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4/09/06
Curtas
A ira de Kaká
Kaká não gostou de ficar no banco de reservas contra a Argentina. Pior, ele odiou, e não escondeu isso. Deu diversas declarações dizendo que espera que o critério de deixar na reserva quem for convocado pela primeira vez seja mantido. Pelo tom da entrevista, ele próprio parece duvidar que isso ocorra. E Kaká, por mais que pudesse ter segurado um pouco a língua para não agravar o problema, tem certa razão em reclamar.
Dunga deixa claro que quer dar uma esfriada nas estrelas da Copa para evitar o clima de oba-oba. Por isso ele preservou Lúcio e Juan, mas não poupou Kaká. O que intriga o milanista é que, na Alemanha, ele foi uma das poucas estrelas do time a mostrar um bom futebol em algum momento (jogo contra a Croácia), a criticar o esquema de Parreira e a manutenção de jogadores sem condições em campo, como Ronaldo. É como se o meia, na Alemanha, já tivesse mostrado que pensa como Dunga.
Assim, ele achou que seria titular do time, até com possibilidade de ser capitão. Exageros à parte, o técnico escolheu a pessoa errada para dar exemplo, pois escolheu Kaká como culpado por algo que ele não fez. Agora, para mostrar coerência, terá de deixar Ronaldinho no banco contra Gales (considerando que o barcelonista se recupere da lombalgia) ou ter uma explicação muito boa.
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