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dezembro 30, 2005

reveillon

Vestiu a melhor roupa branca que achou. Um perfuminho discreto, sandália de salto prateada, calcinha amarela pra chamar dinheiro, soutien vermelho pra chamar amor.

Abriu uma champagne posta pra gelar há uma semana. A rolha, com tanta pressão, bateu no teto e na volta quebrou o elefantinho da sorte, em cima da mesa de centro.

Deu uma arrumada nas flores da mesa. Acertou o melhor ângulo pros castiçais, cada um com uma vela azul dentro. Espiritualidade sempre é bom.

Deu uma sopradinha no incenso, pra dispersar melhor o cheiro de patchouli pela sala.
Sentou- se e esperou, taça na mão.

Na rua o burburinho se intensificava. Fogos e rojões se alternavam, quase sem intervalo. Sinal que a meia-noite estava próxima.

De repente o burburinho da rua se fez inteligível, somado ao burburinho dos outros apartamentos. Uma contagem regressiva, ouviu nitidamente o 5, o 4 e a partir daí contou junto.
3, 2, 1.

Barulho ensurdecedor. Olhou-se no espelho e levantou a taça em brinde festivo. Quase sorriu, mas não era pra tanto.

Voltou pro quarto, tirou todas as roupas, vestiu sua velha camisola, deitou-se, apagou a luz e dormiu.

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dezembro 28, 2005

tum, bang, tóim, zap

Pam,pam, pam! Ou Zuim, zuim, zuim. Ou sei lá que letras se usa pra botar no som que ouvi ontem. Mas foram três. Me acordaram, 9:15h da manhã.

Mãe, não vai lá fora, é tiro! A filha também acordada, me ouvindo abrir a porta.

A curiosidade matou o gato e um dia ainda há de me matar também.

Lá fora, o vizinho da frente saindo do carro, uma moto caída na frente, mulheres e homens pra lá e pra cá. Princípio de discussão da qual ainda ouvi um rabo, já voltando pra dentro: Pô, a gente paga vocês pra que? Para os seguranças aparvalhados (e muito espertos) da rua.

A coisa – o entrevero- durou quase o dia todo. A polícia chegou depois de muito tempo e ficou por lá durante mais tempo ainda. Mais ou menos 18 hs foram embora, a perícia, os dois carros de polícia, o monte de PMs, alguns moradores que passaram o dia trocando idéias a respeito de assaltos, política de segurança, coisas da vida, eu não disse, vou mudar de bairro etc, etc..

Parece que houve uma tentativa de assalto.

Até aí, são muitas as tentativas e os assaltos por aqui. Bairro de classe média, condomínios de luxo por perto, tudo rodeado de favelas e necessidades. Lado a lado em minha rua passam Land Rovers e BMW com os que eu chamo de NP – nada a perder. Que são as “coisas” com rodas que os catadores usam por aqui. Que um dia já foram passats, fuscas, mavericks. E que, como dizia aquele outro : “ e pur se muove” !

Ninguém se indigna e reclama em altos brados da falta de empregos, da falta de oportunidades, da falta de educação e saúde. Em altos brados só ouvi mesmo, o dia inteiro, o pessoal reclamar da falta de segurança, da falta de policiais, da falta de muros, guaritas, armas.

Voltei pra dentro de casa loguinho.
Sou curiosa, não masoquista.

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Minha tropa de choque...

dezembro 26, 2005

balanço

Muita gente usa o fim de ano pra fazer balanço. Não sei porque deveria fazê-lo. O fim de ano é só uma data. Genérica. Igual pra todo mundo.
Tá bom, menos para os judeus e alguns outros povos que usam outro calendário. Mas pra maioria é agora. O balanço de fim de ano.

Eu gosto de pensar a respeito da vida ( fazer balanço é coisa pra banco e eu não sou de guardar nada. Só um ou outro rancor...) é no meu aniversário. Porque é meu. Porque esse calendário é pessoal e intransferível.

Tem vários jeitos de pensar no assunto. Um é “pô, estou ficando velha!”. Outro pode ser “mais um ano de vida, que acúmulo, que experiência, que sabedoria acumulada..!”
E outros mais. Minha mãe, por exemplo, se vangloria dos 89 dela. Menos pela qualidade e mais pela duração, mesmo. Não concordo com isso. Taí o Pinochet que não me deixa mentir...

Eu não tenho motivo pra me orgulhar dos meus 56 nem pra “desorgulhar”. Tão aí, tão palpáveis como as rugas em volta dos meus olhos.

O que me enche de orgulho é o meu entorno. Meu marido, meus filhos. Um pouco do que eles são ou se tornaram é relacionado com o que eu fiz e busquei. A gente teve sempre boa química. E eles gostam de mim. Por alguma coisa deve ser.
Minhas cachorras também.
Só minhas plantas não gostam de mim. Mas ninguém consegue agradar a todos, não é mesmo?

