Qual a situação mais embaraçosa que você já viveu em um restaurante?
Hmm, essa na verdade aconteceu em uma lanchonete. Estava eu com uma mocinha que estava paquerando há tempos, quando pedi um daqueles sanduíches de massa folhada com presunto e queijo. A tragédia aconteceu quando dei a segunda mordida. Simplesmente todo o recheio escapuliu da massa, e ficou balançando feito pêndulo pra fora da minha boca, como se fosse a língua do Máskara. O olhar atônito que ela dirigiu à minha pessoa depois dessa pagação de King Kong é uma das imagens que jamais sairão de minhas retinas fatigadas.
Comentários
Bah eu lembro que um dia me deu vontade comer salada,e eu comi toda a salada do restaurante!!!
Putz cara que foda!
Desabafado por olivera | 8 de março de 2007, 21:34
estava num restaurante com meu chefe a mulher dele e a minha estavamos jantando quando deixei meu guardanapo cair no chao e vi o pé da minha mulher roçando por debaixo da calça do meu chefe fiquei sem jeito na hora mas depois me vinguei passando a minha mao nas pernas da mulher. dele hoje eu sou separado da minha esposa e estou numa boa!!!!
Desabafado por carlos rebisty silveira | 1 de novembro de 2006, 14:58
uahuahuahua. Adorei as histórias aí em cima.
Já fiz várias coisas idotas com comida, como derrubar na minha ropua ou na dos outros. Mas Vexame mesmo, com V maiusculo e merecedor de Vingança, foi um barraco armado por um namorado. Baixaria mesmo, com grito, copo e tudo...
Hj acho engraçado (fazer o que, o cara era louco...), mas no dia chorei de raiva.
Bjos, japaraguaio.
Desabafado por Cris | 1 de novembro de 2006, 01:53
EU JÁ TIREI O SAPATO EMBAIXO DA MESA E ROÇEI MEU PÉ POR DE BAIXO DA CALÇA DO MEU PATRAO POR ENGANO O ALVO ERA A SECRETARIA DELE UMA GOSTOSA!!!!!1
Desabafado por PAULO JOSÉ | 13 de outubro de 2006, 15:53
Aos 16 anos, fomos a um bar bastante caro com vários amigos do colégio. Os colegas iam chegando, passavam um tempo, comiam, bebiam e deixavam algum dinheiro com alguém da turma, que não olhava quanto(por uma questão de "educação"). Afinal de contas, ou melhor, no final a conta foi muito alta e tivemos que recorrer a um conhecido. Foi um vexame. Ah sim, todo a grana(mesada) que eu havia juntado foi para ajudar a diminuir a dívida no bar.
Desabafado por Antonio Warner | 2 de agosto de 2006, 10:08
Acabei de pagar outro, porque o mico era sobre restaurante e eu contei o maio que já paguei. Mas em restaurante, foi esse ano, no 4° aniversário de namoro, enjoada que não conseguia nem ver comida, comi um yakissoba e voei para o banheiro. Namorado disse que gastou dinheiro a toa, porque a comida nem forrou o estômago. Voltamos dois dias depois para comemorar de verdade.
Desabafado por Alana | 11 de julho de 2006, 18:40
Estava com meu primo na fila do banco, parados ao lado de um stand. Eu, que leio até anúncio funerário, comecei a ler as propagandas, não percebi que a fila andou e abracei o cara que estava ao meu lado. Ainda perguntei se a gente ia comprar fraldas para a sobrinha dele depois de sairmos do banco. O único problema foi que o cara não era meu primo, que estava lá na frente da fila rindo de mim. O pior foi a cara do abraçado.
Desabafado por Alana | 11 de julho de 2006, 18:32
Ora... existem os micos clássicos! Aquele no melhor estilo "Um Convidado Bem Trapalhão"... comendo lagosta (ou outro tipo de fruto do mar, não me lembro)e deixando um pedaço voar no colo de um amigo...
Engasgar e cuspir salada de maionese na gravata da pessoa à sua frente (esse não fui eu! Mas eu estava à mesa e presenciei...)
Engolir todo o montinho de wasabi (raiz forte) pensando que é um ingrediente saborosíssimo da culinária oriental e não um tempero fortíssimo (tb não fui eu quem fez isso..mas um amigo que nunca havia provado comida japonesa...antes mesmo que eu falasse traçou a massinha verde...quase morreu)
E o mais tradicional de todos: Comer batatas-fritas alheias da bandeja ao lado, pensando que são suas, enquanto espera seu pedido sair no McDonalds...
Desabafado por Gabi | 10 de julho de 2006, 15:26
Fui a um almoço com os amigos de meu novo namorado, eu iria conhecer a maioria deles naquele dia. Chega o couvert - um pratinho com umas fatias de "queijo" e umas torradinhas... Eu, como amante de queijo, peguei logo uma delas e coloquei na boca... Só pra perceber que era manteiga...
Ai, ai...
Desabafado por Leidiane Carvalho | 10 de julho de 2006, 14:22
Jesus, nem gosto de lembrar...comer uma bolinha de manteiga pensando que era queijo "nozinho"1ahauaiahiahiahahahiaha Que foda!
