maio 21, 2004

Tróia

Quem usa um trocadilho bobo e diz que é inevitável está mentindo. Os trocadilhos são evitáveis e, se alguém os emprega, é porque tem a intenção ou não resiste à tentação de fazer isso. Nesse caso, com mistura de intenção com tentação, dá para dizer que o filme “Tróia” é um presente de grego (nada contra os gregos, apenas a expressão ligada ao Cavalo de Tróia).

troia 2.jpg

A produção se perdeu no enredo. A Ilíada conta a história do combate entre gregos e troianos de forma tão mitológica que, por muito tempo, pensou-se que a guerra que fosse apenas uma lenda. E é justamente esse o grande valor da obra, pois expõe sentimentos humanos e sua relação com o sagrado, a moral e o destino. O que menos importa é o cavalo ou quem matou quem, mas que lições se podia tirar de tudo isso.

Não foi essa a linha escolhida pelo diretor Wolfgang Petersen. “Tróia” (o filme) busca falar da guerra do ponto de vista histórico. Porém, as pesquisas arqueológicas ainda não permitiram a consolidação de uma versão factual da guerra e, tirando os deuses, sobraram apenas as batalhas. O conteúdo foi para o espaço, e o sentido de diversas passagens também. Afinal, sem a mitologia da história, por que o calcanhar de Aquiles seria vulnerável (fato não explicado na produção)?

E essa opção “factual” se torna ainda mais condenável após a alteração de vários momentos da história. Para encaixar em duas horas e meia de filme, o roteiro dá a entender que a guerra de 10 anos durou cerca de três semanas. Inclusive, a complexa sucessão de fatos que levou gregos a troianos ao campo de batalha é resumida a cerca de 15 minutos, simplificando tudo e explicando muito pouco.

Para concluir a discussão a respeito do roteiro do filme, não seria má idéia, no final, explicar (podia ser algo simples, com legendas) o que ocorreu após o combate. O quanto foi importante para a manutenção da cultura grega e as eventuais conseqüências para a história da humanidade. Sem isso, pareceu uma guerra que girou em torno de si própria.

troia.jpg

Quanto à parte técnica da produção, o ponto mais crítico foi o desempenho de alguns atores, que eliminaram a complexidade das personagens. O forte era forte, o fraco era fraco. Como se fosse simples assim. O caso mais claro foi de Orlando Bloom, muito pouco carismático e convincente como Páris. Brad Pitt até tem seus momentos, mas sua atuação é inconstante.

O que se salva no filme é o visual. Não parece dos mais brilhantes (se vivi durante aquela época, foi em outra encarnação e não lembro nada, hehe), mas é aceitável dentro do que se espera de um filme como esse. As cenas de guerra (ponto em que a produção tenta se segurar) também são aceitáveis, apesar de serem muito longas e se assemelhar com as de outros filmes épicos feitos nos últimos anos.

A trilha sonora é burocrática e pouco imaginativa, mas dá para levar. Tirando um solo de vocal feminino que se assemelha a um grito longo e desesperado, muito parecido com o que se ouviu em “Paixão de Cristo”. Pela falta de originalidade e pela introdução dessa música em um momento esquisito, ponto negativo.

O engraçado é que, apesar de condenar vários aspectos de “Tróia”, como um todo, não acho que o diretor tenha jogado fora a oportunidade de fazer um filme razoável com a história. Poderia ser melhor e mais bem trabalhado, sem dúvida, mas não saí revoltado do cinema.

*

Como estudei um pouco da história grega para um trabalho recente, estou com esse tema fresco na memória. Então, segue uma pequena lista de personagens que Tróia (o filme) deixou de lado, mas não deveria. Tem mais “gente”, como Zeus, Prometeu, Afrodite, Hermes etc., mas deixarei os deuses de lado.

