Espero que o assunto da quantidade de lixo que a gente produz e as alternativas para a diminuição do desperdício atinja o status de ordem do dia, assim como a necessidade de ciclovias eficientes e políticas para o uso de bicicletas no trânsito das cidades. Aqui no Rio de Janeiro tem ciclovia em praticamente todos os bairros. Infelizmente, não apenas elas não se interligam (moradores da Tijuca não podem ir a Copacabana de bicicleta - alô, Metrô Rio! Um vagão para bikes não seria mais útil do que um vagão feminino?) como é um desafio achar um lugar seguro para amarrar seu camelo enquanto você cumpre alguma tarefa no Centro da Cidade.
Mas só do assunto estar em pauta, já fico feliz.
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Bruno, do Navalha Infame, esteve aqui. No blog, o cara questiona - é, isso mesmo - essa história de reciclagem. Então tu separa o lixo pra alguém coletar tudo misturado? Como assim?.
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A Monique mandou o link do teste My Footprint: calculando quanto você consome de alimentos, água, energia e outros recursos fundamentais, você pode entender também como fazer para diminuir o estrago que você faz na Terra. Infelizmente, parei na primeira página, por não conseguir calcular quantos kms por ano eu passo dentro de ônibus e táxis. Acredito que eu esteja na média mundial, levando em consideração que parte do mundo consome recursos demais e outra parte do mundo consome recursos de menos.
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Mas e aí? Se a coleta seletiva de lixo não necessariamente é feita (mesmo que você separe as embalagens), como diminuir o consumo? Substituir lasanhas congeladas e pacotes de miojo por frutas, verduras e legumes na feira é uma opção pra você? Diz aí.
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CHÁ DA SEMANA

Se o paraíso existe, ele tem gosto de cheiro de chá de verbena com laranja. À venda no Pão de Açúcar / Extra.
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POESIA
eu precisaria, antes de tudo,
jogar na mega-sena.
Lia Amancio, 11/10/2003
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Tá notando um sublinhadinho de leve ali em cima, no 'diz aí'? Demora um pouquinho, mas aparece. Esse é o sistema de comentários alternativo, é só selecionar a parte do texto que você quer, e comentar. Se não tiver paciência pra esperar, tem Twitter e o e-mail. Agora ninguém segura o verbo mais.