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O mundo não é uma bola...
Trauma pós-Libertadores
Javier García; Julio Barroso, Juan Daniel Forlín, Ezequiel Muñoz e Carlos Fondacaro; Álvaro González, Cristian Chávez, Néri Cardozo (Damián Díaz) e Leandro Gracián; Jonathan Philippe (Ricardo Noir) e Pablo Mouche (Osvaldo Gaitán). Nem parece, mas foi essa a escalação do Boca Juniors na partida contra a LDU Quito na Copa Sul-Americana. Quase todos reservas, tanto que nem a torcida botou muita fé (apenas 15 mil xeneizes foram à Bombonera). Ainda assim, os argentinos golearam os atuais campeões da Libertadores por 4 a 0.
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Variedades
Sobre o Balípodo
Caros, se vocês clicaram em www.balipodo.com.br, podem ter se surpreendido por abrir uma página em branco ou algo do tipo. Nâo se assustem! O Balípodo está (como prometido há 200 anos, mas não realizado por falta e vergonha na cara) se arrumando e isso é temporário. O endereço www.gardenal.org/balipodo continua funcionando normalmente. Não tem tido muitas atualizações justamente por causa desse processo de reformulação. E vale sempre lembrar: o Balípodo é brasileiro e não desiste nunca!

O mundo não é uma bola...
A volta dos mortos-vivos
Uma das regras básicas dos filmes de terror: se você não vê o corpo do serial killer destroçado, nem tem a certeza física de que ele realmente está morto, ele reaparecerá quando menos se espera para mais um susto (ou mais matança). A alegoria é exagerada, mas pode ser aplicada no mundo da não-ficção. Certos fantasmas, se não eliminados definitivamente, voltarão.
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Brazil
Portuguesa paga por fazer a escolha errada
A estréia no Campeonato Brasileiro já deu o tom do que era a Portuguesa. Nos 5 x 5 com o Figueirense no Canindé, ficou evidente que o ataque da Lusa não era dos piores, mas a defesa fazia água. Essa tendência se confirmou, mas os equívocos do time ao tentar lidar com isso só agravaram a situação. E a entrada na zona de rebaixamento é a conseqüência natural desse processo.
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Brazil
Vitória circunstancial, empate sintomático
Nenhuma equipe do mundo enfrentaria a seleção brasileira no Rio de Janeiro considerando o empate um resultado ruim. Algumas poucas ainda teriam coragem de tentar encarar o Brasil, mas a esmagadora maioria ficará na defesa, sonhando com o surgimento de algum contra-ataque. Qualquer pessoa com um mínimo de familiaridade com o futebol sabe que a Bolívia faria isso no Engenhão. O que surpreende é que, aparentemente, o Brasil não sabia.
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Variedades
O futebol não pode sair dos Jogos Olímpicos
Toda edição dos Jogos Olímpicos é a mesma ladainha: “o futebol é esquisito”, “o futebol não tem lugar” ou “se é para ser assim, é melhor nem ter”. No calor dos eventos, parece fazer sentido. Afinal, para que se esforçar para ter o futebol se o esporte leva só jogadores com idade limitada e nem parece se importar muito em estar ao lado de outras modalidades no megaevento? É verdade, mas a análise não pode ser feita no estilo “ame-o ou deixe-o”.
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O mundo não é uma bola...
Conexão Abu Dhabi
Dubai virou a cidade da moda. Milionários e famosos – principalmente os da Europa – vão até a cidade dos Emirados Árabes para passarem férias. Grandes eventos internacionais são realizados lá (torneio de tênis, Dubai Cup, golfe, críquete, rúgbi, feiras internacionais...). A campanha de marketing da Emirates, uma das companhias aéreas que mais cresce no mundo, tem em Dubai seu ponto de referência. Um dos hotéis e um dos aeroportos mais extravagantes do mundo estão lá. Mas a capital e maior cidade dos Emirados Árabes não é Dubai, é Abu Dhabi.
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O mundo não é uma bola...
Não há mocinho nesta história
Depois de um silêncio estratégico, Robinho resolveu falar. E foi cirúrgico. Deixou absolutamente claro que não quer ficar no Real Madrid, abrindo as portas para uma negociação com o Chelsea. O brasileiro foi tão certeiro que nem deu para colocar a declaração na conta dos exageros do Marca. O Real Madrid não hesitou. No mesmo dia, colocou em seu site um comunicado em que liberava o jogador caso fosse paga a multa rescisória. A torcida do clube acompanhou a diretoria e repreendeu o meia-atacante em seu primeiro treino na temporada.
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Brazil
Capacidade de adaptação impulsiona Grêmio
Desde que o Brasileirão adotou o sistema de pontos corridos, nenhum time fez uma campanha tão boa no primeiro turno quanto o Grêmio de 2008. Nem o Cruzeiro de Alex em 2003, nem o Santos de Robinho em 2004, nem o Corinthians de Tevez em 2005, nem o São Paulo de Muricy em 2006 e 2007. Nada indicava que os gremistas conseguiriam tal desempenho. Não pela falta de estrelas, mas pelos problemas que o time tem enfrentado desde o começo do ano.
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Brazil
Eurico Miranda: ascensão e queda
“Por esta obsessão [ao Vasco] entreguei a minha vida. Agora, quando os dias derradeiros dessa trajetória vão passando com rapidez, noto que vivi em função desta paixão sem nenhum pudor em me doar. Sem limites.” Em sua carta de despedida do Vasco da Gama, Eurico Miranda não deixou frases de efeito, tampouco disse que deixaria o cargo para entrar na história. Concentrou-se em falar no quanto se entregou ao clube de São Januário. De fato, ninguém duvida do envolvimento de Eurico. O problema está no objetivo de tamanha dedicação.
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Variedades
A nova velha China
Chineses cospem na rua, e muito. Um costume tão enraizado que não é considerado falta de educação, mas algo corriqueiro. Pelo menos era assim até o ano passado. De olho no que podem pensar os ocidentais que verão os Jogos Olímpicos in loco, o governo da China criou uma campanha para que os chineses deixem de cuspir em vias públicas.
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Brazil
Valdivia, um dilema palmeirense
No momento, Valdivia é um problema para o Palmeiras. Nada a ver com a mini-polêmica com Vanderlei Luxemburgo após a partida contra o Flamengo. A questão é que o clube não sabe o que fazer com ele. Em campo, ele varia momentos de condutor do time – como foi neste domingo contra o Ipatinga – e outros de grande ausência espiritual – como vinha sendo no Brasileirão até semana passada. Fora de campo, gerenciar a presença ou não do chileno no elenco é um dilema com o qual os palmeirenses não têm sabido lidar.
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