Depois da criativa fauna das equipes africanas e das referências cromáticas e históricas das Américas, o dicionário de seleções chega à Europa. Ao contrário do que ocorre nos clubes do Velho Continente, não há tanta criatividade na hora de apelidar os times nacionais. Na maioria dos casos, mencionam-se as cores.
Albânia: kuq-e-zi
Alemanha: nationalelf (onze nacional)
Bélgica: rode duivels, diables rouges (diabos vermelhos)
Bósnia-Herzegovina: Plavo Žuti
Bulgária: lavovete (leões)
Croácia: vatreni (determinados)
Dinamarca: Dinamáquina (no Brasil)
Escócia: Tartan Army, bravehearts
Espanha: Fúria
Finlândia: Sinivalkoiset (alvicelestes)
França: Les Bleus
Gales: dragons
Grécia: piratiko (piratas)
Geórgia: Jvarosnebi (cruzados)
Holanda: Oranje
Inglaterra: English Team, The Three Lions
Irlanda: boys in green
Irlanda do Norte: Green and White Army, Norn Iron
Islândia: Strákarnir okkar
Itália: Squadra Azzurra
Luxemburgo: d’roud léiwen (leões vermelhos)
Montenegro: hrabri sokoli (falcões corajosos)
Polônia: Orly (águias), biało-czerwoni (alvirrubros)
Portugal: tugas, Equipa das Quinas
Romênia: tricolorii
Sérvia: beli orlovi (águias)
Suécia: blågult (auri-azuis)
Suíça: Nati
Turquia: ay-yıldızlılar (estrelas crescentes)
Ucrânia: zhovto-blakytni (auri-azuis)
Ubiratan Leal