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Num determinado momento da minha vida eu relaxei total com esse lance de religião. Foi quando, numa das visitas semanais que minha turma fazia à capela na aula de "religião", juntei um monte de coisas, entre elas: comer o corpo de Cristo + beber o sangue de Cristo + miniatura do corpo de Cristo esmirilhado, pregado, torturado, furado e escorrendo sangue numa cruz = NENHUM SENTIDO.
"o corpo do Pai!"
Aquilo nunca mais saiu da minha cabeça como um simbólico ritual canibal.
Me deu um estalo: "essa gente só pode estar perdidaça". Pá. Tudo mudou. Daí pra frente tudo ficou ... divertido. (até as torturantes sessões de slides bíblicos narradas com a voz cavernosa do Cid Moreira)
E agora, bem aqui, viria um elo de ligação tri bala que eu tinha bolado, que ligaria majestralmente o primeiro parágrafo com o link a seguir. Mas basta dizer que eu lembrei de religião quando li uma das melhores notícias de todos os tempos:
Keith Richards cheirou as cinzas do pai com cocaína.
Direto pro céu.