Tétis: ninfa do mar. Aparece um pouquinho no filme, mas não é possível ter noção de sua importância. Casou-se com o mortal Peleu e sabia que seu filho Aquiles estava destinado a morrer em Tróia. Por isso, pegou-o ainda bebê, segurou-o pelo calcanhar e mergulhou-o nas águas do rio Estige. Aquiles ficou invulnerável em todo o corpo, exceto o calcanhar por onde sua mãe o segurara (agora está explicado...).

Pentesiléia: rainha das Amazonas, entrou na guerra para apoiar Tróia. Durante duro combate com Aquiles, recebeu um golpe fatal. Nos últimos instantes de vida, os olhares se cruzaram e ambos se apaixonaram. Era tarde para evitar a morte da guerreira, mas foi o suficiente para acabar com o chororô romântico do filme, que ligava Aquiles à escrava Briseida.

Enéias: no filme, ele é apenas um cidadão comum que levou a espada de Tróia. Mas faltou explicar que ele era filho de Afrodite e, após a fuga da Tróia destruída, teria ido à península itálica e fundado a vila que se tornaria Roma. Pode ser lenda, mas o possível fundador de uma cidade como Roma merece o devido respeito.

Ifigênia: filha de Agamenon, foi sacrificada em honra a Ártemis para que os ventos mudassem de direção e permitissem que os gregos atravessassem o Egeu para a guerra. Clitemnestra, mãe de Ifigênia, ficou contrariada e, com a volta do exército grego, matou seu marido.

Posted by Furnari at maio 21, 2004 05:21 PM
Comments

O filme Troia é excelente. No fim deixa um pouco à desejar, não deveria acabar na morte de Aquiles, mas foi bom deu pra ter consciência do que é a mitologia Grega.

Você escolheu o assunto certo. Ultimamente tem recebido vários presentes de Gregos no Blog. Acho que se irritou com a metade deles, menos com o meu.(haha:)!

Posted by: Arkhesus at maio 21, 2004 11:09 PM

O filme é uma grande PORCARIA (ainda bem que não pago pelo ingresso). Perdeu-se (com 150 milhas!!!) uma excelente oportunidade de apresentar à grande massa de apedeutas um pouco da Mitologia Grega. Espero que não continuem com a Odisséia (um pequeno trocadilho, hehehehe).

Posted by: Olavo J Klótzs at maio 22, 2004 11:22 AM

O filme é excelente, não há o que falar mal, claro que tem coisas que seria impossível de acontecer naquela época, mas tem de se lembrar, que, antes de tudo Tróia, foi um filme. Não dá pra fazer tudo como realmente era.
Na Grécia antiga não existia beijo na boca, foi uma invenção Romana, mas quem vai querer ver à um filme sem beijo na boca?

Posted by: Thays at maio 22, 2004 01:25 PM

OLAVO VOCE DEVE TER PROBLEMA, COMO VOCÊ PODE DIZER QUE O FILME É UMA PORCARIA SE ADMITIU NEM PAGAR INGRESSO POR ELES, OU A MAMÃE PAGOU PRA VOCÊ?

UBIRATAN, VOCÊ COMO SEMPRE, RIDÍCULO (imagino até o que está pensando ''obrigado!ja sabia'')

JÁ NÃO BASTA AFIRMAR QUE ODEIA TUDO QUE VEM DO BRASIL FALOU MAL DESTA GRANDE MEGA-PRODUÇÃO, E SE TROIA SE PASSASE NA ALEMANHA? O FILME IA SER ÓTIMO, VOCÊ IA ELEVÁ-LO À CATEGORIA DE OSCAR.

INFELIZMENTE, EU COMO JONALISTA VOU TER QUE ATURAR MUITAS PESSOAS COMO VOCÊ...

Posted by: Pharknon at maio 22, 2004 02:34 PM

Mas em que faculdade de jornalismo estão se formando as pessoas que freqüentam esse blog, Ubiratan?!?!?!...

O filme é ruim, como todas as superproduções americanas. Não acrescenta nada.

Posted by: Olavo J Klótzs at maio 22, 2004 02:42 PM

COMO O UBIRATAN É O QUE É RESPONDO, SE FOR JULGAR PELOS AMIGOS DELE QUE ELE DIZ CONHECER, ACHO QUE A MAIORIA PASSARAM NA UNI QUALQUER COISA...