Sou bem medíocre como pessoa. E acho legal isso. Porque não tem muita pressão. Eu sou aquela pessoa no ônibus cheio de gente que nem precisa fazer força pra se manter em pé. O ônibus é tão cheio que um segura o outro. É assim que me sinto, na minha média.

1, 65 de altura. 60 quilos, casada, dois filhos, duas cachorras, ainda tenho as amígdalas e o apêndice, mas não tenho mais nenhum dos “sisos”.

Universitária num país de semi-analfabetos, classe-média num país de miseráveis. Isso é exceção e foge à média. Isso é pura sorte, no meu caso. E muito trabalho dos meus pais, que trabalharam muito pra que eu não trabalhasse tanto e pudesse estudar.

Sem grandes problemas de saúde. Sem fumar há 6 anos. Passando pela menopausa sem muito sufoco, apesar do calor.

Meio neurótica, ansiosa, bastante dificuldade na superação de fobias e medos, mas sem medo de terapia.
Estou curada? Não. Vou ser sempre meio neurótica, eu sei. Já faz parte. A vantagem é que depois de tantos anos de terapia eu sei antecipar. Se eu fosse dirigir um carro, digamos que eu ainda daria umas batidas, mas com air-bag. Chacoalha mas não machuca mais.

E é isso. Um balanço de aniversário.

Falando nisso, balanço é uma coisa que eu sempre pedi ao papai noel em criança e não ganhei nunca....
E agora também não quero mais, tá bom?! Não quero, não quero, não quero!!!
Eu superei :)

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dezembro 22, 2005

mamonas forever

A gente conhece os amigos, familiares e amores por muito tempo. Acha que conhece, pelo menos. Daí chegam determinadas datas e se sai em busca de presentes para a pessoa.

Algumas são mais fáceis de presentear. As que têm algum hobby, alguma mania. Mais fácil pra quem dá, não sei se pra quem recebe. Tenho uma cunhada que colecionava sinos. Até precisar mudar de uma casa grande para uma pequena. A cada sino que embrulhava para a mudança lembrava de quem tinha dado a prenda. Com olhos fuzilando...

Meu pai quando morreu deixou de herança uma caixa de moedas antigas. Já falei sobre isso. A tal caixa/baú torceu e detonou a coluna de muitos familiares, até ser largada debaixo de uma cama. Que ninguém limpa nem tira do lugar. Porque, como diz a faxineira: ela ou eu!

Outras pessoas presenteiam como se fosse –o presente- pra eles próprios. Eu mesma, quando minha filha era pequena, ganhei dela um macaco de pelo bem grande. Era bonito e ela tinha me ouvido falar que gostava de bichos de pelúcia. Mas era um gostar assim, genérico. Tanto que gosto de presentear crianças com bichinhos de pelúcia. Não exatamente ganhar...Mas na época dei um jeitinho e minha filha ficou como “zeladora” do macaco pra mim. Está na cama dela até hoje.

Mas houve um amigo secreto onde eu trabalhava, há uns anos atrás, onde o tiro saiu pela culatra. Eu disse ( aliás não disse, escrevi nos tais bilhetinhos que se trocam) que gostaria de ganhar o CD dos Mamonas Assassinas. Eu não estava brincando. Adorava –adoro ainda- aqueles garotos. O bom humor, a ingenuidade. A música ali era secundária. O colega que me tirou recusou-se a aceitar isso. Deu o CD dos Mamonas, mas comprou também um de “música de raiz”, talvez pra melhorar o meu gosto.

Ele não sabia na época – espero que hoje tenha aprendido- que a “raiz” de todas as coisas é o bom humor.
E que eu sou uma mulher seríssima.

O CD de raiz? Sei lá. Mas os Mamonas estão até hoje na minha estante.
“comer tatu é bom, pena é que o bicho é baixinho.....”

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dezembro 20, 2005

breve manual de ouvido

Tenho que começar avisando que não tenho furo.
Na orelha.

Posto isso, o que no princípio foi uma imposição paterna ( que agradeço eternamente) acabou me trazendo hoje algumas dificuldades pra usar brinco. Sim, porque eu nunca quis furar a orelha. Mal e mal tomo injeção. E mesmo assim, só anestesia, que é pra não ter dor. No dentista, no médico. Bem que podia ter umas pra vida, em alguns momentos.

Mas voltando aos brincos, eu gosto deles. Então desde cedo fui procurando saber das opções. E vocês não imaginam o quanto de opções existem!

