O negócio da alma
Coluna da Bizz, vocês sabem o caminho.
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Comments
Não era a Ana Paula Arósio! Era uma mina bem mais feia.
Posted by: Daniel Araujo | fevereiro 21, 2007 3:17 PM
Opa, já consertei entonces. Valeu, abs!
Posted by: Arnaldo | fevereiro 21, 2007 3:24 PM
arnaldson, esse foi seu melhor texto para a bizz SO FAR.
Posted by: munha | fevereiro 21, 2007 3:33 PM
Um dia dentro de uma agência publicitária me fez perceber que é preciso muito pouco para ser considerado jenho. Mas muuuuuito pouco.
Posted by: Jules | fevereiro 21, 2007 6:38 PM
potz, adoraria ver essa coluna na veja, do ladinho da do mainardi! tá quase! keep it up!
Posted by: dennis | fevereiro 21, 2007 9:25 PM
I think i hit a nerve...
Tenho uma teoria. Quando se fala mal de uma categoria, digamos os radialistas, e vc se sente ofendido em particular, você é um radialista medíocre. Um bom radialista se acha mesmo melhor que sua classe. Assim como um bom jornalista, etc.
E por mim pode ser, Dennis. Curto a coluna do Mainardi.
Posted by: Arnaldo | fevereiro 22, 2007 9:02 AM
Aí, Arnaldo. Por falar em subcatgorias, Grammy, leões e taus, vc poderia citar tb o HQ Mix como motivador (é pra isso que servem os prêmios?) dos quadrinhos nacionais.
Abraço,
F. Mena.
Posted by: Fernando Mena | fevereiro 22, 2007 9:06 AM
O HQ Mix tem tantas subcategorias assim? Bem, acho que os quadrinhos não são tão cotados quanto a publicidade... mas já vi um troféu HQ Mix, do Allan, e ele não parece emanar motivação não. Se ainda desse para vender ou algo assim...
Posted by: Arnaldo | fevereiro 22, 2007 9:20 AM
Hahaha! Teve uma edição do HQ Mix onde o troféu era uma escultura bem legal daquele personagem do Edgar Vasquez o "Rango". Gosto demais dele mas, o troféu era o carinha dentro de uma lata de lixo... Pode imaginar a motivação que emanava desse prêmio?!!!
Outro abraço,
F. Mena.
Posted by: Fernando Mena | fevereiro 22, 2007 10:42 AM
Melhor referência (ruim) do que o primeiro sutiã, seria o Dilema de tostines do pai do Diogo Mainardi, mas ainda sim a coluna está excelente...
Posted by: Rafael | fevereiro 22, 2007 4:36 PM
Eu sempre achei que pra alguém se enveredar pelo caminho da publicidade,antes de tudo tem que ter uma auto confiança muito forte.Questão de coragem mesmo.Tudo bem que em qualquer que seja a profissão que o sujeito escolheu pra seguir ele vai ter um monte de pedras no caminho, mas ainda acho a publicidade um ofício deveras ingrato e injusto, que gosta de pegar gente de calças na mão, por abaixo tudo aquilo que a pessoa acha que é ou convencê-la de tudo aquilo que ela não é. Isso sem contar com as condições pra se dar bem. Pra início de conversa o cara tem que ser bom, afinal, nada substitui o talento.Ou você dá pra coisa ou não.Raramente alguém aprende como ser publicitário fazendo. Mas em todo caso, se ele não for tão bom assim e achar que pra isso dá-se um jeitinho e resolver insistir,ele só vai jogar mais pra frente o dia em que ele vai descobrir que é um bosta,um incompetente,pq no fim das contas,publicitário fracassado vira viciado em anti-depressivos tomados com whisky ruim após constatar com um documentário fiasco sobre o mundo animal que não sabe nada de porra nenhuma. Mas vamos que o cara é fera.Com um pouquinho de sorte ele tem duas possibilidades 1)fazer umas coisas muito legais, que vão cair na graça do povo,que vão vender muito e gerar lucros.Aí os patrocinadores vão o amar de paixão, ele será o melhor de todos até aparecer um melhor no mercado e no fim todos ficam felizes ou 2)conseguir a proeza