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         <pubDate>Sat, 28 Apr 2007 07:48:51 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Orkut Buyukkokten</title>
         <description><![CDATA[Das coisas bizarras que fiz nos últimos 15 dias, a mais digna de post (no sentido bizarro da coisa) foi o encontro/entrevista com o <a href="http://www.stanford.edu/~orkut/self.html">sr.Orkut</a> em pessoa. Sim, ele existe e está aqui, aproveitando prazeres brasileiros e dando palestras de motivação. Cara bacana, o sr. Orkut Buyukkokten. Menos nerd do que eu pensava. O gosto por camisas estampadas, porém, permanece duvidoso.

<em>(guardo a foto para um momento oportuno)</em>

Agora vou ao show do Yann Tiersen, então não dá tempo de comentar o fato. Talvez vire matéria, talvez se torne só um post curioso... mas não é sempre que se encontra uma pessoa que dá nome a alguma coisa. Seria como um encontro com o sr. Bombril, ou sr. Coca-Cola, ou o sr. McDonald's. 

Você entendeu.]]></description>
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         <pubDate>Thu, 05 Apr 2007 21:38:28 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Drops</title>
         <description><![CDATA[Termina uma, começa a outra. Eu poderia estar falando das garrafas de cerveja que não tomei, mas infelizmente não é algo tão gelado, nem tão agradável. Paciência. 
A próxima edição chega no dia 16, provavelmente. A matéria de capa tem dedo meu, de alguma forma. É um monte de letrinha impresso em papel couchet, embalado com grampos e dobrado de maneira precisa e milimétrica. Alguns chamam de revista. Eu nunca sei como chamar. Depende do dia, da hora, do humor.

***

Fiz 29 recentemente. Nada mudou de imediato, mas alguns sábios conselhos me fizeram querer correr logo para os 30. Dizem que a vida (re)começaria mais divertida. Eu botei fé e estou contando os dias.

***

Mas não posso reclamar das atividades profissionais e pessoais. Definitivamente, a vida se agita sozinha, quer queira, quer não. Nada que possa ou deva ser documentado por aqui, mas se a gente costuma conversar fora do virtual, eu provavelmente te contei algumas dessas coisas.

***

No mês que vem, casam-se dois casais muito amigos em um mesmo final de semana. Serei padrinho dos dois. Será que posso ir com o mesmo traje de gala nas duas festas?

***

Dei umas entrevistas para uns veículos, falando sobre o Gardenal.org (saiu no Jornal do Nikkei do sábado, 3 de março). Uma referência ao site, aliás, saiu até na Folha de S.Paulo, em razão da criação do novo projeto do Inagaki, o <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/">Interney</a>. O Ina, aliás, foi um lorde (como sempre) ao fazer um <a href="http://www.gardenal.org/inagaki/2007/02/uma_vez_gardenal_sempre_garden.html">belo post </a> de despedida e sempre citar o Gardenal como o "primeiro portal de blogs do país", em <a href="http://z001.ig.com.br/ig/59/32/896736/blig/tiagodoria/2007_08.html#post_18779059">entrevistas</a> e no release para a imprensa que ele soltou por causa do Interney. Aliás, esse release saiu em um monte de lugar, se é que você não viu. A equipe do Gardenal.org deseja muita sorte e sucesso à empreitada.

***

Agora, mais um mês sem atualizar,,, :)


]]></description>
         <link>http://www.gardenal.org/pablo/2007/03/drops.html</link>
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         <pubDate>Mon, 12 Mar 2007 22:53:07 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Vamos?</title>
         <description><![CDATA[<img src="http://www.world66.com/community/mymaps/worldmap?visited=CAUSPRARBOBRCLPYPEATBYCZDKFRDEHUITNLPLPTRORUESUKTR"><br/>
<a href="http://douweosinga.com/projects/visitedcountries">É legal fazer um mapa de países visitados, ou ver os dos outros</a>

***

<strong>Coachella 2007</strong>.

Qual dos <a href="http://www.coachella.com/event/lineup">dias</a> você mais gostaria de ver? 

***

E para <a href="http://www.e3expo.com/index.aspx">isso</a> aqui, será que alguém vai me convidar? Eu iria.

***

Preciso de férias. De novo.]]></description>
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         <pubDate>Sat, 17 Feb 2007 20:03:15 -0300</pubDate>
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         <title>2.0</title>
         <description><![CDATA[Eu ando colocando vídeos no YouTube anonimamente. Escrevo em dois blogs (em <a href="http://gamerbr.blig.ig.com.br">um</a> mais freqüentemente que o outro). Tenho uma conta no MySpace, na qual não faço nada. E agora também fiz um <a href="http://www.flickr.com/photos/48607849@N00/">Flickr</a>. 

E ainda reclamo de falta de tempo. Pff.]]></description>
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         <pubDate>Mon, 05 Feb 2007 18:33:28 -0300</pubDate>
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         <title>O buraco é ali ao lado</title>
         <description><![CDATA[A minha redação fica ali ao lado, então cheguei às 15h25 ao local do fato. A polícia fechou um dos lados da rua, então dei a volta e me aproximei até onde deu. Aí, a Polícia e os Bombeiros empurraram os curiosos para trás. O que se dizia é que ninguém havia se machucado, e que as pessoas sairam calmamente antes de tudo desabar. O povo da Abril avisava que os caminhões foram engolidos pelo buraco. E que tudo ao redor iria cair também. Medo. Mas parecia exagero.

Nem parecia tão horrível. Aí, quando vi o buraco por cima, na TV, entendi que até nós ali, os curiosos, corriamos riscos... sente o tamanho do guindaste...

Ninguém quis comprar, então aqui estão.


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         <pubDate>Fri, 12 Jan 2007 19:26:54 -0300</pubDate>
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