É a vez de mostrar algumas camisas retrô de clubes brasileiros. A moda já está consolidada na Europa e ganha espaço no Brasil com dois apelos principais: ter um desenho tradicional – livre da “poluição” de patrocinadores – e relembrar algum momento histórico do clube. Um único detalhe negativo das camisas retrô brasileiras é a presença da marca do fabricante. Retrô mesmo tem de ser o mais igual possível ao original, inclusive sem ter o logotipo do fabricante.
GRÊMIO

Ano: 2006
Fabricante: Puma
Patrocínio principal: -
Patrocínios secundários: -
Observação: a camisa homenageia o 25º aniversário do primeiro título brasileiro gremista. O desenho não é dos mais bonitos que o Grêmio já teve e parece com muitas que o clube da Azenha teve em dácadas passadas. Mas o detalhe da gola é interessante, pois é marcante do início da década de 1980, o que deixa em marcada a homenagem ao time de 1981. O logotipo da Puma em dourado é dispensável, porque dá mais destaque a algo que deveria ser discreto (do ponto de vista do torcedor).
INTERNACIONAL

Ano: 2006
Fabricante: Reebok
Patrocínio principal: -
Patrocínios secundários: -
Observação: os dois lançamentos do Internacional tem referências distintas. A camisa toda vermelha lembra a do time tricampeão brasileiro na década de 1970. A listrada é réplica à de 1912, uma das primeiras da história colorada. A vermelha agrada mais ao Balípodo porque é lisa e tem a cor em tom vivo, marcas daquele time do Internacional.
SÃO PAULO

Ano: 2006
Fabricante: Reebok
Patrocínio principal: -
Patrocínios secundários: -
Observação: a diretoria do São Paulo é, historicamente, uma das mais conservadoras em relação a mudanças no uniforme. Assim, uma camisa retrô não é muito diferente da atual, apesar das mudanças de tecido, desenho da gola e de proporções no distintivo.
VASCO

Ano: 2006
Fabricante: Reebok
Patrocínio principal: -
Patrocínios secundários: -
Observação: como o Vasco tem usado uma camisa com desenho tradicional, ela não é muito diferente dessa retrô, que relembra o título do Sul-Americano de Campeões de 1948. Desenho simples, mas é o clássico vascaíno (na versão preta). Muito bonita, que só poderia ficar melhor se, nas costas, não houvesse nenhum número ao invés do esquisito “48”.
Ubiratan Leal