Posted by: Pharknon at maio 22, 2004 03:00 PM

Será que o intuito de Ubiratan desta vez foi provocar? Sim, porque é só isso o que ele sabe fazer! Também, vocês esperavam o quê? Se ele não idolatra o próprio país vai gostar de Tróia que nem existe mais!

Posted by: Tèphanys at maio 22, 2004 04:28 PM

Este site, não só o BLOG foi feito pra rir ou pra chorar? Isso é que só visitei algumas partes, se não minha conclusão seria ''para matar''.
Ainda não sei como vim parar aqui, será a escola querendo me mandar pro hospício? Olha o site ''gardenal'' se não estou enganado este gardenal tem efeito contrário.

Posted by: Ecthus at maio 22, 2004 05:18 PM

Assisti ao filme ontem, e realmente não me acrescentou muita coisa não. Visualmente o filme é muito bom, mas o talento dramático do pessoal é meio complicado, assim como o roteiro, que é muito vazio e se perde em alguns momentos. No final das contas, é um filme divertido e de sucesso certo entre as massas.

Mas não podemos negar que o objetivo do estúdio e do diretor foi alcançado: encher o bolso de dinheiro. Ou será que eles estavam interessados em fazer uma obra de arte?

Posted by: Rodrigo at maio 22, 2004 05:54 PM

Gostei da piada do tal Pharknon. Esse cara certamente não existe, é só uma piada de algum amigo (ou desafeto) do Ubiratan.

Posted by: Giuliano at maio 23, 2004 08:57 PM

Formando da USP,

1) quem disse que eu fiz a Uni qualquer coisa?

2) eu nunca disse conhecer o Olavo porque não o conheço. Infelizmente até, porque ele se mostra uma pessoa inteligente.

3) Qual o problema de ele não ter pago entrada? Se isso desmerecer a crítica, não leve a sério nehuma resenha musical, de cinema ou de futebol que vir na imprensa. Você, que faz USP, deveria saber que quase todos os CDs resenhados são dados de jabá, que as seções de cinema para a imprensa são gratuitas e que jornalista esportivo não paga para entrar no estádio.

4) Apesar de fazer USP, você se mostra muito precipitado nas argumentações. E, se é um aluno aplicado em suas aulas na ECA, deveria saber que o bom profisisonal (incluindo o de jornalismo) não se forja apenas na faculdade, mas também no dia-a-dia. Conheço excelentes jornalistas (ou futuros jornalistas) vindos da USP. Gente que provou suas qualidades no trabalho, não apenas dizendo "eu fiz USP". Aliás, seu comportamento até fez o Olavo botar em dúvida sua formação acadêmica.

5) Qual o problema de aturar profissionais como eu? Dificuldade em lidar com a crítica?

6) Se eu não gostar do Midnight Oil ou do INXS, quer dizer que eu odeio a Austrália? Se eu não gostar de Fito Páez, eu odeio a Argentina? Se eu não gosto de Chemical Brothers e Prodigy, é motivo para os britânicos se sentirem ofendidos?

Posted by: Ubiratan at maio 23, 2004 10:55 PM

Tèphanys,

se você ler atentamente, verá que eu (e, pelo que entendi, o Olavo também) não gostei do filme justamente por não valorizar a Grécia e sua mitologia. Além do mais, o filme se passa na Grécia (quer dizer, na atual Turquia, mas deu para entender, hehe), mas é um equívoco achar que tem algo a ver com o país. É norte-americano em tudo (formato, atores, idioma, $$$).

Posted by: Ubiratan at maio 23, 2004 10:59 PM

Respeito é bom, e todos o merecem. Muito embora seja um pouco falta de ética tocar nesse ponto, mas NÃO É POSSIVEL que o nível da USP tenha caído tanto de uns tempos para cá. Eu, como ex-uspiano, não quero acreditar no que leio por aqui.