Brinco-pregador- geralmente egresso da geração 68, paz e amor, é feito a mão com fio de latão, no formato de um pregador. Coça a orelha depois de algum tempo, mas funciona.

Brinco de pressão- o mais comum. Dependendo da pressão, gera dor na orelha seguida de dor de cabeça. Tem que dosar.

Brinco de parafuso e arruela- o que eu mais gosto e o mais difícil de explicar. Trata-se de um brinco com uma voltinha de metal em torno do lóbulo, com um mini-parafuso atrás e uma arruela. Você regula a pressão na orelha. Dizem, não sei se é certo, que no Japão seria o mais comum. Meu preferido, costumo achar em brechós e antiquarios. As nossas vovós também deviam gostar.

Brinco magnético- ótima opção em termos de conforto. Como imã de geladeira. O brinco na frente e o imã atrás. Só que sai fácil ao escovar o cabelo ou dançar muito junto. Tem que saber o dia de usar. E a hora.

Só não entendo porque, com essas opções todas, não consegui convencer minha filha a manter sua orelha intacta.
Deve ser o tal conflito de gerações.
Aguardo minhas netas....

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Bem que eu usei a possibilidade de infeccionar e "cair" a orelha com a filhota, mas Van Gogh não tem nenhum poder de persuasão...

dezembro 12, 2005

pedinchório

Minha mãe quase não usava perfumes. Embora ganhasse, de vez em quando. Lembro que usava o “leite de rosas” mas como desodorante. Meu pai usava áqua velva. Que eu adorava o cheiro e passava quando ele não estava olhando...

Então o gosto por perfume foi vindo assim, relacionado com figuras, com gentes. Havia uma amiga nossa, que tinha mania de fazer poesia (péssima, na minha opinião, mas sou suspeita) e usava um perfume extremamente doce. Lembrava alguma coisa como cheiro de dama da noite mais jasmim. Odeio até hoje esse cheiro. Do perfume, porque dama da noite e jasmim são maravilhosos, desde que de longe. Como escola infantil e galo cantando. De longe.

Já patchouli é uma essência que eu amo. Me dá segurança, empatia. Como uma essência pode fazer isso, não sei. Mas naquelas noites intermináveis, em que os monstros todos resolvem vir fazer a ronda em volta da cama e dos sonhos, o cheiro de patchouli protege. Como uma figa. Um talismã. Eu boto antes de dormir nessas noites. Como se fosse um ursinho de pelúcia.

Gosto também dos amadeirados. E daqueles que se define como orientais. Deve ser por conta do patchouli, de novo.

Odeio os cítricos. Que me provocam a mesma sensação de chupar limão ou cheirar abacaxi verde. Uma opressão da garganta, um murchar interno da boca, um arrepio pelo corpo todo. Um frisson de horror.

E amo os infantis. Não os perfumes, esses que fabricam agora pra ganhar mais uma fatia do mercado e criar necessidades e dependências desde cedo. Mas aqueles de talco, de sabonete infantil. Deve ser saudade dos filhos crianças. Ou de mim mesma, na época em que tinha filhos crianças. Está tudo misturado. Tenho meus perfumes prediletos hoje. Mais ou menos conforme o dia. Ou a noite. E se saio de casa sem, sinto-me nua. Já voltei pra trás pra colocar o perfume.

Por isso, se alguém resolver me dar um presente, de natal ou de aniversário, que afinal vêm quase juntos, pode me dar um perfume. Que não seja doce nem floral. Nem cítrico também. Com qualquer coisa de madeira, de incenso, de violeta, de chocolate. Com qualquer coisa de quente e picante. Com qualquer coisa que lembre floresta, criança e noite de festa.

Simples assim.

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dezembro 9, 2005

não vejo a hora!

Tudo bem, é comércio puro, é marketing na veia, é Globo, é capitalismo, é Tio Sam de neon, é a guerra fria.
Ah, não é mais a guerra fria? Tá legal, preciso me aggiornar.
É Natal.

E é uma delícia ficar aflita escolhendo presentes, imaginando do que este ou aquele que nos é querido gosta. Comércio ou não, adoro dar presentes. Quase tanto quanto ganhar...

E este ano já pedi (não, não ao papai noel, figurinha da qual tenho um trauma de infância, conforme já contei aqui e vocês poderão saber quando esta coisa voltar ao normal) uma bicicleta usada!

Sim, usada, velhinha, com história de vida, assim como eu. Que eu possa cair com ela sem ficar chateada pelos arranhões, nela e em mim. Que eu possa aprender a andar. Com cestinha na frente, que é um velho sonho meu.

Sim, porque eu nunca tive bicicleta! Tive tico-tico, aquela coisa com três rodas, baixinha, pra criança até uns 4 anos. Mas isso não vale. Bicicleta mesmo, aquela de duas rodas, alta, essa nunca tive.

