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hei de vencer!

Existem algumas maneiras de se combater a claustrofobia. Uma delas é a exposição ao agente detonador.

Estou com passagem marcada e comprada de avião para Buenos Aires. É uma viagem curtinha, de pouco mais de duas horas, mas eu sei o que essas duas horas me custam! Sem falar na questão do vôo em si, principalmente após a queda do avião da Gol. Mas a queda é o que menos me preocupa. A questão toda é aquela janelinha fechada. E a porta.

Vou enfrentar. Estou procurando também alguma caverna pra tentar entrar. A última que tentei foi Maquiné, em Minas, há uns 30 anos atrás. Só cheguei até onde pudesse ainda avistar a luz. Ou seja, uns 20 metros da entrada. Voltei de lá. Preciso tentar de novo.

E andar de metrô.

E subir no elevador do Edifício Itália.

E brincar de esconde-esconde dentro de armários.

E vestir e ficar entalada em blusa de lã piniquenta com gola rulê.

E ir ao banheiro do avião ( que é pior, muito pior do que o avião em si).

E assistir ao “E o vento levou” de novo, fechada no cinema por mais de tres horas.
Ou não. De repente, assistir “ e o vento levou” de novo já é pedir demais...

vento-levou-poster06.jpg

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Comments

E vir aqui visitar a gente? ;-)

Vivi: e você acha que essa disposição pra me curar é pra que?? Tudo isso é só treino!

Túneis me dão claustrofobia. Já no avião o que me incomoda é, contra todas as evidências em contrário, é não conseguir acreditar que tantas toneladas possam se manter suspensas no ar.

:) :) :)

Bom vôo, bom divertimento, esbalde-se no tango. Hasta la vuelta, Maray.

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