Cante comigo:
It’s a jungle out there Disorder and confusion everywhere No one seems to care Well I do Hey, who’s in charge here? It’s a jungle out there Poison in the very air we breathe Do you know what’s in the water that you drink? Well I do, and it’s amazing People think I’m crazy, ’cause I worry all the time If you paid attention, you’d be worried too You better pay attention Or this world we love so much might just kill you I could be wrong now, but I don’t think so It’s a jungle out there
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Você sabe que esta NÃO foi a última temporada ever de ’Monk’ porque andou lendo por aí que já arranjaram outro terapeuta pra ele. E isso, de certa forma, te deixa feliz.
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Existe um filme bonito chamado ’People - Histórias de N. York’ (tradução horrorosa para ’The Great New Wonderful’), que parte da premissa ’histórias normais de vidas normais um ano após o 11 de setembro’ - famílias se reconstruindo, reestabelecendo, pessoas ainda traumatizadas e um pouco neuróticas. Simpático de ver, vale pela história da personagem da Olympia Dukakis, aquela senhora amigável, vale por Tony Shalhoub fazendo o papel do não menos neurótico terapeuta de um sujeito mais necessitado de terapia do que seu personagem em ’Monk’, e vale pela fofucha da Maggie Gyllenhaal fazendo um dos papéis que sabe fazer melhor: o de boleira, repetido um ano depois, no surreal "Mais estranho que a ficção", aquele filme que lembra vagamente "Adaptação", em que Maggie Gyllenhaal, que esteve recentemente em outro filme sobre o World Trade Center, também atuou.
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Maggie Gyllenhall não tem medo
de atuar em loop e ser feliz
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