Pior, foi tentar disfarçar e engolir aquele troço.
Desabafado por Necilda | 10 de julho de 2006, 14:14
Uma gigantesca folha de alface cuidadosamente dobrada que se abriu como um para-quedas justo na hora que eu fui por na boca...
Sorte que não tinha ninguém conhecido por perto :)
Desabafado por fernanda | 10 de julho de 2006, 12:54
Passei exatamente pelo q o Inagaki passou, a diferença é q era uma esfiha de cheddar do habbibs, q eu estava c um kra (kkk) e que acabou c toda a pose q eu estava fazendo (aqueeela velha pose de lady, p impressionar).
Desabafado por Lyla | 10 de julho de 2006, 10:10
ahhh vários... Vc me conhece, sou a rainha dos micos. O problema é que não ligo em pagá-los : )
Eu e Giseli já protagonizamos uma cena hilária, guardando o excedente de comida na bolsa, num rodízio de sushi,a fim de não pagarmos a taxa exorbitante pela quantidade não consumida... (foi a Gi que foi a gulosa e pediu a mais!)
E eu já esfreguei sensualmente o pé nas pernas da minha chefe, num almoço de negócios...sendo que o alvo era o colega-gracinha-loirinho-de-olhos verdes-com quem eu tinha-um-affair (até então, secreto) ao lado dela...
Quer outros?
É bóbvio, Gabi. Compartilhe seus outros micos aí! :)
Desabafado por Gabi | 9 de julho de 2006, 17:34
Eu convidei um pessoal pro almoço, insisti, eles não queriam ir, todos tinham compromisso, mas fiz aquela manha básica e fomos. Na hora de eu pagar a conta, cadê minha carteira?
Desabafado por Cláudio Rúbio | 9 de julho de 2006, 16:24
O restaurante era aconchegante, o cara era um dos homens mais lindos e charmosos que eu já vi, o papo rolava fácil e inteligente até a hora do pedido. Ato falho, que nem Freud explica, pedi frango grelado e não grelhado. Depois, bem longe do restaurante ele me fez rir da minha vergonha- isso que é ser cavalheiro!-, mas na hora eu quis que o mundo acabasse, que a ilha fosse invadida por marcianos, que faltasse luz, que o garçon fosse surdo! Não era.
Desabafado por Clarice | 9 de julho de 2006, 13:22
Já passei por tantas situações embaraçosas em restaurantes, que não consigo descrever a pior. Derramar comida na roupa é a menor delas e é quase diário.
Beijos.
Desabafado por Ana Claudia | 9 de julho de 2006, 12:27
A minha situação embaraçosa não foi como cliente do restaurante, mas como garçonete... Meu primeiro emprego em Londres, conseguido com a ajuda da amiga da amiga da amiga da minha amiga. Enfim, eu, que nunca tinha segurado uma bandeja na vida, logo de cara tenho que segurar uma com umas 15 taças de champanhe em cima. No início foi fácil, mas como o pessoal não estava muito afim de champanhe, logo a bandeja começou a pesar. Numa tentativa frustrada de apoiá-la no outro braço, vi todas as taças se espatifarem no piso de madeira, fazendo um barulho enorme e uma bagunça tremenda. Logo achei que seria demitida na primeira hora de trabalho... Mas que nada, os patrões estão acostumados com funcionários estabanados como eu.
Desabafado por Karine | 8 de julho de 2006, 19:49
Fui jantar com um grande amigo americano da empresa. Ele veio pra ficar uns dias. No meio do jantar, toca o celular e era a noticia que o pai dele tinha acabado de falecer e sobrou pra mim dar a noticia. Como sabiam que ele estava comigo, ligaram no meu cel... FRUSTRANTE!!!
Desabafado por Clarence | 8 de julho de 2006, 18:19
Nos ultimos 5 anos tenho almoçado quase diariamente em restaurantes e não lembro de nada embaraçoso. Mas deixa eu falar baixo, pq já viu né? rs
Desabafado por _Maga | 8 de julho de 2006, 16:33
Fui com uns amigos em uma cantina italiana aristocrática e na hora de pagar eu e meus amigos aristocráticos puxamos os nossos cartões de crédito do bolso no exato momento em que o garçom anunciou que ali não aceitava cartão. Catamos até as moedas e saímos, pra nunca mais voltar, sem pagar os 10% que cabiam ao garçom nesse latifúndio. Lembra disso, Alexandre?
Adorável Luciana, ótima lembrança a sua!!!