Voltando ao tema, realmente o RODRIGO tem razão: o objetivo foi alcançado: encheram o bolso de dinheiro.

By the way: não há mais a cadeira de Língua Portuguesa na USP????

Posted by: Olavo J Klótzs at maio 24, 2004 09:45 AM

Fala serio que vcs ficam perdendo tempo batendo boca. Entrei sem querer aqui e parei p ler achando q era algo construtivo, mas pelo visto me enganei totalmente. Realmente acho bom vcs procurarem algo melhor p fazer ou pelo menos um assunto q de fato mereça atençao.

Posted by: Fau at maio 24, 2004 01:20 PM

O filme foi bom. A crítica do Ubiratan também, mas, senti uma incontrolável inveja por parte do Ubiratan em relação ao físico dos atores. Não me mande reler o texto que você sabe de qual parte do texto estou falando.(AHAHA)

Posted by: Anrikla at maio 24, 2004 05:22 PM

BoM, sE o UbIrAtAn Se EnTuSiAsMoU cOm O vIsItAnTe dO dEpArTaMeNtO dE eStAdO aMeRiCaNo, A pOnTo De ExPlIcAr ToDo O sIsTeMa De SeU bLoG, iMaGiNe Se Em SeU pAgE vIeWs ElE vE uM vIsItAnTe De TrÓiA!!!

UBIRATAN, você ESQUECEU que DIZER que TEMOS que USAR a LINGUAGEM de ACORDO com O local. SERÁ que EU tenho QUE baixar MAIS o NÍVEL???

Posted by: Pharknon at maio 24, 2004 06:09 PM

Formando da USP, se você fosse mais informado, saberia que não expliquei sistema nenhum. Tudo o que está lá é aberto ao público (inclusive para você) e nunca fiz questão de esconder. Até porque não imagino de que forma divulgar isso é prejudicial a mim. Por isso eu fiz a brincadeira naquele texto. Pense antes de acusar. Como eu disse, você é muito precipitado.

O nível da sua linguagem está muito abaixo da média dos comentários do blog. Então, quem está forçando o nível para baixo é você. Talvez por falta de argumentos mais elevados.

Posted by: Ubiratan at maio 24, 2004 06:20 PM

Acabo de comprovar que você não faz nada na vida além de ficar aí sentado em frente à este BLOG...
Aposto que estava sentadinho aí esperando a minha resposta, foi mais rapido doq ue eu pensei. Não precisa se ofender tanto a ponto de dormir no PC... kALMA... Voce não precisa ir ao page views para saber como entrei agora no seu site, vou explicar, como um bom formando da ECA.

Desta vez fui ao google digitei ''ODEIO VIP'' e quando vejo, lá está ''Odeio Carnaval'', pensei ''só pd ser o ubiratan ele é o unico que odeia o que caracteriza o BRASIL.'' eNTREI P/ TER certeza e aqui esta minha resposta... pd checar...

Posted by: Pharknon at maio 24, 2004 06:33 PM

Formando, o que você comprovou? Eu fui verificar se tinha comentário novo e vi o seu. Respondi na hora (11 minutos depois de seu comentário). Sua argumetação dói de tão falha. Curioso como você se acha importante.

Aliás, bastante interessante o fato de você pegar no meu pé por eu não gostar de Carnaval. Uma pesquisa mesmo comprovou que 57% dos brasileiros não gosta. E aí?

Por fim, sobre o que você discute comigo? Você não aceitou uma crítica minha à cobertura do Mundial de Ginástica, mas, na falta de argumento, pegou carona na discussão dos outros sobre o Senna, sobre Tróia, sobre meus page views e, agora, sobre o Carnaval. No fundo, parece que não tem muito o que dizer e fica tentando atirar para todo lado.

PS.: a propósito, em nenhum momento você contra-atacou nenhum argumento meu ou do Olavo. Inclusive, nos recriminou por contestarmos o filme Tróia. Mas, até onde deu para perceber, você mesmo não viu esse filme.

