Há tempos, os dinamarqueses já não produzem um futebol técnico e envolvente como nas duas décadas passadas. Tanto que Gravesen é uma figura importante no meio-campo da seleção da Dinamarca, e não apenas pela capacidade de destruir jogadas, mas por armar também. Ainda assim, o estereótipo ainda é outro. Resquícios da passagem de craques como Michael Laudrup com a camisa da equipe que já foi chamada de Dinamáquina.

Quando era um criativo e habilidoso meia, defendeu as cores de KB, Brøndby, Lazio, Juventus, Barcelona, Real Madrid, Vissel Kobe e Ajax. Hoje, o filho mais velho do ex-jogador Finn Laudrup já se aposentou. Mas continua na ativa, agora como técnico.
Sua primeira experiência foi como assistente da seleção dinamarquesa, de 2000 a 2002. Depois, foi alçado à categoria de técnico de ponta em seu país, ganhando o cargo de comandante do Brøndby, maior clube da Dinamarca. No comando dos drengene fra vestegnen, Laudrup conquistou duas Copas da Dinamarca e uma Superliga, além de dois títulos de treinador do ano.
Ao final da temporada 2005-06, o Brøndby fez uma campanha fraca diante das expectativas (ficou com o vice-campeonato) e Laudrup foi demitido. No momento, seu nome é citado como possível sucessor de Lars Lagerback na seleção da Suécia.
Ubiratan Leal