Desabafado por Luciana | 8 de julho de 2006, 14:04
Eu estava chegando em Montreal na época e comecei a namorar um franco-canadense que adorava jazz, excelente pianista, trabalhava com música eletroacústica, era a cara do Jack Kerouac quando jovem, professor de física na universidade e fazia mestrado em engenharia. Um rebelde, completamente louco que dormia com um short de seda que só tinha uma perna, a outra completamente rasgada e removida, mas que só tomava o café da manhã de robe de chambre, em jogo de porcelana e com croissant francês! Deu p/ entender o tipo, né? A cama dele era embaixo do piano, um hyamaha preto desses enormes de rabo. Ele era amigo de Charles Biddle, Oliver Stone e o deus dele era Oscar Peterson que também morava em Montreal, aliás, o deu dele ainda é Oscar Peterson. Pois bem, um dia nós fomos jantar nm restaurante frequentado por Catherine Deneuve, nossa mesa bem no meio, rodeada de gente, quando de repente ele dá um daqueles peidos enormes, barulhentos, esprimidos e longos; e quando eu olho p/ ele com os olhos regalados de susto, ele me dá aquela risada gostosa e me pede o pão!
Desabafado por Kat | 8 de julho de 2006, 12:02
O meu pior vexame foi ter ido a um restaurante francês que serviu rãs inteiras. Quando eu vi as bichinhas, comecei a chorar. Foi uma situação prá lá de constrangedora para todo mundo. Beijocas
Desabafado por Yvonne | 8 de julho de 2006, 11:17
Primeiro salário de "gente grande" anos atrás e, como sou um old fashion man, resolvi levar a mulher da minha vida daquela época a um dos restaurantes mais caros de São Paulo. Super tenso, roupa formal, ela em um vestido lindo e chega a carta de vinhos. O rapaz ficou parado olhando para mim e eu sem saber o que falar... Ele perguntou se eu queria algum vinho em especial e eu com vergonha de responder que só conhecia Sangue de Boi. Ele sugeriu alguns e eu: "er... sim... ahhhh". Até que ela abriu a boca e demonstrou ter todo o conhecimento sobre vinhos que eu não tinha. Sei que pouco depois eu sei lá como ainda tentei abrir eu mesmo a garrafa e servir-nos. Só então percebi, pelo olhar do rapaz, que esse trabalho era dele. Fiquei vermelhor de vergonha e ela me olhando com aquele jeito meio maternal, sabe? O fim da noite foi ótimo hahaha
Desabafado por Donizetti | 8 de julho de 2006, 03:58
Foi tentar abrir a porta do banheiro para fora e para dentro e ela não abrir... Ficar desesperada, berrar por socorro, e descobrir que aquela tranqueira era de correr. Ok ok... O que umas cervejas a mais não fazem pela pessoa... ;)
Desabafado por Tarci | 7 de julho de 2006, 19:16
Invariavellmente passo vexame por ser gauche e necessitar de babador. Ainda bem que o Ray Bradbury faz igual. Fora cair comida na minha roupa, o triste foi quebrar um cálice especial para mim que o dono do restaurante serviu, com um Bordeaux e nem sei como quebrou. Fiquei com cara de tacho e ele visivelmente chateado. Passei a tomar chá gelado.
Desabafado por tina oiticica harris | 7 de julho de 2006, 17:39
Eu ainda tava ligadona nele qdo o vejo entrar no boteco com outra. Lembro de ter chorado e de não ter dado pra disfarçar, pois a danada da lágrima escorregou direto pro tampo da mesa. Até hoje penso que foi uma gota de minha vida desperdiçada.
Desabafado por Lena | 7 de julho de 2006, 16:52
Essa faz parte do folclore familiar.
Hoje, quando você quer impressionar a sua namorada, você a leva ao motel mais legal (e caro) que você conhece. Na minha época (putz!) voce a levava a um restaurante de primeira. E aí ...
Pois é. Na primeira tentativa de impressionar a minha, eu a levei a um dos melhores restaurantes de Brasília. Ao final, uma sobremesa com uma generosa fatia de abacaxi toda enfeitada.
E ai? comer abacaxi com garfo e faca ou com a mão mesmo, como a maioria de nós faria em casa? Obvio! Garfo e faca.
Na primeira tentativa de cortar o abacaxi, um movimento decidido da faca fez o abacaxi voar para o chão e, ato contínuo, fez todo mundo do restaurante olhar para nós e para o abacaxi.
Até hoje, casados, eu não esqueço a cara que ela fez (e ela não esquece a minha).
Desabafado por Bear | 7 de julho de 2006, 15:29
Bem então foi assim: Sempre foi dificil aceitar que tenho que usar oculos e uma situação embaraçosa decorreu precisamente por causa desta minha renitencia.
Era um jantar de negocios num restaurante luxuoso e na mesa estavam dispostos varios pratinhos com as entradas. Um dos pratinhos pareceu-me muito apetitoso, uma bolinhas de carne em forma de noz, pensava eu, e com o garfo tentava picar uma, mas estava a ter alguma dificuldade em acertar pois as bolinhas mexiam-se quando o garfo encostava. Teimosa insisti e uma das bolinhas voou do prato atingindo um dos nossos convidados. É que não eram bolinhas de carne...eram nozes mesmo. A única reacção foi um "upssss estou a precisar de oculos...mas tinha-os colocados na cabeça. Não posso esquecer a cara de "enjoado" do atingido e os risos abafados dos restantes. Enfim...deveria ter aprendido a ter sempre os oculos colocados onde devem...mas não.. ainda hoje é assim.
Desabafado por ana Paula | 7 de julho de 2006, 08:59