Por mais simples e antigas que sejam as regras do futebol, os erros de arbitragem continuam. Por isso, muitos defendem o uso de novas tecnologias como o vídeo para auxiliar o trabalho dos apitadores no campo. Mas, pense bem: o vídeo foi uma nova tecnologia nos anos 70. Hoje, já há aparatos muito mais avançados para eliminar as dúvidas que surgem em uma partida de futebol. Um exemplo é o GPS (sistema de posicionamento global em inglês), que permite a localização de pontos na Terra a partir de um sinal captado e retransmitido via satélite.
A idéia seria simples. Os 22 jogadores em campo carregariam um aparelho de localização consigo. A bola também teria um desses em seu interior. Para completar o sistema, o árbitro teria um leitor dos sinais emitidos pelos localizadores, com um desenho do campo de futebol mostrando a colocação dos atletas e da bola.
O jogo rola normalmente, com o juiz fazendo seu papel. Mas, no momento em que um passe para um atacante em posição duvidosa ocorre, ao invés de tentar adivinhar o que ocorreu, o árbitro apertaria um botão que congelaria em seu visor o posicionamento dos jogadores ou da bola em campo. Caso ele não aperte o botão a tempo, o aparelho poderia contar com uma memória do que ocorreu nos últimos 60 segundos. Assim, ele também pode voltar no tempo para ver o posicionamento. Pronto! É só observar para saber se havia ou não impedido. O mesmo vale para bolas que não se sabe se passou ou não pela linha de gol.
O sistema, além de eficiente, teria a vantagem de ser mais rápido que parar o jogo para ver um vídeo-teipe. Além disso, elimina os problemas de interpretação por posicionamento de câmera.
Ubiratan Leal
Imagem: TGRC
Obs.: Esse “artigo” é uma obra de ficção e, portanto, não deve ser levada à sério. Nenhuma das opiniões ou sugestões contidas no texto tem pé ou cabeça. Ah, e como ninguém aqui tem talento para ler mãos, i-ching, tarô, búzios, mapa astral ou bola de cristal, qualquer semelhança com a vida real foi uma grande coincidência