de cagar no pau de acordo e ter gente pra achar bacana aquele trabalho excomungado de tão porco.Nesse caso, agradeça de joelhos a Deus que gosto existe e é igual cu, todo mundo tem, mas nem todo mundo usa como deveria.Uma cagada bem dada também pode ser muito rentável, porque o publico anda muito frouxo, sem critérios e fácil de agradar.Em qualquer uma das situações acima o cara sai por cima da carne seca, se sentindo o foda da historia. Ai na próxima ocasião de surgir alguma coisa pra fazer, o sujeito todo motivado e empenhado em progredir e agradar, rala ate morrer pra fazer um super ultra mega hiper power maxi plus xxxperienced trabalho e nem a mãe dele gosta. Fim da linha. Aquela brilhante carreira que estava em franca ascensão foi toda pelo ralo.A critica não quer nem saber se foi um vacilo, ou se foi ma interpretação, ou se é um estilo novo ou se era realmente a proposta.Vão acabar com a raça do cara a torto e a direito. E se ele conseguir sobreviver,sua vida nunca mais será a mesma. Mua ha ha. =]
Posted by: Anonymous | fevereiro 26, 2007 5:07 PM
Eu sempre achei que pra alguém se enveredar pelo caminho da publicidade,antes de tudo tem que ter uma auto confiança muito forte.Questão de coragem mesmo.Tudo bem que em qualquer que seja a profissão que o sujeito escolheu pra seguir ele vai ter um monte de pedras no caminho, mas ainda acho a publicidade um ofício deveras ingrato e injusto, que gosta de pegar gente de calças na mão, por abaixo tudo aquilo que a pessoa acha que é ou convencê-la de tudo aquilo que ela não é. Isso sem contar com as condições pra se dar bem. Pra início de conversa o cara tem que ser bom, afinal, nada substitui o talento.Ou você dá pra coisa ou não.Raramente alguém aprende como ser publicitário fazendo. Mas em todo caso, se ele não for tão bom assim e achar que pra isso dá-se um jeitinho e resolver insistir,ele só vai jogar mais pra frente o dia em que ele vai descobrir que é um bosta,um incompetente,pq no fim das contas,publicitário fracassado vira viciado em anti-depressivos tomados com whisky ruim após constatar com um documentário fiasco sobre o mundo animal que não sabe nada de porra nenhuma. Mas vamos que o cara é fera.Com um pouquinho de sorte ele tem duas possibilidades 1)fazer umas coisas muito legais, que vão cair na graça do povo,que vão vender muito e gerar lucros.Aí os patrocinadores vão o amar de paixão, ele será o melhor de todos até aparecer um melhor no mercado e no fim todos ficam felizes ou 2)conseguir a proeza de cagar no pau de acordo e ter gente pra achar bacana aquele trabalho excomungado de tão porco.Nesse caso, agradeça de joelhos a Deus que gosto existe e é igual cu, todo mundo tem, mas nem todo mundo usa como deveria.Uma cagada bem dada também pode ser muito rentável, porque o publico anda muito frouxo, sem critérios e fácil de agradar.Em qualquer uma das situações acima o cara sai por cima da carne seca, se sentindo o foda da historia. Ai na próxima ocasião de surgir alguma coisa pra fazer, o sujeito todo motivado e empenhado em progredir e agradar, rala ate morrer pra fazer um super ultra mega hiper power maxi plus xxxperienced trabalho e nem a mãe dele gosta. Fim da linha. Aquela brilhante carreira que estava em franca ascensão foi toda pelo ralo.A critica não quer nem saber se foi um vacilo, ou se foi ma interpretação, ou se é um estilo novo ou se era realmente a proposta.Vão acabar com a raça do cara a torto e a direito. E se ele conseguir sobreviver,sua vida nunca mais será a mesma. Mua ha ha. =]
Posted by: Juliana Machado | fevereiro 26, 2007 5:08 PM