Sabrina Osborne é uma mulher fina e educada. De família rica, saiu de casa cedo e teve que se virar. Preocupada com sua elegância e bons modos, Sabrina só tem um problema: um pênis que não combina com seu jeito de ser.
A partir de agora, Sabrina tem outro problema: um filho bem problemático. Sem referencial de pai (Sabrina, que um dia se chamou Stanley, nunca foi presente em sua vida) e com a mãe falecida em circunstâncias obscuras, Toby é ligeiramente desajustado. Envolvido em drogas e michês, vai para o reformatório - e como fazer as pazes com seu passado é a condição para que Bree finalmente faça a operação que a tornará uma mulher de verdade, lá vai ela ajudar seu filho como pode.

E lá vamos nós para um road movie gay (embora Bree seja totalmente assexuada) onde, se não entendíamos conceitos básicos como respeito às diferenças ou o que realmente é uma família, agora entendemos.
Felicity Huffman está excelente no papel do pai de Transamerica, que passa o filme tentando dar limites a seu filho sem, no entanto, deixar o garoto saber de seu 'segredo'.
Recomendo enfaticamente. E agora, vamos para 'Morte no Funeral'!
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Dica do Vinicius:
Lindo, né? Descobri Mika esses dias querendo virar Grace Kelly e não larguei mais. Se você gostou da animação, assista aqui com melhor definição. Nível 'Yellow submarine', gente. Nível 'Yellow Submarine'.
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