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Comments
é engraçado, vivo longe do Rio há uns 11 anos. O q me mantem longe dele é mais o capitalismo do que a violência.
muito legal o blog.
abraços
Luiz Carioca
Posted by: Luiz Carioca | janeiro 26, 2007 10:47 AM
Genial, filho. Uma aula de zoologia.
Posted by: andre dahmer | janeiro 26, 2007 1:18 PM
Ela não pode falar sobre o tempo dos avós dela. Os avós dela morreram em campos de concentração...
Posted by: The Body Electric | janeiro 26, 2007 1:40 PM
CoraRonai, quaquaquá... Aqui em Santa Tereza a chapa tá quente... Fala pro teu personagem evitar subir aqui pros bloquinhosde hoje... Mas vc se quiser venha! É só ligar queagente marca ok?
Posted by: Anonymous | janeiro 27, 2007 9:31 AM
Foste feliz nessa descrição. Ficou do caralho. Bem parecida com a realidade.
Posted by: Zé | janeiro 27, 2007 12:19 PM
Na boa, quando é que ela vai casar com o Arnaldo Jabor?Eles se merecem...
Posted by: Walter Carrilho | janeiro 27, 2007 1:44 PM
Ela tem medo que roubem a nova câmera digital dela...
Posted by: terpi | janeiro 29, 2007 7:52 AM
O mais legal da lógica de seqüestrador é que o filho é sempre a vítima... e nunca o bandido...
Posted by: josegeraldo | janeiro 29, 2007 10:21 AM
Caralho, toda vez que vc critica a postura da classe média diante da violência, nego te tira de advogado de bandido. For the record: bandido tem que ir para a vala, OK? Cair fedendo, comer capim, etc.
Posted by: Arnaldo | janeiro 29, 2007 11:27 AM
O meu xará Luiz Carioca mora em Havana? Que lugar é esse em que ele tá longe do capitalismo?
Parece que o Arnaldo, que faz o Capitão Presença - a louvação do direito de bancar os traficantes - acha que a classe média não poderia nunca estar apavorada. Se ele se refere à classe média que compra cocína (de onde vem o dinheirinho da AR 15?), até concordo, mas ele parece se referir à classe média como um todo.
Posted by: Luiz Castro | janeiro 29, 2007 11:37 AM
metida a sabida (e fodona), mas manjadinha (a culpa é da vítima) , foi mal, mas não dá pra rir da mesma piada pela bilondesca vez. o arnaldo agora deu para roubar o lixo dos outros. Arnaldo, eu posso usar seus desenhos, para criar umas coisas bem sabidas?!
Posted by: Fidel - El Crítico | janeiro 29, 2007 12:18 PM
...aqui em Brasília tá minado disso. Na banca de jornal da minha quadra só vende VEJA.
Posted by: alemòn | janeiro 29, 2007 12:31 PM
Bem, sou a favor da liberação, justo para não ter que se pagar traficantes, Luiz. E se estou explicando exatamente o que chamo de "classe média apavorada", creio que não esteja generalizando, não é?
Sabidas? Pode sim, Fidel, para tudo existe uma primeira vez... volte sempre, como sempre...
Posted by: Arnaldo | janeiro 29, 2007 2:01 PM
Arnaldo, meio off-topic em relação ao post, mas tudo a ver com o blog:
http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=23116
Posted by: Pablo Casado | janeiro 30, 2007 4:27 PM
Opa, não quis lhe empurrar nenhuma idéia... foi um comentário solto, algo que sobrou do tempo que fui, literalmente, advogado de bandido (defensoria pública)...
Posted by: josegeraldo | janeiro 31, 2007 11:05 AM
Choque de realidade: quando algum de vcs tiver uma irmã estuprada ou um pai, uma mãe trucidados por uma dessas criaturas, vão mandar pra pqp essa história de direitos humanos e pensar seriamente em pena de morte...
Posted by: Anonymous | fevereiro 1, 2007 9:15 AM
Anônimo burro: cqd.
Posted by: Arnaldo | fevereiro 1, 2007 9:47 AM
Arnaldo, numa Status de 1981 tem um "conto erótico da estreante Cora Rónai". Impagável.
(Estou lendo a Status por causa das entrevistas - a velha desculpa. Tenho um emprego estranho.)
Posted by: Simone | fevereiro 3, 2007 6:22 PM