Uma vez, há muito tempo atrás, meu namorado na época me ensinou a andar. Quer dizer, tentou. Era na praia, daí ele me pôs no selim, deu impulso e me mandou pedalar. Uma versão neolítica do “pedala robinho” ! Eu andei. Aprendi a pedalar. Só que não deu pra ele me ensinar a parar e fazer curva. Eu parava jogando a bicicleta prum lado e caindo pro outro e curva não fiz. A praia Grande é efetivamente grande. Dá pra andar bastante sem ter que fazer curva. Daí você se joga da bicicleta, sobe de novo e volta.

Mas acredito que esse não seja um bom método pras ruas de São Paulo nem pra uma senhora de cabelo vermelho e aspecto quase respeitável como eu.

Então eu pedi ao namorado, hoje maridão, que me dê de natal ou aniversário (vêm quase juntos) uma bicicleta velha. Se eu aprender, daí ele depois troca por uma nova. Um test driver. Com uma cestinha na frente.

E que me ensine, finalmente, a parar e fazer curva.

Uau! Não vejo a hora de chegar o natal!

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dezembro 8, 2005

nomes

Pensar num nome de blog não é muito diferente do que pensar num nome de banda, por exemplo. Já tive que pensar nos dois e não sei se fui feliz. A banda, que já não existe, chamou-se escorpião 69, que acabou por ser somente a data de nascimento de um amigo, que por sinal nem era da banda. Isso depois de semanas tentando coisa melhor. O problema não eram os nomes, era o consenso.

Consenso é sempre um problema. E votação, creiam, nesse caso não resolve. Como pode alguém ser feliz de tocar com um nome que discorda, mas que passou na base da votação, da maioria?

Mas blog, ao menos o meu, é individual. Mais individual que meus filhos, que só dois tinham que decidir pelo nome e mesmo assim quase leva mais de nove meses...

O blog veio de sopetão. Gosto da expressão “che”, acho que é o curto que é grosso, ao mesmo tempo. Poucas letras e um monte de conteúdo. Podia ser “porra”, que em determinadas circunstâncias tem também esse significado de admiração, de chamamento, mas “porra caribe” não seria de bom tom. Podia ser “aleluia”, que também tem esse significado, de vez em quando. Mas este não é um blog evangélico.
Então ficou assim: Che.

E caribe, ora, caribe porque caribe, em matéria de música, pra mim é O celeiro. Mambo, rumba, calipso, son, bolero, salsa, tudo que eu gosto. O che se junta ao caribe por conta do tango. E viajar de Buenos aires a Cuba significa passar pelo Brasil, com o samba, o frevo, o baião, o xaxado e o brega, sim, que eu também gosto.

Tá bom, tem a valsa, o ragtime, o rock, mas não dá pra abarcar tudo.

Quem sabe em outros blogs, um dia...

Filhos também a cota já esgotou. Mas ainda guardo no bolso os nomes todos que não usei porque não houve consenso e que me encantam: Violeta, Dora, Noel, Otávio...Haja netos!

dezembro 7, 2005

vinhos

Não entendo nada de vinhos do ponto de vista “chic”. Não sei avaliar a textura, a densidade, e esse monte de nomes e condições estranhas para um líquido com os quais os someliers parecem se locupletar. Mas adoro vinho. Tinto, de preferência. Porque isso eu sei: o tinto é vermelho, o rosé é cor de rosa e o branco de branco não tem nada: é transparente!

Escolho vinhos no supermercado sempre olhando pra baixo. É uma técnica infalível. Se eu resistir e gostar do preço, daí olho pra cima e vejo a qual vinho aquele preço se refere. Se o vinho for tinto, melhor ainda. Não gosto dos transparentes.

Transparente em garrafa azul, então, nem pensar! Mó dor de cabeça no dia seguinte. Nem sei qual é a marca. Sei que é uma garrafa azul bem breguinha.

Se o tinto de preço decente for italiano ou chileno fico mais contente. Pode ser uma superstição, mas gosto de beber italianos ou chilenos. Infelizmente os preços não concordam comigo. Então acabo indo mesmo de Riojanas, o argentino decente que não me dá dor de cabeça.

Como o Tevez. Não nutro por ele nenhuma simpatia especial, ao contrário do conterrâneo Maradona, que canta e dança tango, motivo pelo qual subiu muito no meu conceito. Mas esse Tevez, baixinho, feinho, é que nem o Riojanas. Decente e dá muitas alegrias.

É claro que podia ter sido um título melhor, mais encorpado, mais denso, mais de qualidade. Mas..fazer o que? Tetra é tetra. Riojanas é Riojanas e Tevez é Tevez.