Nerd
Tenho alguns passatempos favoritos.
Um deles, quem me conhece sabe: criar bandas imaginárias. O interessante é que elas não são meramente imaginárias na hora em que as crio. Pra mim, parece fácil juntar duas ou três pessoas com gostos semelhantes e vontades parecidas para fazer música, nem que por uma vez só. Ou nenhuma. A maioria de minhas bandas imaginárias não passa da fase da criação do nome ou dos títulos de algumas canções e do primeiro disco.
E a culpa não é de ninguém. Simplesmente, não é tão fácil quanto parece. Ensaiar dá trabalho, marcar ensaio é uma questão caótica, levar o lance para frente é tarefa árdua. Tocar mesmo, todo mundo junto, acaba sempre sendo divertido - mesmo que não saia muita coisa. Mas simplesmente não acontece, apenas porque não é assim tão simples quanto deveria ser.
É uma pena, porque algumas das bandas - ou pelo menos os nomes delas - tinham bastante futuro em meu palco imaginário. Wasabis, Barbão e seus Barbudos, Peludo & Rústico, The Ments, Sublanos... já toquei em todas elas, durante o tempo de existência de cada uma. Algumas semanas, alguns minutos. Sem contar as dezenas de outras que nem nome tiveram. Já devo ter montado bandas com 10% dos meus contatos no orkut em algum momento dos últimos 6 anos.
Mas eu não desisto. Talvez um dia dê certo. Ou já está dando.
Alguém aí topa montar mais uma banda comigo?
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O outro passatempo legal é bolar planos de dominação mundial para um futuro breve. Um mês, uns dias, para o ano que vem, não importa: a idéia é criar algo tão mirabolante e interessante que o resultado só podera ser um, ou dois: grana e fama. Ou muita fama e um pouco de grana. Ou, o ideal, um balanço perfeito entre os dois quesitos.
Só esse ano, foram mais de 15 reuniões a respeito de planos infalíveis para tirar o pé da lama e me tornar meu próprio patrão. Nem todos dependem de esforço. A maioria requer a existência de um interesse de um público, um cliente, ou de um suposto "dono da grana" que queira sustentar a proposta. Já pensei em tudo que se pode imaginar com amigos e sócios diferentes. No momento, está tudo guardado numa gaveta bem ampla e organizada, para ser usado num momento oportuno. Ou quando a disposição surgir de verdade. Infelizmente, é assim que lido com a maioria de meus projetos - inclusive a compra de meu apartamento, a abertura de minha própria empresa e outras decisões que prefiro deixar pro dia seguinte (afinal, hoje está tarde e estou com sono). Não sou um picareta, apesar de ter dúvidas sobre isso vez ou outra. E o tempo não pode mais ser desculpa pra nada. Esse tempo aí já passou.
Sócios, recentes ou antigos: em 2005, alguma coisa vai. Nem que seja pra jogar tudo fora e começar de novo.
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Simples:
Fato: um barulhinho estranho no carro torna-se logo um barulhão.
Mito: deve ser a correia dentada ou uma pecinha solta. Pega nada.
Verdade: se ferrou, é o motor fundindo.
Realidade: um milhão de reais a menos. Tá, nem foi tanto. Mas quase isso.
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Old school
O Nintendo DS é genial. O problema é que quanto mais jogo, mais quero jogar. Isso não é normal.
Ah, é sim. Nos tempos do Tetris e do Game Boy tijolão era a mesma coisa.
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Música do ano
Festa no Apê - Latino
Sem dúvida.