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Sangue mau

F.



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Alternância de poder

Uma prova de que o Brasil não está preparado para uma democracia é que a oposição sempre acusa a situação de ditadura.

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Você não tem envergadura moral

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Comments

Eu sou a favor e sou contra. Tem que ter um certo controle, afinal é concessão, neguinho tem que ter cuidado pra não mostrar corpo carbonizado e putaria de todo tipo (como havia no Programa do Ratinho tempos atrás), mas acho que tem que ser muito mais uma indicação (com alguns meios punitivos mais pesados, se for o caso) do que uma imposição. Esse lance de cara lendo sinopse de programa pra ver se libera pro horário ou pras 3 da manhã (quando ninguém estiver vendo) parece mais censura prévia do que cuidado com a juventude.

No final, o problema é o próximo passo. Se fica assim, tá beleza. Mas e se os caras começarem a transferir jornal pra depois da meia-noite?

O Brasil já passou por ditadura, censura e o caralho. Nenhum medo de que isso retorne é injustificado.

Eu acho que tem que ser totalmente livre. A medida do que é televisionável tem que ser o bom-senso - na falta deste, temos o backup da Justiça.

Agora, chamar de stalinismo é copiar o PT da época de oposição no que ele tinha de mais ridículo, que era a paranóia de conspiração.

E tem graça a Veja agora, que sempre fez campanha pela censura na TV - essa é só uma das capas da série.

Ah, os critérios... pelo bom-senso vigente um mamilo feminino é mais pernicioso do que uma cena de tortura ou assassinato. Lógico que é mais fácil culpar a influência da tv que admitir a falha educacional dos bastardinhos. Que tal começarmos a discutir a legalização do aborto para pais incompetentes?

A Veja forçou a amizade.
Só se o garoto for viado
pra ficar com essa cara
de assustado com porno.

Caralho muito bom.

Porra, é só classificação indicativa.
A molecada vai ter que ficar acordada até tarde para ver putaria e ainda vai ser premiada com a impressão de que está fazendo algo "errado" quando o locutor avisar de que o programa é recomendado para maiores de 16 anos, o que aumenta a graça da putaria.

Não têm porra nenhuma censura.

Como se nao existisse internet...

Por que o Brasil tem que ter a classificação indicativa ESTATAL? Só porque Venezuela e cia tem? Só porque MST e cia aplaudem? Porque não pode ser como os outros locais no mundo onde é iniciativa da própria emissora, sem dar margem a "controle de conteúdo" ou outro eufemismo para censura?

A respeito dessa traquitana toda, escrevi meu comentário semanal para o Coletiva.Net de sexta passada, dia 25 de maio. Acho que o controle tem de ficar longe do estado. Principalmente pelo comprometimento ideológico e político. TV é acima de tudo negócio? É. Tem emissora santa? Não. Mas a sociedade tem formas de ela mesma exigir o que é correto. Não basta ser telespectador: tem de participar (desculpa a usurpação do gelol). Mas, como jornalista, com mais de 30 anos de redação, acho que é por aí. abraços
maristela

Leia com atenção esta notícia, senhor Danniel Soares. Entendeu como a rádio foi ameaçada por difundir "indecência"?
Isso mesmo: cassação do direito à radiodifusão.
Deve ser a ditadura Bolivariana dos Estados Unidos da América, não?

Quer saber sobre esta tal de FCC da notícia:
The Federal Communications Commission (FCC) is an independent United States government agency, directly responsible to Congress.
...
The FCC is directed by five Commissioners appointed by the President and confirmed by the Senate for 5-year terms

Muito melhor do que esta coisa comunista de classificação indicativa, não?

E note:
Na Venezuela a concessão pública da RCTV expirou (nã foi cancelada) e não foi renovada por causa da ativa participação da mesma em um golpe de estado.

Nos Estados Unidos, o propalado farol da democracia no mundo, eles ameaçam revogar a licença de radiodifusão por conta da difusão de "indecências".

Maristela, uma pergunta inocente:

O que é mais fácil:
1 - A sociedade exigir o cumprimento do que é correto por meio do Estado, cujos representantes são eleitos, são publicamente conhecidos e possuem a imprensa pegando no pé deles, ou
2 - através de exigências individuais feitas aos meios de comunicação privados, cujos diretores não foram eleitos pela sociedade e que não apena não possuem a imprensa pegando no pé como são os DONOS da imprensa.

Cumprimento do que é correto? Cara, o povo geralmente manifesta suas vontades através dos medidores de ibope e, putaqueopariu, que mau gosto.

Pra mim não tem que regular nada, e essa discussão é um desses nonsenses na agenda maluca do governo Lula, cai com um tapa ou não pega.

Arnaldo,

Quando eu escrevi sobre o cumprimento do que é correto estava citando a Maristela quando escreveu "Mas a sociedade tem formas de ela mesma exigir o que é correto". Estava apenas questionando se isto é factível, quando se trata de "exigir o que é correto" de quem controla a imprensa.