Posted by: Ubiratan at maio 24, 2004 08:24 PM

Você acha mesmo que eu não assisti o filme, tadinho do Ubiratan, ele quer que eu conte o filme pra ele... Humm deixa eu pensar. Conto ou não? ''conta, conta!'' Tá bom gente.

Era uma vez na cidade de troia Paris se apaixona por helena, leva ela embora, o rei chifrudo fica hirado e declara guerra a troia, no meio da guerra heitor morre, dopo Paris mata Aquiles.... e prepara se Ubiratan.... Advinha o que acontece? FIM!

Posted by: Pharknon at maio 24, 2004 09:59 PM

Pharknon,

você é assustadoramente infantil. Primeiro, para que eu iria querer que você me contasse a história do filme? Segundo, você não provou nada, pois falou o que todo mundo sabe. Mas, tudo bem, lhe darei o benefício da dúvida. Acredito que você viu o filme e, pela sua descrição do enredo, entendeu muito pouco do conteúdo. Mas a culpa nem é completamente sua, pois a produção é rasa como um pires.

Ainda assim, você escancara sua predileção por fugir da discussão. Cada vez fala de uma coisa diferente, sem responder às questões que são postas diante de você.

Por isso, vou seguir os conselhos de algumas pessoas (incluindo a/o Fau) e me retiro dessa conversa com você até segunda ordem. Não estou a fim de discutir em público coisas sem sentido e, sinceramente, tenho uma fortíssima sensação de estar perdendo meu tempo com gente que não está disposta a acrescentar nada, só criar tumulto com criancices, sem ao menos saber o porquê disso tudo. Aliás, recomendo aos demais participantes dessa discussão que tomem a mesma atitude.

Se você, Pharknon, escrever algo que realmente tenha substância, receberá sua resposta. Caso contrário, falará sozinho. E, se partir para a ignorância, terá o comentário editado ou cortado por não se adequar às normas informais desse espaço. Normas que nem são rígidas, pois já fui xingado de várias coisas por aqui, em português e em dinamarquês, e deixei passar. Qualquer dúvida, me mande um e-mail no ubiratan@gardenal.org

PS.: Olavo, sua pergunta parece ter sido respondida, né?

PS 2.: se alguém quiser falar do filme Tróia, tá liberado. Em teoria, é para isso que esse espaço de comentários existe.

Posted by: Ubiratan at maio 24, 2004 11:08 PM

Um dos grandes problemas, a meu ver, dos filmes americanos e das novelas brasileiras é a falta de verossimilhança. Como foi muito bem apontado, Ubiratan, Tróia também tem essa característica (defeito). Uma vez que o autor criou o seu mundo real (objetivo) para a trama, por que não partir para uma abordagem, em oposição, uma vez que estava baseado na literatura, alegórica, fantástica. O mundo "real" é uma possibilidade. Mas uma possibilidade, neste caso específico, não desvinculada com uma realidade "além do real". Esse, ao meu ver, foi o erro do filme e o que gerou certas lacunas.

Ubiratan, sim, a minha resposta foi respondida. E obrigado pelo que me toca. (Tem gente por aqui, com nomes esquisitos, que quer mesmo é se aparecer).

Abraços.

Posted by: Olavo J Klótzs at maio 25, 2004 01:57 PM

Eu respondo o que eu quero, mas tudo bem respondo com substancia. Mas qual você prefere Fenol ou Propanol? Fica a seu criério. Nossa, tem até escandinavo te chingando, acho melhor tomar cuidado, imagine quando estiver em árabe, pode ser Laden! Que perigo!
Não se lamente de não conhecer o Olavo, ele não é inteligente como diz, se fosse estaia na USP!

Falar nisto você é o convidado de honra para a festa da ECA, você vai adorar, vamos pegar o violão e tocar legião Urbana!

Posted by: Pharknon at maio 25, 2004 04:15 PM

Porque tem de mandar um comentário construtivo, se na página de abertura do BLOG está escrito ''PELO SAGRADO DIREITO DE FALAR BOBAGEM?

Não entendi nada!