No fundo eu acho isto de Classificação Indicativa bem inócuo. Serve para as pessoas saberem de antemão se vai ter violência, nudez, etc. no filme, e então decide o que fazer. Nem me parece que isto tenha qualquer relevância na agenda maluca do Lula. É só uma bobagenzinha, já que há anos várias entidades vêm reclamando (por conta de banheiras do Gugu e outras apelações em horário, digamos, familiar) que a autoregulamentação não está funcionando. A prova disto é o que está acontecendo agora: os mesmos organismos de midia que deveriam se auto-regulamentar transformaram a regulamentação num cabo de força político-ideológico, de que é censura, de que é coisa de esquerdopata, chavismo, etc. Que isto de regulamentação estatal não existe em nenhum lugar. Porra! Não querem regulamentação é uma coisa, mas mentir assim, esta babaquice do "perigo vermelho". Esconder que nos EUA (amado, idolatrado, salve salve) a coisa é bem pior. Imagina, cassar a concessão de uma rádio por causa de indecência? Indecência em rádio?! Não consigo nem imaginar como que é isso. A locura tava de peito de fora?

Arnaldo,

Quando eu escrevi sobre o cumprimento do que é correto estava citando a Maristela quando escreveu "Mas a sociedade tem formas de ela mesma exigir o que é correto". Estava apenas questionando se isto é factível, quando se trata de "exigir o que é correto" de quem controla a imprensa.

No fundo eu acho isto de Classificação Indicativa bem inócuo. Serve para as pessoas saberem de antemão se vai ter violência, nudez, etc. no filme, e então decide o que fazer. Nem me parece que isto tenha qualquer relevância na agenda maluca do Lula. É só uma bobagenzinha, já que há anos várias entidades vêm reclamando (por conta de banheiras do Gugu e outras apelações em horário, digamos, familiar) que a autoregulamentação não está funcionando. A prova disto é o que está acontecendo agora: os mesmos organismos de midia que deveriam se auto-regulamentar transformaram a regulamentação num cabo de força político-ideológico, de que é censura, de que é coisa de esquerdopata, chavismo, etc. Que isto de regulamentação estatal não existe em nenhum lugar. Porra! Não querem regulamentação é uma coisa, mas mentir assim, esta babaquice do "perigo vermelho". Esconder que nos EUA (amado, idolatrado, salve salve) a coisa é bem pior. Imagina, cassar a concessão de uma rádio por causa de indecência? Indecência em rádio?! Não consigo nem imaginar como que é isso. A locutora tava de peito de fora?

Concordo, Elton.

Caros jornalistas turistas (preconceito mesmo),

Gostaríamos de esclarecer algumas questões da matéria sobre o trabalho “Artistas no Saco”, intitulada “computadores fazem arte, artistas fazem feio”
Com certeza faz parte da função jornalística a verve crítica e reflexiva, no caso de vocês uma pretensa ironia, humor “inteligente”, e não se ater somente a descrições, e vocês com certeza pensaram nisso quando tentaram falar sobre suas impressões incríveis do Abril Pro Rock2007. Só se esqueceram de verificar com as pessoas envolvidas sobre do que se tratava o referido projeto. Aliás, antes disso, vocês já viram um parangolé na vida? Ou algo parecido? Você sabe algo mais sobre Oiticica do que já leu de seus colegas de profissão? Só pra checar, você sabe algo sobre esse projeto específico além das suas próprias e limitadas experiências?

Vai ver que esse descaso deva ser porque ninguém deu muita importância à presença de figuras tão ilustres aqui nessa região inóspita, cheio de gente querendo aparecer em evento de tão grandioso porte (uau), oportunidade pra groupie nenhuma botar defeito... Parece que nesse meio só tem gente querendo aparecer mesmo, e de repente se algo que sai do padrão de comportamento num backestage não se encaixa, é pastiche de algo que ninguém nem sabe direito o que é.

Realmente quase nem lembrávamos do episódio que um de vcs tinha entrado no saco, e muito menos nos lembramos desse ‘desespero’ quando acendeu o cigarro?! Que drama foi esse?! Ah já sei, é pra dar o tonzinho de chacota ne? É truquezinho de linguagem aprendido na faculdade é? Mesmo que não seja real, não importa não é mesmo?
O importante é a avacalhação, isso a gente entendeu.

Finalmente, pra acabar com a lamúria e lenga-lenga, achamos que esse caso só ilustra uma tendência muito comum que se dissipa não só no jornalismo atual, mas em vários setores, de profissionais que não se aprofundam o suficiente em assunto nenhum, sem esforço pra nada, pq já nasceram sabendo sobre tudo e todos, deja vu genérico,legal é tirar onda, encher a cara, coisa que as meninas de decote também gostam, mas levam trabalho a sério, disso não podemos dizer o mesmo da dupla de repórteres agentes especiais, sabichões alienados.

Um abraço, quando voltarem a gente leva vcs pra passear, tomar banho de mar em boa viagem e comer carne de tubarão.

Juliana e Daniela.

A Ju e a Dani precisam URGENTEMENTE de homens.

Nah, as duas são bonitas, duvido que seja o problema - além do mais homem é uma coisa extremamente desagradável de se recomendar.

Pra mim, falta senso de humor mess.

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