Posted by: Liara at maio 25, 2004 10:09 PM

Liara, sem ironia, gostei de sua observação. É que uma coisa é falar bobagem, outra é falar baixaria, chegar perto disso ou partir para ataques pessoais. Abraço

Posted by: Ubiratan at maio 26, 2004 12:08 AM

Olá
Achei interessantissimo seus textos.. adorei

Posted by: Van at maio 26, 2004 02:56 PM

Dá pra atualizar este Blog? Tróia já deu tudo o que tinha de dar!
A crítica ao filme foi, bem contestante!

Posted by: Bianka at maio 27, 2004 10:05 PM

Ubiratan, eu vim do além para te castigar, sua alma será amaldiçoada. hahaha! Peça desculpas ou você e seus comentários irão para o inferno

Ayrton Senna

Posted by: Ayrton Senna at maio 28, 2004 04:57 PM

Que monte de idiotas comentando por aqui, Bira. Se fosse no meu blog, eu botava todo mundo pra correr.

Posted by: artur at maio 30, 2004 02:01 PM

GENTE O BLOG FALIU. hahahahhah Podem ir todo mundo para as suas casinhas e esquecer o Ubiratan...

Posted by: Pharknon at maio 31, 2004 09:15 PM

Enquanto houver idiotas como Pharknon para preencher comentários, nenhum blog entra em crise...

Posted by: Rodrigo Leme at junho 1, 2004 10:15 AM

Não ficou pedra sobre pedra.
Não pelo fato de alguns com nomes esdrúxulos fazerem esse ou aquelo comentário imbecil - querendo se aparecer. Não. Mas uma única consideração derrubou o sr. Ubiratan: TEMOS O SAGRADO DIREITO DE FALAR BOBAGEM. S
Seguindo-se essa premissa, tudo despencou. O sr. Ubiratan, ou tira essa frase do blog, ou não critica mais os de nomes e PENSAMENTOS ESDRÚXULOS que aqui freqüentam... e eu que escrevia coisas coerentes...

A CASA (BLOG) CAIU...

KLÓTZS.

Posted by: Olavo J Klótzs at junho 1, 2004 11:03 AM

Calma gente. Se vocês derem uma olhada, perceberão que eu não sou muito chegado a colocar texto todo dia. A média ultimamente tem sido de um texto a cada 15 dias (ou seja, ainda estou dentro dessa média). Vou tentar melhorar, mas a falta de atualização não tem nada a ver com as intervenções de ninguém, e sim, com excesso de trabalho. tanto que eu já tinha um texto pronto e só não coloquei na página ontem porque tive de ir a reuniões externas.

Os pensamentos esdrúxulos continuam sobrevivendo aqui. Contestei alguns, mas não censurei nada. O que tirei foram xingamentos gratuitos (partindo inclusive de anti-Sennas que passaram por aqui), coisa que não admito porque não é mais pensamento, mas agressão.

Posted by: Ubiratan at junho 1, 2004 12:00 PM

Olá Ubiratan! Adoro os sites em que vc escreve. Juro, não entendo essa briga de universidades que vi aqui nos comentários. A formação mesmo vem depois de concluída a academia. Aí, é prova todo dia, e aqui não tem como recuperar depois.

O site das Olímpiadas ficou bem legal. Sucesso

Posted by: Dárcio at junho 1, 2004 06:00 PM

Seu mula!

O calcanhar de Aquiles o deixou vulnerável pq o golpe "invencível" dele precisava de um pulinho... mas o Legolas sempre sabe onde atirar flechas para derrotar seus inimigos!

Agora, como foi que vc pode não enxergar a mitologia constantemente presente no filme???
Ela é simplesmente contada do jeito mais provável, ou seja, soldados acham que o guerreiro mais foda é filho de deuses, líderes temem afrontar deuses, etc... nada além da superstição que é...

Posted by: NoMAD at junho 9, 2004 09:53 PM

foi muito bom eu querob vi mais eu vi na escana

Posted by: rubens at outubro 26, 2004 04:25 PM
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